Postado em 31/3/2017
Assunto: Scheidt e Borges encerram participação Troféu Princesa Sofia em 11º
  Na primeira competição na classe 49er na Europa, dupla brasileira apresenta evolução e fica a apenas uma posição de disputar a medal race, neste sábado (1), em Palma de Mallorca, na Espanha

Robert Scheidt e Gabriel Borges protagonizaram uma campanha heroica na primeira competição em águas europeias na classe 49er. A dupla brasileira tem mostrado clara evolução, apesar do pouco tempo junta, e no Troféu Princesa Sofia ‘bateu na trave’. Após as três últimas regatas da flotilha ouro, disputadas nesta sexta-feira (31), na Baía de Palma de Mallorca, na Espanha, o bicampeão olímpico e seu proeiro voltaram a velejar bem e terminaram a fase semifinal em 11º lugar, a uma posição da medal race, que será disputada neste sábado (1) para definir o campeão.

Scheidt/Borges começou o último dia da flotilha ouro em grande estilo, cruzando a linha de chegada em 3º lugar. Nas duas regatas seguintes, enfrentaram mais dificuldades e terminaram na 13ª e 19ª posições. Com esse desempenho, a dupla brasileira saltou da 14ª para a 11ª colocação na classificação geral, com 159 pontos perdidos, nove a mais que a outra parceria do Brasil, formada por Carlos Robles e Marco Grael, que garantiu a última vaga na medal race. Os britânicos James Peters e Fynn Sterritt se classificaram em primeiro lugar, com 68 pontos perdidos.

Robert saiu da água satisfeito com o desempenho na Espanha."Melhoramos ainda mais nesta sexta-feira e faltou pouco para a medal race. Fizemos um 3º e um 13º e estávamos empatados com mais dois velejadores na briga pra entrar entre os dez primeiros. Aí fomos para terra e só voltamos mais tarde para a terceira prova do dia. Infelizmente não fomos bem e cruzamos em 19º. Mas, no geral, ficar em 11º em uma competição de 60 barcos, é um ótimo resultado. Chegar tão perto da medal race, em pouco tempo de parceria na 49er, mostra que estamos em franca evolução. Claro que ainda há muito o que melhorar, especialmente nas manobras e vamos trabalhar duro nesse ponto nos próximos meses. Acertamos uma agenda bem forte de treinos em abril e maio e vamos buscar mais um passo nessa evolução até o próximo compromisso, que será a Semana de Vela de Kiel, em junho, na Alemanha".", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Formada no final do ano passado, a dupla Scheidt/Borges veleja em busca de experiência. Na Espanha, tem mostrado estar no caminho certo. Após 15 regatas, cruzaram a linha de chegada entre os top 10 em cinco oportunidades e entre os top 20 em outras oito. Na classificação geral, ganharam posições desde o primeiro dia, saindo de 22º até chegar a 11ª posição no encerramento da fase semifinal do tradicional Troféu Princesa Sofia.

O bicampeão olímpico tem se mostrado satisfeito com a evolução apresentada nesta nova fase da carreira. Com o proeiro Borges, fez da competição espanhola mais uma etapa no processo de evolução na classe 49er. Aos 43 anos e consagrado na Star e Laser, o iatista encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar o ciclo para os Jogos de Tóquio 2020. "Sabemos que é um processo que leva um certo tempo e muita dedicação. Estamos na lula e os resultados começam a aparecer", completa Scheidt.

Crescimento - A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 30/3/2017
Assunto: Scheidt e Borges velejam bem e seguem na briga pela medal
  Ao lado do proeiro Gabriel Borges, bicampeão olímpico cruza a linha de chegada em terceiro lugar na primeira prova desta quinta-feira (30) e desempenho faz dupla subir para 14º lugar. Nesta sexta-feira (31) serão realizadas as últimas provas da fase semifinal em Palma de Mallorca

Robert Scheidt e Gabriel Borges obtiveram, nesta quinta-feira (30), o seu melhor resultado até agora na classe 49er do Troféu Princesa Sofia. A dupla brasileira cruzou a linha de chegada na terceira posição na primeira regata do dia da flotilha ouro. Na sequência, fez um 20º e um 10º lugares. Com isso, subiu da 19ª para a 14ª posição na classificação geral e segue na luta pela medal race, na qual os 10 barcos mais bem posicionados disputam o título no sábado (1). Para isso, precisam ser velozes e consistentes nesta sexta-feira (31) no encerramento da fase semifinal na Baía de Palma de Mallorca, na Espanha.

Robert saiu da água satisfeito com o desempenho da parceria."Fizemos uma regata muito boa, a primeira, em que chegamos em terceiro. Depois fizemos 20º e 10º. Na média foi um bom dia, porque o vento estava bem irregular. Isso fez com que muitos barcos tivessem resultados irregulares e conseguimos subir na classificação. Estamos em 14º lugar no geral, a 16 pontos da medal race. Não é facil, mas vamos seguir lutando para subir mais um pouco e tentar chegar entre os dez melhores que disputarão o pódio", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Formada no final do ano passado, a dupla Scheidt/Borges veleja em busca de experiência. Na Espanha, tem mostrado estar no caminho certo. Após 12 regatas, cruzaram a linha de chegada entre os top 10 em cinco oportunidades e entre os top 20 em outras cinco. Na classificação geral, ganharam posições desde o primeiro dia, saindo de 22º até chegar a 14ª posição. A liderança do Troféu Princesa Sofia é dos britânicos James Peters e Fynn Sterritt, com 43 pontos perdidos.A outra dupla brasileira da disputa, Carlos Robles/Marco Grael, ocupa agora o 10º lugar, com 108 pontos, e está perto da vaga para a medal race.

O bicampeão olímpico tem se mostrado satisfeito com a evolução apresentada nesta nova fase da carreira. Com o proeiro Borges, faz da competição espanhola mais uma etapa no processo de evolução na classe 49er. Aos 43 anos e consagrado na Star e Laser, o iatista encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar o ciclo para os Jogos de Tóquio 2020. "Sabemos que é um processo que leva um certo tempo e muita dedicação. Estamos na lula e os resultados começam a aparecer", completa Scheidt.

CrescimentoA evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores.

A flotilha ouro do Troféu Princesa Sofia terá provas até sexta-feira (31). As regatas da medalha estão marcadas para o sábado dia 1º de abril. A equipe brasileira conta com 17 velejadores no campeonato. Além de Scheidt/Borges, o país terá os seguintes atletas: Gabriella Kidd (Laser Radial), João Pedro Souto de Oliveira (Laser), Geison Mendes/Gustavo Thiesen; Ricardo Paranhos/Thiago Ribas; Pedro Correa/Rodolfo Streibel (470 Masculino), Carlos Robles/Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), João Bulhões/Gabriela Nicolino (Nacra 17) e Albert Carvalho; Brenno Francioli (RSX Masculino).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 29/3/2017
Assunto: Scheidt e Borges se mantêm no top 20 do Troféu Princesa Sofia
  Ao lado do proeiro Gabriel Borges, bicampeão olímpico inicia a flotilha ouro da tradicional competição disputada em Palma de Mallorca, na Espanha, e segura a 19ª colocação na classificação geral

Na estreia da flotilha ouro, Robert Scheidt e Gabriel Borges seguem no top 20 da classe 49er do Troféu Princesa Sofia. Nesta quarta-feira (29), no Club Nàutic S’Arenal e no Club Marítimo San Antonio de la Playa, na Baía de Palma de Mallorca, na Espanha, os brasileiros disputaram três regatas e cruzaram a linha de chegada em 21º, 13º e 11º lugares. Com isso, mantiveram a 19ª posição na classificação geral, com 91 pontos perdidos. A liderança é dos britânicos James Peters e Fynn Sterritt, com 29 pontos perdidos.

Disputada pelos 25 melhores barcos da fase de classificação, a flotilha ouro segue nesta quinta-feira (30), com mais três regatas. A dupla Scheidt/Borges continua na luta para alinhar na medal race, sábado (1), quando as 10 parcerias mais bem classificadas competem pelo título do tradicional Troféu Princesa Sofia. O bicampeão olímpico faz da competição espanhola mais uma etapa no processo de evolução na classe 49er. Aos 43 anos e consagrado na Star e Laser, o iatista encara o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes a fim de iniciar o ciclo para os Jogos de Tóquio 2020. A outra dupla brasileira da disputa, Carlos Robles/Marco Grael, subiram para o 14º lugar, com 84 pontos.

Robert contou que a quarta-feira foi um dia de superação." Tivemos problemas na primeira regata. Colidimos com um barco da Suécia e tivemos que cumprir penalidade, o que prejudicou um pouco a nossa prova e terminamos em 21º. Depois fomos melhorando e conseguimos fazer 13º e 11º. Pelo alto nível da flotilha ouro, conseguir velejar próximo dos 10 primeiros é um feito bem importante para nós, que ainda buscamos experiência na 49er. Uma pena mesmo a primeira prova, mas o importante é que recuperamos. Ainda faltam seis corridas até a medal race e vamos tentar melhorar a nossa média para terminar entre os dez melhores e ir para a final", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

Scheidt é personagem de vídeo sobre mudança de classe - A organização do Troféu Princesa Sofia divulgou nesta quarta-feira (29) um vídeo com entrevista com Robert Scheidt sobre a mudança para a classe 49er. A velejadora russa Olga Maslivets também é entrevistada sobre seu desafio atual na Nacra 17. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=wc96BfEMC7o

CrescimentoA evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores.

A flotilha ouro do Troféu Princesa Sofia terá provas até sexta-feira (31). As regatas da medalha estão marcadas para o sábado dia 1º de abril. A equipe brasileira conta com 17 velejadores no campeonato. Além de Scheidt/Borges, o país terá os seguintes atletas: Gabriella Kidd (Laser Radial), João Pedro Souto de Oliveira (Laser), Geison Mendes/Gustavo Thiesen; Ricardo Paranhos/Thiago Ribas; Pedro Correa/Rodolfo Streibel (470 Masculino), Carlos Robles/Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), João Bulhões/Gabriela Nicolino (Nacra 17) e Albert Carvalho; Brenno Francioli (RSX Masculino).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 28/3/2017
Assunto: Scheidt e Borges garantem vaga na flotilha ouro
  Ao lado do proeiro Gabriel Borges, bicampeão olímpico inicia, nesta quarta-feira (29), a disputa da semifinal, na qual os 25 melhores barcos seguem na luta pelo título na tradicional competição disputada em Palma de Mallorca, na Espanha

Robert Scheidt está na fase semifinal da classe 49er do Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha. Ao lado do proeiro Gabriel Borges, o bicampeão olímpico fechou o segundo dia de regatas na 19ª posição na classificação geral e garantiu vaga entre os 25 barcos que disputam, a partir desta quarta-feira (29), as regatas na flotilha ouro. Agora, a dupla brasileira vai lutar pelo top 10 a fim de conseguir largar na medal race, programada para sábado (1), no Club Nàutic S’Arenal e no Club Marítimo San Antonio de la Playa, na Baía de Palma.

Scheidt/Borges ganharam uma posição na tabela em relação ao primeiro dia de regatas na Espanha, saltando da 20ª para a 19ª colocação, com 52 pontos perdidos. Contudo, os resultados na flotilha não foram tão bons quanto no primeiro dia. Nesta terça-feira (28), os brasileiros cruzaram a linha de chegada em 15º, 13º e 14º lugares, contra 6º, 9º e 10º da estreia. Mesmo assim, a velejada consistente garantiu a boa posição na classificação geral e a possibilidade de seguir adiante na disputa que começou com 60 barcos e apresenta alto nível técnico. A liderança da competição é dos espanhóis Diego Botin Le Chever e Iago Lopez Marra, com 12 pontos perdidos

Se o desempenho na água não empolgou Scheidt, nesta terça-feira, a classificação para a flotilha ouro, compensou. "Parecia que o vento seria bom, mas o vento foi diminuindo muito na primeira regata e cruzamos em 20. Porém, como cinco barcos largaram escapado e foram punidos, terminamos em 15º. Depois fizemos 13º e 14º. Na verdade, foi um dia um pouco irregular para nós. Erramos um pouco nas largadas. E, ao não largar bem, ficamos em situação difícil desde o início em todas as provas. Ainda conseguimos recuperar um pouco, especialmente na terceira prova. Mas, no geral, poderíamos ter ido um pouco melhor. A boa notícia foi entrar na flotilha ouro e poder velejar com os melhores do mundo por mais três dias", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela. A outra dupla brasileira da disputa, Carlos Robles/Marco Grael, subiram para o 15º lugar.

O maior medalhista do Brasil em olimpíadas, com cinco pódios, entrou na disputa do Troféu Princesa Sofia em função de seu alto nível e faz dessa competição mais uma importante etapa no processo de evolução na classe 49er. Consagrado na Star e Laser, o iatista aceitou, e está vencendo, o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes. Aos 43 anos de idade, Robert mostra disposição para iniciar um novo ciclo olímpico, desta vez para Tóquio 2020.

A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores.

A fase de classificação do Troféu Princesa Sofia terá provas até sexta-feira (31). As regatas da medalha estão marcadas para o sábado dia 1º de abril. A equipe brasileira conta com 17 velejadores no campeonato. Além de Scheidt/Borges, o país terá os seguintes atletas: Gabriella Kidd (Laser Radial), João Pedro Souto de Oliveira (Laser), Geison Mendes/Gustavo Thiesen; Ricardo Paranhos/Thiago Ribas; Pedro Correa/Rodolfo Streibel (470 Masculino), Carlos Robles/Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), João Bulhões/Gabriela Nicolino (Nacra 17) e Albert Carvalho; Brenno Francioli (RSX Masculino).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 27/3/2017
Assunto: Scheidt e Borges têm estreia consistente no Troféu Princesa Sofia
  Ao lado do proeiro Gabriel Borges, bicampeão olímpico fez sexto e dois décimos lugares nas regatas desta segunda-feira (27) para ocupar a 20ª colocação na classificação geral entre 60 barcos e ser o melhor brasileiro na tradicional competição disputada em Palma de Mallorca, na Espanha

Robert Scheidt estreou no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha, com um sexto e dois décimos lugares nas regatas desta segunda-feira (27). Com o resultado, ele e o proeiro Gabriel Borges, ocupam a 20ª colocação na classificação geral da tradicional competição, que conta com 60 barcos na classe 49er, com 16 pontos perdidos, após o primeiro descarte. A liderança é dos britânicos James Peters e Fynn Sterritt, com 4 pontos perdidos. A disputa prossegue nesta terça-feira (28), no Club Nàutic S’Arenal e no Club Marítimo San Antonio de la Playa, na Baía de Palma.

Scheidt/Borges é a melhor dupla brasileira na classe 49er em Palma de Mallorca. Os outros representantes do país na disputa, Carlos Robles/Marco Grael, aparecem em 23º, com 17 pontos perdidos. "Corremos três regatas. As duas primeiras com vento mais forte e na terceira diminuiu um pouco. Começamos com um sexto lugar e depois fizemos dois décimos. Foram resultados bem consistentes, principalmente se considerarmos o alto nível da flotilha. Tivemos um erro aqui e outro ali e claro que sempre dá para melhorar, mas para o primeiro dia foi bom. Foi uma boa estreia aqui na Espanha", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

O maior medalhista do Brasil em olimpíadas, com cinco pódios, reconhece o alto nível do Troféu Princesa Sofia e faz dessa competição mais uma importante etapa no processo de evolução na classe 49er. Consagrado na Star e Laser, o iatisma aceitou, e está vencendo, o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes. Aos 43 anos de idade, Robert mostra disposição para iniciar um novo ciclo olímpico, desta vez para Tóquio 2020.

A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, disputada no início de março, em Porto Alegre, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores.

A fase de classificação do Troféu Princesa Sofia terá provas até sexta-feira (31). As regatas da medalha estão marcadas para o sábado dia 1º de abril. A equipe brasileira conta com 17 velejadores no campeonato. Além de Scheidt/Borges, o país terá os seguintes atletas: Gabriella Kidd (Laser Radial), João Pedro Souto de Oliveira (Laser), Geison Mendes/Gustavo Thiesen; Ricardo Paranhos/Thiago Ribas; Pedro Correa/Rodolfo Streibel (470 Masculino), Carlos Robles/Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), João Bulhões/Gabriela Nicolino (Nacra 17) e Albert Carvalho; Brenno Francioli (RSX Masculino).

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Postado em 26/3/2017
Assunto: Scheidt e Borges estreiam no Troféu Princesa Sofia nesta segunda
  Em jornada em busca de experiência na nova classe, a 49er, o bicampeão olímpico e Gabriel Borges esperam uma competição de alto nível na Espanha

Robert Scheidt estreia no tradicional Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha, nesta segunda-feira (27). Ao lado do proeiro Gabriel Borges, o bicampeão olímpico encara uma competição de alto nível em mais uma jornada por experiência na nova classe, a 49er. "Será um campeonato muito duro, com 60 barcos, duas flotilhas, em um local de onda e vento. Será um verdadeiro teste para nós", afirmou o maior medalhista do Brasil em olimpíadas, com cinco pódios.

Scheidt estreia na 49er na competição disputada no Club Nàutic S’Arenal e no Club Marítimo San Antonio de la Playa, na Baía de Palma. Contudo, conhece bem o Troféu Princesa Sofia. Ano passado, conquistou a medalha de prata na disputa da classe Laser. "Chegamos na Espanha na quinta-feira (23) e temos treinado forte para o campeonato. Pegamos vento forte, depois mais fraco e com chuva e bastante frio. Um clima bem diferente do verão brasileiro, mas o importante é seguir em frente em busca de experiência para evoluir na 49er", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios do COB e CBVela.

A evolução de Robert na 49er pode ser comprovada pelo seu desempenho. Na Copa Brasil, venceu quatro regatas, as primeiras na nova categoria, conquistando a medalha de prata. Antes de competir em águas brasileiras, disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Na Miami Mid Winters, também no início de 2017, conseguiu 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Tudo isso comprova que, aos 43 anos, Scheidt começa a vencer o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes da Star e Laser, que o consagraram no iatismo, para iniciar o ciclo olímpico para Tóquio 2020.

A fase de classificação começa nesta segunda e terá provas até sexta-feira (31). As regatas da medalha estão marcadas para o sábado dia 1º de abril. A equipe brasileira conta com 17 velejadores no campeonato. Além de Scheidt/Borges, o país terá os seguintes atletas: Gabriella Kidd (Laser Radial), João Pedro Souto de Oliveira (Laser), Geison Mendes/Gustavo Thiesen; Ricardo Paranhos/Thiago Ribas; Pedro Correa/Rodolfo Streibel (470 Masculino), Carlos Robles/Marco Grael (49er), Jorge Zarif (Finn), João Bulhões/Gabriela Nicolino (Nacra 17) e Albert Carvalho; Brenno Francioli (RSX Masculino).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 11/3/2017
Assunto: Scheidt é medalha de prata na Copa Brasil e mostra evolução 49er
  Bicampeão olímpico confirma segundo lugar na competição disputada em Porto Alegre e, com vitórias em quatro regatas na 49er - as primeiras na categoria - comprova estar no caminho certo para iniciar um novo ciclo olímpico

A medalha de prata na IV Copa Brasil de Vela comprova a evolução de Robert Scheidt na nova classe, a 49er, ao lado do proeiro Gabriel Borges. Na competição encerrada neste sábado (11), em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o bicampeão olímpico venceu a última regata, depois de ter cruzado a linha de chegada em segundo lugar na disputa que abriu o dia nas águas gaúchas. Com os resultados, terminou o campeonato a três pontos dos campeões Carlos Robles e Marco Grael (16 a 13).

O maior medalhista brasileiro em Olimpíada, com cinco pódios se mostra animado com esse início na 49er. "O mais importante é que temos mostrado evolução a cada regata. Claro que ainda cometemos erros em função da falta de experiência na classe, mas estamos trabalhando duro para melhorar sempre. Brigamos pelo título aqui em Porto Alegre e se não fosse o primeiro dia, que foi bastante ruim para nós, poderíamos ter lutado ainda mais pelo lugar mais alto do pódio. Mas faz parte e agora vamos nos concentrar nos próximos desafios.", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Próximo desafio é na Espanha - A boa campanha em Porto Alegre, onde venceu quatro regatas na 49er, as primeiras na nova categoria, comprova que Scheidt, aos 43 anos, começa a vencer o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes da Star e Laser, que o consagraram no iatismo, para iniciar o ciclo olímpico para Tóquio 2020. Os próximos desafios incluem voltar a competir a partir de 26 março em Palma de Maiorca, na Espanha. Depois, o plano é dedicar dois meses aos treinamentos na Europa para, em seguida, iniciar nova série de campeonatos, entre eles o Europeu, no final de julho, e o Mundial, no início de setembro. "Continuamos em busca de ‘horas de voo’ para competir cada vez mais em pé de igualdade com os melhores velejadores do mundo na classe 49er. Sabemos que é uma tarefa dura, mas estamos animados com os resultados até agora", completou.

A evolução de Robert na Copa Brasil se deu a olhos vistos. Na estreia, segunda-feira (6), na Copa Brasil de Vela, Robert Scheidt cruzou a linha de chegada em terceiro e quarto lugares, o que valeu a quarta posição na classificação geral. No segundo dia, na terça-feira (7), obteve três segundos lugares e saltou para a vice liderança. Na quarta (8), obteve a primeira vitória na 49er e ainda outro segundo lugar, para manter a posição na classificação geral. Na quinta (9), foram mais dois primeiros e um segundo lugares. E neste sábado, mais uma vitória e uma vice nas regatas finais.

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Postado em 11/3/2017
Assunto: Scheidt veleja neste sábado para confirmar medalha de prata
  Em sua primeira competição na classe 49er no País, bicampeão olímpico entra na água do Guaíba para ratificar o segundo lugar na classificação geral. Nesta sexta-feira (10), a falta de vento cancelou as regatas do dia

Robert Scheidt disputa neste sábado (11) as duas últimas regatas da IV Copa Brasil de Vela para ratificar a medalha de prata. Apesar da boa campanha em Porto Alegre, onde venceu três regatas na nova classe, a 49er, o bicampeão olímpico soma 16 pontos e não pode mais alcançar a dupla Carlos Robles/Marco Grael, que tem 12 pontos. Ao lado do proeiro Gabriel Borges, ele busca, aos 43 anos, vencer o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes da Star e Laser, que o consagraram no iatismo, para iniciar o ciclo olímpico para Tóquo 2020.

Com pouco vento na região do Clube dos Jangadeiros e do Veleiros do Sul, as regatas desta sexta-feira (10) foram canceladas. " Uma regata até chegou a largar com vento fraco, mas o vento rondou e acabaram anulando. Com isso, sobraram as duas últimas para sábado, mas com a entrada dos dois descartes, não temos mais chances de chegar na ponta. No máximo, conseguiremos o empate, se vencermos as duas corridas. Porém, eles levam vantagem no critério de desempate, que é o número de primeiros lugares. É uma pena, porque nossa dupla vem em uma crescente na competição. Pecamos pelo começo, especialmente no primeiro dia, que foi ruim e isso pesou muito na pontuação. Mas o importante é que estamos evoluindo e muito confiantes para os próximos passos", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Próximo desafio é na Espanha - Os próximos passos de Robert Scheidt incluem voltar a competir a partir de 26 março em Palma de Maiorca, na Espanha. Depois, o plano é dedicar dois meses aos treinamentos na Europa para, em seguida, iniciar nova série de campeonatos, entre eles o Europeu, no final de julho, e o Mundial, no início de setembro. "Continuamos em busca de ‘horas de voo’ para competir cada vez mais em pé de igualdade com os melhores velejadores do mundo na classe 49er. Sabemos que é uma tarefa dura, mas estamos animados com os resultados até agora", completou.

A evolução de Robert na Copa Brasil se deu a olhos vistos. Na estreia, segunda-feira (6), na Copa Brasil de Vela, Robert Scheidt cruzou a linha de chegada em terceiro e quarto lugares, o que valeu a quarta posição na classificação geral. No segundo dia, na terça-feira (7), obteve três segundos lugares e saltou para a vice liderança. Na quarta (8), obteve a primeira vitória na 49er e ainda outro segundo lugar, para manter a posição na classificação geral. Na quinta (9), foram mais dois primeiros e um segundo lugares.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 9/3/2017
Assunto: Scheidt vence mais duas regatas na Copa Brasil de Vela
  Bicampeão olímpico cruza a linha de chegada na frente em duas das três provas do dia na classe 49er, continua em segundo lugar e segue na caçada aos líderes da competição disputada em Porto Alegre

Robert Scheidt venceu mais duas regatas na IV Copa Brasil de Vela e segue na caçada pela liderança da classe 49er. Nesta quinta-feira (9), quarto dia da competição disputada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o bicampeão olímpico cruzou a linha de chegada na frente em duas das três provas disputadas, além de somar um segundo lugar. Com os resultados, ele e o proeiro Gabriel Borges têm 16 pontos perdidos e seguem a segunda colocação na classificação geral. A ponta ainda é de Carlos Robles e Marco Grael, com 12 pontos. Nesta sexta-feira (10), a disputa prossegue nas águas da capital gaúcha.

Robert se mostrou satisfeito com o desempenho nesta quinta-feira. "Hoje foi nosso melhor dia no campeonato. Na primeira regata, novamente estávamos na frente, mas cometemos um erro na segunda volta do percurso, fomos ultrapassados e chegamos em segundo. Depois, fizemos dois primeiros lugares. Subimos um pouco na pontuação, mas sabemos que é difícil tirar a diferença para os líderes em função de só faltarem duas regatas. Mas vamos acreditar até o fim e tentar velejar bem, que é o mais importante", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

O maior medalhista brasileiro em Jogos Olímpicos sabe que precisa de tempo de treino e mais experiência em competições para vencer o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo. E a evolução se dá a olhos vistos. Na estreia, segunda-feira (6), na Copa Brasil de Vela, Robert Scheidt cruzou a linha de chegada em terceiro e quarto lugares, o que valeu a quarta posição na classificação geral na 49er. No segundo dia, na terça-feira (7), obteve três segundo lugares e saltou para a vice liderança. Na quarta (8), obteve a primeira vitória na 49er e ainda outro segundo lugar nas regatas do dia, para manter a posição na classificação geral..

A competição no Rio Grande do Sul é o primeiro grande evento da vela brasileira em 2017. As regatas seguem até sábado (11), com sede dividida entre o Clube dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. Isso porque, em paralelo a Copa Brasil, será disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem. O evento também serve como seletiva para a formação da Equipe Brasileira de Vela em 2017. Os atletas vencedores da Copa Brasil e os velejadores Sub 23 mais bem classificados em suas classes, passarão a fazer parte do plano de investimento da CBVela para participação nas principais competições internacionais deste ano, sendo constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante todo o ciclo olímpico, até Tóquio 2020.

Início promissor - Em sua primeira grande competição na classe 49er, Robert disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Antes, disputou a Miami Mid Winters, conseguindo 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Após a disputa da Copa Brasil, a dupla Scheidt/Borges pretende investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa, a partir de abril.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 8/3/2017
Assunto: Scheidt conquista primeira vitória na nova classe
  Em sua terceira competição na 49er, o bicampeão olímpico vence a primeira regata. Resultado vale a manutenção da vice-liderança da Copa Brasil de Vela, disputada em Porto Alegre

Robert Scheidt segue em franca evolução na classe 49er. No terceiro dia da IV Copa Brasil de Vela, disputada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o bicampeão olímpico conquistou sua primeira vitória na nova categoria. Ele ganhou uma regata e, na sequência, chegou em segundo na prova que encerrou as atividades desta quarta-feira (8). Com os resultados, ele e o proeiro Gabriel Borges agora têm 12 pontos perdidos e seguem na segunda colocação na classificação geral. A liderança é de Carlos Robles e Marco Grael, com 7 pontos. Nesta quinta-feira (9), a disputa prossegue nas águas da capital gaúcha.

"Vencer a primeiro prova na 49er, e ainda no Brasil, mostra que estamos no caminho certo e nos dá mais confiança para seguir nesta trajetória de aprendizado. Estamos velejando a cada dia melhor aqui em Porto Alegre e seguimos na briga pelo título da Copa Brasil. Sabemos que não é fácil, mas vamos lutar até a última regata", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela, que, aos 43 anos, está em busca de experiência a fim de iniciar novo ciclo visando a Olimpíada de Tóquio, em 2020, agora na classe 49er.

Na estreia, segunda-feira (6), na Copa Brasil de Vela, Robert Scheidt cruzou a linha de chegada em terceiro e quarto lugares, o que valeu a quarta posição na classificação geral na 49er. No segundo dia, na terça-feira (7), obteve três segundo lugares e saltou para a vice liderança. Nessa nova fase da carreira, o maior medalhista brasileiro em Jogos Olímpicos sabe que precisa de tempo de treino e mais experiência em competições para vencer o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

A competição no Rio Grande do Sul é o primeiro grande evento da vela brasileira em 2017. As regatas seguem até dia 11, com sede dividida entre o Clube dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. Isso porque, em paralelo a IV Copa Brasil, será disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem. Trata-se de uma oportunidade para a nova geração ter contato com grandes atletas. Além de Robert Scheidt, estarão presentes Martine Grael e Kahena Kunze (campeãs olímpicas da classe 49er FX na Rio/2016), Fernanda Oliveira e Isabel Swan (medalhistas na classe 470 em Pequim/2008) e Torben Grael, coordenador-técnico da equipe brasileira de vela, dono de cinco medalhas em olimpíadas e vice-presidente da Federação Internacional de Vela.

A competição em Porto Alegre serve de seletiva para a formação da Equipe Brasileira de Vela em 2017. Os atletas vencedores da IV Copa Brasil e os velejadores Sub 23 mais bem classificados em suas classes, passarão a fazer parte do plano de investimento da CBVela para participação nas principais competições internacionais deste ano, sendo constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante todo o ciclo olímpico, até Tóquio 2020.

Início promissor - Em sua primeira grande competição na classe 49er, Robert disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Antes, disputou a Miami Mid Winters, conseguindo 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Após a disputa da Copa Brasil, a dupla Scheidt/Borges pretende investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa, a partir de abril.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 8/3/2017
Assunto: Scheidt assume a vice-liderança na Copa Brasil de Vela
  Com três segundos lugares nas regatas desta quarta-feira (7), bicampeão olímpico segue em busca de evolução dentro da nova classe no iatismo, a 49er

Robert Scheidt assumiu a vice-liderança da classe 49er da IV Copa Brasil de Vela após as regatas desta terça-feira (7), em Porto Alegre. O bicampeão olímpico e o proeiro Gabriel Borges cruzaram a linha de chegada em segundo lugar nas três provas do segundo dia de competições e agora tem 9 pontos perdidos na classificação geral, após um descarte. A liderança é de Carlos Robles e Marco Grael, com 4 pontos. Nesta quarta-feira (8), a disputa prossegue nas águas da capital do Rio Grande do Sul.

Em sua primeira competição na nova classe no Brasil, Robert destacou a evolução da dupla. "Tivemos um dia de vento forte, entre 15 a 18 nós. Enfrentamos condições bem difíceis para quem ainda não tem muitas horas de voo, como nós. Chegamos a liderar as três provas, mas a gente acaba perdendo um pouquinho nas manobras. Porém, o importante é que velejamos melhor do que na estreia e evoluímos. Agora estamos na vice-liderança e seguimos confiantes, tem muitas regata pela frente", disse o bicampeão olímpico patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela, que, aos 43 anos, está em busca de experiência a fim de iniciar novo ciclo visando a Olimpíada de Tóquio, em 2020, agora na classe 49er.

Na estreia, segunda-feira (6), na Copa Brasil de Vela, Robert Scheidt cruzou a linha de chegada em terceiro e quarto lugares, o que valeu a quarta posição na classificação geral na 49er, com 7 pontos perdidos. Nessa nova fase da carreira, o maior medalhista brasileiro em Jogos Olímpicos sabe que precisa de tempo de treino e mais experiência em competições para vencer o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

A competição no Rio Grande do Sul é o primeiro grande evento da vela brasileira em 2017. As regatas seguem até dia 11, com sede dividida entre o Clube dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. Isso porque, em paralelo a IV Copa Brasil, será disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem. Trata-se de uma oportunidade para a nova geração ter contato com grandes atletas. Além de Robert Scheidt, estarão presentes Martine Grael e Kahena Kunze (campeãs olímpicas da classe 49er FX na Rio/2016), Fernanda Oliveira e Isabel Swan (medalhistas na classe 470 em Pequim/2008) e Torben Grael, coordenador-técnico da equipe brasileira de vela, dono de cinco medalhas em olimpíadas e vice-presidente da Federação Internacional de Vela.

A competição em Porto Alegre serve de seletiva para a formação da Equipe Brasileira de Vela em 2017. Os atletas vencedores da IV Copa Brasil e os velejadores Sub 23 mais bem classificados em suas classes, passarão a fazer parte do plano de investimento da CBVela para participação nas principais competições internacionais deste ano, sendo constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante todo o ciclo olímpico, até Tóquio 2020.

Início promissor - Em sua primeira grande competição na classe 49er, Robert disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Antes, disputou a Miami Mid Winters, conseguindo 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Após a disputa da Copa Brasil, a dupla Scheidt/Borges pretende investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa, a partir de abril.

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Postado em 6/3/2017
Assunto: Scheidt estreia na Copa do Brasil de Vela em quarto lugar
  Bicampeão olímpico faz sua primeira competição pela classe 49er no Brasil e termina o primeiro dia de regatas em Porto Alegre com 7 pontos (fez um terceiro e um quarto lugares)

Robert Scheidt estreou na IV Copa Brasil de Vela com um terceiro e um quarto lugares nesta segunda-feira (6), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Com 7 pontos perdidos, Scheidt e o proeiro Gabriel Borges ocupam o quarto lugar na classificação geral da classe 49er. A liderança é de Carlos Robles e Marco Grael, com 3 pontos. Nesta terça-feira (7), a competição prossegue com mais duas regatas. Essa é a primeira competição de Robert na nova categoria em águas brasileiras. O bicampeão olímpico está em busca de experiência a fim de iniciar novo ciclo visando a Olimpíada de Tóquio, em 2020, agora na classe 49er.

Competitivo como sempre. Scheidt queria mais da estreia na Copa Brasil de Vela. "A disputa começou com vento bem rondado. Fizemos bons inícios de provas, mas infelizmente no vento de popa não velejamos bem, perdemos algumas posições e acabamos com um terceiro e um quarto lugares. Não foi um início muito bom, mas foram apenas as duas primeiras regatas e vamos tentar melhorar para esse segundo dia e o restante da competição", disse o bicampeão olímpico patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela, que, aos 43 anos, decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

A competição no Rio Grande do Sul é o primeiro grande evento da vela brasileira em 2017. As regatas seguem até dia 11, com sede dividida entre o Clube dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. Isso porque, em paralelo a IV Copa Brasil, será disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem. Trata-se de uma oportunidade para a nova geração ter contato com grandes atletas. Além de Robert Scheidt, estarão presentes Martine Grael e Kahena Kunze (campeãs olímpicas da classe 49er FX na Rio/2016), Fernanda Oliveira e Isabel Swan (medalhistas na classe 470 em Pequim/2008) e Torben Grael, coordenador-técnico da equipe brasileira de vela, dono de cinco medalhas em olimpíadas e vice-presidente da Federação Internacional de Vela.

A competição em Porto Alegre serve de seletiva para a formação da Equipe Brasileira de Vela em 2017. Os atletas vencedores da IV Copa Brasil e os velejadores Sub 23 mais bem classificados em suas classes, passarão a fazer parte do plano de investimento da CBVela para participação nas principais competições internacionais deste ano, sendo constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante todo o ciclo olímpico, até Tóquio 2020.

Início promissor - Em sua primeira grande competição na classe 49er, Robert disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Antes, disputou a Miami Mid Winters, conseguindo 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Após a disputa da Copa Brasil, a dupla Scheidt/Borges pretende investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa, a partir de abril.

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Postado em 1/3/2017
Assunto: Scheidt estreia na Copa Brasil de Vela nesta segunda-feira
  Bicampeão olímpico compete em Porto Alegre em mais uma etapa do novo desafio na classe 49er, ao lado do proeiro Gabriel Borges, a fim de iniciar o ciclo olímpico para Tóquio/2020

Robert Scheidt é uma das estrelas da IV Copa Brasil de Vela, que começa nesta segunda (6), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Consagrado como um dos melhores de todos os tempos nas competições de Laser e Star, o bicampeão olímpico faz da competição gaúcha mais um degrau na escalada do desafio na classe 49er. Ao lado do proeiro Gabriel Borges, ele busca experiência a fim de iniciar novo ciclo visando a Olimpíada de Tóquio, em 2020.

"Estamos bem animados para a Copa Brasil e, independentemente dos resultados, temos nosso planejamento para o ano para melhorar dentro da classe 49er", explica o bicampeão olímpico patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela, que, aos 43 anos, decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

Robert completa. "Da nossa parte, posso dizer que fizemos o melhor possível dentro do pouco tempo que tivemos para velejar juntos. Corremos em Miami (duas competições) e treinamos no Rio de janeiro recentemente. Claro que ainda vamos enfrentar dificuldades pelo pouco tempo que temos na 49er, mas acredito que temos boas possibilidades de velejar bem no sul. Certo é que vamos tentar melhorar a cada dia e aproveitar para evoluir cada vez mais", afirma o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios, sem fazer prognósticos quanto a resultados.

A competição no Rio Grande do Sul é o primeiro grande evento da vela brasileira em 2017. A cerimônia de abertura será no domingo (5) e as regatas de 6 a 11, com sede dividida entre o Clube dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. Isso porque, em paralelo a IV Copa Brasil, será disputada a II Copa Brasil de Vela Jovem. Trata-se de uma oportunidade para a nova geração ter contato com grandes atletas. Além de Robert Scheidt, estarão presentes Martine Grael e Kahena Kunze (campeãs olímpicas da classe 49er FX na Rio/2016), Fernanda Oliveira e Isabel Swan (medalhistas na classe 470 em Pequim/2008) e Torben Grael, coordenador-técnico da equipe brasileira de vela, dono de cinco medalhas em olimpíadas e vice-presidente da Federação Internacional de Vela.

A competição em Porto Alegre serve de seletiva para a formação da Equipe Brasileira de Vela em 2017. Os atletas vencedores da IV Copa Brasil e os velejadores Sub 23 mais bem classificados em suas classes, passarão a fazer parte do plano de investimento da CBVela para participação nas principais competições internacionais deste ano, sendo constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante todo o ciclo olímpico, até Tóquio 2020.

Início promissor - Em sua primeira grande competição na classe 49er, Robert disputou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela em janeiro. E conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Antes, disputou a Miami Mid Winters, conseguindo 11º lugar no campeonato que envolveu 17 competidores. Após a disputa da Copa Brasil, a dupla Scheidt/Borges pretende investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa, a partir de abril.

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Postado em 28/1/2017
Assunto: Scheidt encerra participação na Copa do Mundo com boa colocação
  Bicampeão olímpico completou a última regata classificatória da etapa de Miami em quarto lugar, sua melhor colocação na estreia da classe 49er em um grande evento do iatismo

Robert Scheidt encerrou sua participação na etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela nesta sexta-feira (27), no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos, com saldo positivo. Em sua primeira grande competição na classe 49er, conseguiu o 16º lugar na disputa que reuniu 26 barcos com os melhores iatistas do planeta. Com isso, a meta de ganhar experiência na nova categoria foi cumprida pelo bicampeão olímpico e pelo proeiro Gabriel Borges.

Ao decidir, com 43 anos, encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo, Scheidt sabia que precisaria de tempo para se adaptar. Após a disputa em Miami, o maior medalhista olímpico do Brasil pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre, e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Nesta sexta-feira, os brasileiros conseguiram seu melhor resultado na Copa do Mundo. E foi na última das 12 regatas disputadas ao longo da semana, com um 4º lugar. O resultado veio para fechar com chave de ouro dia que começou ruim com problemas que impediu a dupla de completar a primeira corrida e foi melhorando com a 10º posição na segunda prova e depois o top 4. Com isso, finalizaram em 16º, com 140 pontos perdidos.

A liderança na fase de classificação ficou com os britânicos Dylan Fletcher-Scott e Stuart Bithell, com 50 pontos perdidos. Neste sábado (28), eles estarão ao lado dos nove melhores colocados para brigar pelo título na 49er na medal race.

Scheidt analisou sua participação na Copa do Mundo. "Velejamos cada dia melhor aqui em Miami. Isso mostra que estamos no caminho certo. Uma pena não ter conseguido a classificação para a medal race, mas chegar em quarto lugar na última regata me deixou muito feliz e confiante para o futuro", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 26/1/2017
Assunto: Scheidt veleja bem e está na luta pela medal race em Miami
  Em sua estreia na classe 49er na Copa do Mundo, bicampeão olímpico mostra evolução e salta para o 16º lugar na disputa que envolve 26 barcos. Nesta sexta-feira (27), o velejador disputa as últimas três regatas da fase de classificação na briga por um lugar na final, que será sábado (28)

Robert Scheidt continua em processo de franca evolução na classe 49er. Nesta quinta-feira (26), terceiro dia de competições da etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos, ele saltou da 18a. para a 16a. posição na classificação geral. Nesta sexta-feira (27), o bicampeão olímpico volta ao mar para mais três regatas ao lado do proeiro Gabriel Borges, e vai em busca de um lugar na medal race, neste sábado (28), com as 10 duplas mais bem posicionadas.

Aos 43 anos, Robert está em busca experiência nessa nova etapa da carreira, em que decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo. E está fazendo um bom trabalho. Nas disputas desta quinta-feira, voltou a velejar bem e conseguiu terminar em 6º, 18º e 9º lugares.

Curiosamente, as posições da dupla brasileira repetiram os resultados das três regatas na terça-feira e agora a dupla Scheidt/Borges ocupa a 16a. posição, com 103 pontos perdidos, considerando um descarte. A liderança continua com os britânico Dylan Fletcher-Scott e Stuart Bithell, com 14 pontos perdidos. No total, a classe 49er conta com 26 barcos na disputa de 12 regatas em Miami, mais a medal race.

Scheidt segue cada dia mais satisfeito com a evolução do desempenho na classe 49er. "Velejamos bem novamente e perceber que estamos ganhando mais entrosamento e desenvolvendo melhor a velejada é muito gratificante. Mas sabemos que este é o primeiro passo de uma longa caminhada e seguimos tranquilos dentro do nosso objetivo, que é ganhar experiência. Porém, estamos na briga e vamos lutar pela medal race até as últimas forças", afirmou o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos. Após a World Cup, a dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

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Postado em 25/1/2017
Assunto: Scheidt já mostra evolução na classe 49er na Copa do Mundo
  Bicampeão olímpico encara o desafio de disputar uma nova categoria no iatismo e nesta quarta-feira (25) se manteve entre os 10 primeiros colocados nas duas regatas disputadas em Miami

Robert Scheidt faz progressos na classe 49er da etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela. Nesta quarta-feira (25), no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos, se manteve no top 10 nas duas regatas disputadas e subiu da 22º para a 17º posição na classificação geral. Ao lado do proeiro Gabriel Borges, o bicampeão olímpico busca experiência nessa nova etapa da carreira, a qual, aos 43 anos, decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

Mais entrosada a cada dia, a dupla Scheidt/Borges se manteve entre os líderes na primeira regata e cruzou a linha de chegada em 6º lugar. Na sequência, os brasileiros mantiveram a regularidade e terminaram a corrida em 9º. Com isso, ocupam a 17º colocação, com 75 pontos perdidos. A liderança está com os britânico Dylan Fletcher-Scott e Stuart Bithell, com 20 pontos perdidos. No total, a classe 49er terá 12 regatas em Miami, mais a medal race, programada para ser disputada no sábado (28).

Os números comprovam a evolução de Scheidt na Copa do Mundo. Na terça-feira (24), abriu a disputa com um 23º lugar. Na segunda prova, subiu para 19º e encerrou sua participação na etapa inicial com a 18º posição na última corrida da programação. "Velejamos bem melhor nesse segundo dia aqui em Miami. Conseguimos boas largadas e nos mantivemos no primeiro pelotão. Continuamos evoluindo e vamos em frente em busca de mais experiência e melhores resultados", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos.

Scheidt entra na disputa da classe 49er na Copa do Mundo confiante após a experiência na Mid Winters. "Foi ótimo ter feito essa competição para ganhar ritmo, ver como são as largadas, a dinâmica da flotilha e a tática da regata, que é muito diferente do que eu estou acostumado. O mais importante é que sentimos ter melhorado a cada dia", afirmou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios. Após a World Cup, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

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Postado em 24/1/2017
Assunto: Scheidt estreia em nova categoria na Copa do Mundo de Vela
  Bicampeão olímpico faz sua primeira grande competição na classe 49er e, no primeiro dia da etapa de Miami, obteve resultados sempre melhores a cada regata. Ao final da programação, ocupa o 22º lugar

Robert Scheidt fez sua estreia na etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, nesta terça-feira (24), no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos. Estreante na categoria 49er, o bicampeão olímpico, que veleja ao lado do proeiro Gabriel Borges, terminou o primeiro dia em 22º lugar entre 26 barcos. Nesta quarta-feira (25), a dupla brasileira volta para o mar em busca de mais entrosamento e experiência nessa nova etapa da carreira para Scheidt, que, aos 43 anos, decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

Scheidt/Borges foram melhorando a cada disputa. Abriram a competição com um 23º lugar. Na segunda prova os brasileiros subiram para 19º e encarraram sua participação na etapa inicial com a 18º posição na última corrida da programação. Com esses resultados, têm 60 pontos perdidos para figurar em 22º. A liderança está com os franceses Lucas Rual e Emile Amoros, com 20 pontos perdidos. No total, a classe 49er terá 12 regatas em Miami, mais a medal race, programada para ser disputada no sábado (28).

Robert analisou o primeiro dia em Miami. "Em termos de resultados, foi um dia ruim. Apesar de largadas relativamente boas, não conseguimos velejar bem com o vento. Na última regata, até estávamos em quarto lugar, mas erramos um pouco na estratégia do popa e muitos barcos passaram. Mas enfim, a cada dia na água, a cada disputa, estamos evoluindo. Certamente dá para velejar melhor do que hoje (ontem) e vamos com tudo para melhorar isso", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos.

Scheidt entra na disputa da classe 49er na Copa do Mundo confiante após a experiência na Mid Winters. "Foi ótimo ter feito essa competição para ganhar ritmo, ver como são as largadas, a dinâmica da flotilha e a tática da regata, que é muito diferente do que eu estou acostumado. O mais importante é que sentimos ter melhorado a cada dia", afirmou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios. Após a World Cup, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

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Postado em 23/1/2017
Assunto: Scheidt estreia na etapa de Miami da Copa do Mundo nesta terça
  Agora em uma nova categoria no iatismo, a 49er, bicampeão olímpico vai em busca de experiência para decidir, no futuro, se fará um novo ciclo até os Jogos de Tóquio 2020

O ciclo olímpico do iatismo para Tóquio 2020 começa nesta terça-feira (24) com a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos. Estreante na categoria 49er, Robert Scheidt entra na disputa com o objetivo de ganhar experiência e começar a sentir se esse é o caminho para os Jogos do Japão. "Ainda tenho lenha para queimar e essa é uma nova motivação. Vamos em frente e deixar as coisas acontecerem até decidirmos se essa empreitada pode se transformar em ciclo olímpico", afirma.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro, o proeiro Gabriel Borges. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos. "Sofremos com quebras no primeiro dia e perdemos quatro regatas. Não fosse isso, acredito que poderíamos ter obtido uma posição ainda melhor. Mas o importante é que estamos em uma curva ascendente e trabalhamos para velejar em um nível ainda mais alto na Copa do Mundo. Entremos sem grandes expectativas, mas daremos o nosso melhor sempre", afirmou o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

No total, a classe 49er terá 12 regatas em Miami, mais a medal race, programada para ser disputada no sábado (28). Robert volta a City of Miami Regatta Park um ano após conquistar a medalha de ouro na competição da Laser na etapa da Copa do Mundo. Depois do quarto lugar nos Jogos do Rio, Robert decidiu, aos 43 anos, encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo. "Sempre imaginei que a Rio/2016 fosse a minha última Olimpíada. Eu estava sem definição do que iria fazer quando o Gabriel me ligou perguntando se eu gostaria de testar o 49er. E pensei: ‘Por que não tentar uma categoria nova?’", contou.

Scheidt entra na disputa da classe 49er na Copa do Mundo confiante após a experiência na Mid Winters. "Foi ótimo ter feito essa competição para ganhar ritmo, ver como são as largadas, a dinâmica da flotilha e a tática da regata, que é muito diferente do que eu estou acostumado. O mais importante é que sentimos ter melhorado a cada dia", afirmou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios. Após a World Cup, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 17/1/2017
Assunto: Scheidt termina competição em Miami com sensação de missão cumprida
  Bicampeão olímpico entrou na disputa do Mid Winters para ganhar experiência na nova classe, a 49er, e se preparar para a Copa do Mundo. E conseguiu. Velejando a cada dia melhor ao lado do parceiro Gabriel Borges, terminou a disputa na 11º posição

Robert Scheidt encerrou sua primeira competição na classe 49er longe do pódio, mas bastante satisfeito. Ao lado do proeiro Gabriel Borges, o bicampeão olímpico terminou a participação no Miami Mid Winters em 11º lugar e com a sensação de missão cumprida. Os brasileiros usaram a disputa no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos, como preparação para a etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro. "Estamos em uma curva ascendente e vamos trabalhar nos próximos dias para velejar em um nível ainda mais alto na próxima semana", disse Robert.

Nesta segunda-feira (16), a dupla brasileira mostrou regularidade. Cruzou a linha de chegada na 4º colocação na primeira regata, repetindo o melhor resultado do dia anterior. Na sequência, conseguiu um 6º e um 9º lugares. Com os resultados, Scheidt e Borges terminaram a uma posição do top 10, com 116 pontos perdidos. O título ficou com Diego Botin/Santi López, que lideraram a competição desde o primeiro dia, com 28 pontos. No total, 17 barcos participaram da classe 49er no Miami Mid Winters.

"Finalizamos a Mid Winters em 11º lugar, terminando as últimas três regatas entre os dez primeiros. Foi uma pena termos sofrido com as quebras da estreia. Se não tivéssemos perdido quatro regatas, acredito que teríamos conseguido uma melhor colocação. Mas independentemente disso, foi ótimo ter feito essa competição para ganhar ritmo, ver como são as largadas, a dinâmica da flotilha e a tática da regata, que é muito diferente do que eu estou acostumado. O mais importante é que sentimos ter melhorado a cada dia", afirmou Robert, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Novo desafio - Após o quarto lugar nos Jogos do Rio de Janeiro, Robert decidiu, aos 43 anos, encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no mundo do iatismo. Após a Mid Winter e a Copa do Mundo, ambas em Miami, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

O desafio na 49er abre a possibilidade de um novo ciclo olímpico até os Jogos de Tóquio. "Sempre imaginei que a Rio/2016 fosse a minha última Olimpíada. Eu estava sem definição do que iria fazer quando o Gabriel me ligou perguntando se eu gostaria de testar o 49er. E pensei: ‘Por que não tentar uma categoria nova?’ Ainda tenho lenha para queimar e essa é uma nova motivação. Vamos em frente e deixar as coisas acontecerem até decidirmos se essa empreitada pode se transformar em ciclo olímpico", contou o maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos, com cinco pódios.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 16/1/2017
Assunto: Scheidt supera problemas no segundo dia em Miami
  Após sofrer com quebras no barco na estreia, bicampeão olímpico consegue completar todas as regatas deste domingo (15) na Mid Winters e segue seu aprendizado na nova classe do iatismo, a 49er

Após um dia de sábado marcado por sucessivas quebras no barco, Robert Scheidt considera que sua estreia na classe 49er aconteceu realmente neste domingo (15), no segundo dia do Miami Mid Winters, quando conseguiu completar todas as regatas. O bicampeão olímpico veleja ao lado do proeiro Gabriel Borges e usa a competição disputada no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos, como preparação para a etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro.

Sem enfrentar problemas com o equipamento, Scheidt e Borges começam a demonstrar entrosamento e evolução. O melhor resultado da dupla foi um 4º lugar, na segunda corrida do dia. Nas demais, cruzaram a linha de chegada em 9º, 7º e 12º. Com os resultados, os brasileiros ocupam a 12º colocação na classificação geral, com 97 pontos perdidos. A liderança é de Diego Botin/Santi López, com 24 pontos. No total, 17 barcos estão na disputa da classe 49er no Miami Mid Winters.

"O domingo foi um dia um pouco melhor, pelo menos conseguimos velejar sem nenhuma quebra no barco. Estamos evoluindo aos poucos e a participação no Mid Winters está sendo bem produtiva. Na verdade, o primeiro dia foi hoje (domingo), porque as quebras nos prejudicaram muito na estreia. Nesta segunda teremos mais duas regatas, depois vamos descansar dois dias para recuperar as energias e recomeçar os treinos para a World Cup", disse Robert, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Mesmo sem quebras no barco inteiro, o segundo dia de competição em Miami não passou sem problemas. "Como tenho dito, estamos em fase de adaptação, especialmente para mim, que nunca havia corrido de 49er. Um exemplo disso aconteceu na quarta e última regata de domingo, quando viramos e acabamos perdendo algumas posições. Mas acredito que isso está dentro da curva de aprendizado", completou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios em seis participações nos Jogos.

Novo desafio - Após o quarto lugar nos Jogos do Rio de Janeiro, Robert decidiu, aos 43 anos, encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no mundo do iatismo. Após a Mid Winter e a Copa do Mundo, ambas em Miami, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

O desafio na 49er abre a possibilidade de um novo ciclo olímpico até os Jogos de Tóquio. "Sempre imaginei que a Rio/2016 fosse a minha última Olimpíada. Eu estava sem definição do que iria fazer quando o Gabriel me ligou perguntando se eu gostaria de testar o 49er. E pensei: ‘Por que não tentar uma categoria nova?’ Ainda tenho lenha para queimar e essa é uma nova motivação. Vamos em frente e deixar as coisas acontecerem até decidirmos se essa empreitada pode se transformar em ciclo olímpico", contou o maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos, com cinco pódios.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 15/1/2017
Assunto: Scheidt enfrenta dificuldades na estreia em nova classe no iatismo
  Bicampeão olímpico sofreu com quebras no barco e conseguiu completar apenas um das cinco regatas da 49er neste sábado (14) no Miami Mid Winter, nos Estados Unidos. Problemas não desanimam brasileiro, que volta a competir neste domingo (15)

A estreia de Robert Scheidt na classe 49er foi marcada por muitas dificuldades técnicas no equipamento. Em função de quebras no barco, o bicampeão olímpico e o proeiro Gabriel Borges conseguiram completar apenas um das cinco regatas do primeiro dia do Miami Mid Winters, neste sábado (14), no City of Miami Regatta Park, nos Estados Unidos. Robert entrou na disputa como preparação para a etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro, e os problemas não desanimam o maior medalhista olímpico do Brasil.

"Infelizmente aconteceram algumas quebras no barco. Quebrou a adriça da vela balão (cabo para içar a vela) na primeira regata e não conseguimos consertar a tempo para as duas primeiras provas. Com isso, voltamos para correr a terceira regata, mas na quarta quebrou outro componente e tivemos que voltar para o clube. Então, não foi um dia bom, porque das cinco regatas, conseguimos completar apenas uma. Estamos trabalhamos para consertar tudo e velejar neste (domingo, 15). Foi um primeiro dia um pouco frustrante, mas o importante é que temos tempo para nos preparar bem para a Copa do Mundo", disse Robert, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Robert Scheidt e Gabriel Borges chegaram em 11º lugar na terceira regata desta sábado, em Miami. Como não conseguiram pontuação nas outras quatro corridas, ocupam a 12º posição na classificação geral, com 83 pontos perdidos. A liderança é da dupla Diego Botin/Santi López, com 18 pontos. No total, 17 barcos estão na disputa da classe 49er no Miami Mid Winters.

Novo desafio - Após o quarto lugar nos Jogos do Rio de Janeiro, Robert decidiu, aos 43 anos, encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no mundo do iatismo. Após a Mid Winter e a Copa do Mundo, ambas em Miami, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

O desafio na 49er abre a possibilidade de um novo ciclo olímpico até os Jogos de Tóquio. "Sempre imaginei que a Rio/2016 fosse a minha última Olimpíada. Eu estava sem definição do que iria fazer quando o Gabriel me ligou perguntando se eu gostaria de testar o 49er. E pensei: ‘Por que não tentar uma categoria nova?’ Ainda tenho lenha para queimar e essa é uma nova motivação. Vamos em frente e deixar as coisas acontecerem até decidirmos se essa empreitada pode se transformar em ciclo olímpico", contou o maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos, com cinco pódios.

O recomeço no iatismo é encarado com tranquilidade. "Vejo o 49er como um barco interessante e a ideia é velejar sem compromisso nenhum. Por enquanto, quero aproveitar o privilégio de fazer o que gosto, sem ambição de ser medalhista olímpico de novo. Até porque tenho uma montanha enorme na minha frente. Não tenho background nesse barco. E você toma muita surra no início. Mas estou gostando e o Gabriel é um excelente proeiro (ele fez dupla com Marco Grael no Rio-2016 e terminou em 11º lugar). O tempo vai mostrar até que nível podemos chegar e o próximo ano é decisivo", afirma Robert.

Sem descanso - Os treinos na nova categoria começaram em novembro do ano passado, na Itália, mais especificamente no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. A rotina tem sido exigido muito esforço físico. "As exigências na 49er são diferentes em relação às minhas experiências anteriores. Na Laser, por exemplo, o trabalho é de resistência e alguma força. Agora, as pernas são muito exigidas, pois só se veleja em pé. É preciso velocidade para cruzar o barco. Você apanha muito no começo, mas estou gostando", conta Robert, que convive com tombos, arranhões e apresenta os joelhos constantemente ‘ralados’.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 14/1/2017
Assunto: Scheidt estreia em nova classe do iatismo neste sábado, em Miami
  Bicampeão olímpico faz primeira competição na 49er no Miami Mid Winters como forma de preparação para a Copa do Mundo de Vela, no final do mês, nos Estados Unidos

Em nova fase na carreira, Robert Scheidt disputa o Miami Mid Winters, nos Estados Unidos, neste sábado (14). Trata-se da estréia do bicampeão olímpico na classe 49er. Após o quarto lugar nos Jogos do Rio de Janeiro, o atleta de 43 anos decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no mundo do iatismo. A ideia desse recomeço no esporte surgiu a partir do convite de Gabriel Borges, agora seu novo parceiro.

Robert encara a disputa como preparação para a etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro. "Vai ser um bom treino para a World Cup, na segunda quinzena deste mês. Por ser a nossa primeira competição, não dá para esperar muito em termos de resultado. Mas vai ser uma grande adrenalina, juntar todo mundo na mesma raia, enfrentar a largada e tudo o que pode acontecer. Passar por essa somatória de eventos vai ser importante, uma ótima oportunidade de sentir como é uma competição nessa nova classe. Vamos sentir as dificuldades e tentar melhorar progressivamente", disse Robert, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A única preocupação de Scheidt em Miami fica por conta da velocidade da regata. "Ontem (quinta-feira) foi o nosso segundo dia de treinos aqui em Miami e tem sido bem legal. Só torcemos para não ventar demais, porque nesse começo em uma nova classe, o vento forte dificulta muito, porque complica para dominar o barco", avaliou. Após as regatas nos Estados Unidos, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

O desafio na 49er abre a possibilidade de um novo ciclo olímpico até os Jogos de Tóquio. "Sempre imaginei que a Rio/2016 fosse a minha última Olimpíada. Eu estava sem definição do que iria fazer quando o Gabriel me ligou perguntando se eu gostaria de testar o 49er. E pensei: ‘Por que não tentar uma categoria nova?’ Ainda tenho lenha para queimar e essa é uma nova motivação. Vamos em frente e deixar as coisas acontecerem até decidirmos se essa empreitada pode se transformar em ciclo olímpico", contou o maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos, com cinco pódios.

O recomeço no iatismo é encarado com tranquilidade. "Vejo o 49er como um barco interessante e a ideia é velejar sem compromisso nenhum. Por enquanto, quero aproveitar o privilégio de fazer o que gosto, sem ambição de ser medalhista olímpico de novo. Até porque tenho uma montanha enorme na minha frente. Não tenho background nesse barco. E você toma muita surra no início. Mas estou gostando e o Gabriel é um excelente proeiro (ele fez dupla com Marco Grael no Rio-2016 e terminou em 11º lugar). O tempo vai mostrar até que nível podemos chegar e o próximo ano é decisivo", afirma Robert.

Sem descanso - Os treinos na nova categoria começaram em novembro do ano passado, na Itália, mais especificamente no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. A rotina tem sido exigido muito esforço físico. "As exigências na 49er são diferentes em relação às minhas experiências anteriores. Na Laser, por exemplo, o trabalho é de resistência e alguma força. Agora, as pernas são muito exigidas, pois só se veleja em pé. É preciso velocidade para cruzar o barco. Você apanha muito no começo, mas estou gostando", conta Robert, que convive com tombos, arranhões e apresenta os joelhos constantemente ‘ralados’.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 3/1/2017
Assunto: Scheidt encara novo desafio na 49er
  Após o quarto lugar na Rio/2016, maior medalhista olímpico do Brasil testa a classe 49er. Ao lado de Gabriel Borges, fará a estreia na etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro

Robert Scheidt é um atleta amador no mais puro conceito da expressão. Ele simplesmente ama velejar. Por isso, aos 43 anos, o bicampeão olímpico vai se aventurar por novos mares. Após o quarto lugar nos Jogos do Rio de Janeiro, ele afastou a possibilidade de aposentadoria e agora se prepara para encarar o desafio da classe 49er, um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no mundo do iatismo. A ideia desse recomeço na carreira surgiu a partir do convite de Gabriel Borges. A estreia da nova dupla está marcada para a etapa de Miami da Copa do Mundo, de 22 a 29 de janeiro.

"Muita gente me perguntou por que continuar velejando. A verdade é que eu adoro. Gosto de velejar, de ter um desafio na vida, um objetivo pelo qual lutar. Sempre quero melhorar, conhecer mais a vela, isso me motiva", afirma o maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos, com cinco pódios. O desafio abre a possibilidade de um novo ciclo olímpico até os Jogos de Tóquio. "Sempre imaginei que a Rio/2016 fosse a minha última. Semanas depois, eu estava sem definição do que iria fazer. Então o Gabriel me ligou perguntando se eu gostaria de testar o 49er. E pensei: "Por que não tentar uma categoria nova? Ainda tenho lenha para queimar e uma nova categoria é uma nova motivação. Vamos em frente e deixar as coisas acontecerem até decidirmos se essa empreitada pode se transformar em ciclo olímpico."

O recomeço no iatismo é encarado com tranquilidade. "Vejo o 49er como um barco interessante e ideia é velejar sem compromisso nenhum. Por enquanto, quero aproveitar o privilégio de fazer o que gosto, sem ambição de ser medalhista olímpico de novo. Até porque tenho uma montanha enorme na minha frente. Não tenho background nesse barco. E você toma muita surra no início. Mas estou gostando e o Gabriel é um excelente proeiro (ele fez dupla com Marco Grael no Rio-2016 e terminou em 11º lugar). O tempo vai mostrar até que nível podemos chegar e o próximo ano é decisivo", afirma Robert, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

Sem descanso - Os treinos na nova categoria começaram cerca de um mês após a Rio 2016, na Itália, mais especificamente no Lago di Garda, onde Robert mora com a família. A rotina tem sido exigido muito esforço físico. "As exigências na 49er são diferentes em relação às minhas experiências anteriores. Na Laser, por exemplo, o trabalho é de resistência e alguma força. Agora, as pernas são muito exigidas, pois só se veleja em pé. É preciso velocidade para cruzar o barco. Você apanha muito no começo, mas estou gostando", conta Robert, que convive com tombos, arranhões e apresenta os joelhos constantemente ‘ralados’.

Após a estreia em Miami, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre, e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa. Em 2016, porém, Robert voltou a competir após a Rio/2016. Conquistou a medalha de bronze na Star Sailors League (SSL), em Nassau, nas Bahamas, em dezembro. Em seu retorno à classe Star, após dois anos dedicados ao ciclo olímpico na Laser, velejou ao lado Henry Boenning, o Maguila, e subiu ao pódio em uma competição que reuniu os melhores do mundo.

Além da 49er, Scheidt recebeu propostas para navegar em barcos da vela oceânica, para trabalhar como técnico e também cogitou investir na classe Nacra 17, que é mista. Nesse caso, poderia velejar com a esposa, Gintare. Mas ela é da Lituânia, o que significa que não poderiam competir juntos em uma Olimpíada. Com isso, ela não trocara a Laser por um catamarã. "Tem toda a questão do patriotismo. Acho que se ela fizer outra campanha olímpica, faria mais uma de Laser, pois é jovem, tem apenas 34 anos", explica Scheidt. Ele encerrou os treinos de 49er no Rio de Janeiro no dia 22 de dezembro e voltou para a Itália para os festejos de final de ano com a família.

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Postado em 4/12/2016
Assunto: Scheidt conquista medalha de bronze na sua volta à classe Star
  Ao lado de Henry Boenning, o Maguila, bicampeão olímpico subiu ao pódio na Star Sailors League, nas Bahamas, após dois anos de dedicação exclusiva a Laser

Robert Scheidt é medalha de bronze na Star Sailors League (SSL), em Nassau, nas Bahamas. Em seu retorno à classe Star após dois anos dedicados ao ciclo olímpico da Rio 2016 na Laser, velejou ao lado Henry Boenning, o Maguila, e subiu ao pódio logo na primeira competição. "Foi um ótimo resultado. Eu não velejava de Star há muito tempo e logo no meu primeiro campeonato com o Maguila chegamos ao pódio", disse o bicampeão e maior medalhista brasileiro em Olimpíadas.

A decisão da SSL foi no sábado, 3 de dezembro, e não faltou emoção com as disputas em sistema de eliminatórias. Scheidt e Maguila ganharam as quartas de final e chegaram em segundo na semi para, na sequência, conquistar o bronze. A dupla brasileira chegou a liderar a primeira das quatro pernas da regata final, mas foi ultrapassada pelos norte-americanos Mendelblat e Fatih e pelos franceses Rohart e Ponsot, campeões e vice, respectivamente. "Tivemos a chance de vencer, mas em uma regata decisiva é preciso escolher um dos lados da raia, não adianta ficar no meio. Tomamos a decisão que achamos correta. Mas o importante é chegar ao pódio", analisou o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

As regatas deste sábado (3) foram disputadas com vento nordeste entre 12 e 14 nós na Baía de Montagu e a eliminação de três tripulações a cada regata garantiu uma dosa extra de dramaticidade às quartas de final e semifinal, que reuniram oito e seis barcos, respectivamente. A final contou com quatro duplas. Os vencedores da primeira fase, Negri e Lambertenghi, da Itália, juntaram-se aos três primeiros da semifinal, os timoneiros Scheidt, Rohart e Mendelblat. Os italianos dominaram a fase de classificação e mais uma vez acabaram em quarto lugar, a exemplo de 2013 em Nassau e do SSL City Grand Slam de Hamburgo (ALE) deste ano.

A SSL Finals 2016 distribuiu premiação geral de US$ 200 mil, sendo US$ 40 mil para os campeões, US$ 30 mil para os segundos colocados e US$ 25 mil para os terceiros. Neste ano, a competição reuniu 25 duplas, incluindo 16 medalhistas olímpicos, campeões mundiais, além de vencedores de America’s Cup e Regata Volta ao Mundo. Os campeões somaram quatro mil pontos no ranking da SSL.

Classificação da SSL Finals 2016

1) Mendelblat/Fatih (USA)
2) Rohart/Ponsot (FRA)
3) Scheidt/Maguila (BRA)
4) Negri/Lambertenghi (ITA)
5) Polgar/Koy (ALE)
6) Szabo (EUA)/Natucci (ITA)
7) Kuznierewicz/Zycki (POL)
8) Christensen/Milrie (DEN)
9) Stipanovic/Sitic (CRO)
10) Fantela/Arapovic (CRO)

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Postado em 3/12/2016
Assunto: Scheidt luta pelo título da Star Sailors League neste sábado
  Ao lado de Henry Boenning, o Maguila, bicampeão olímpico terminou a fase de classificação no top 3 em Nassau e pode conquistar o primeiro título da classe Star após dois anos de dedicação exclusiva à classe Laser

Robert Scheidt confirmou o top 3 na fase de classificação da Star Sailors League (SSL), em Nassau e disputa as quartas de final neste sábado (3), a partir das 14h (de Brasília). Ao lado Henry Boenning, o Maguila, o maior medalhista olímpico do Brasil lutará por uma vaga na semifinal e final em regatas eliminatórias, ambas disputadas em sequência. As disputas podem ser acompanhadas ao vivo pela internet por meio do site www.final.starsailors.com.

Nesta sexta-feira (2), a dupla brasileira encerrou sua participação na primeira fase da SSL com um 6º e um 12º lugares. Com isso, confirmou a terceira colocação, com 51 pontos perdidos. Os italianos Diego Negri e Sergio Lambertenghi terminaram na liderança, com 43 pontos perdidos, e passaram direto para a final, enquanto os norte-americanos Mark Mendelblat e Brian Fatih ficaram em segundo, com 45 pontos, e velejam a partir da semifinal.

Apesar de ter permanecido dois anos afastado da classe Star em função do ciclo olímpico na Laser para a Rio 2016, Scheidt prova que não ‘perdeu a mão’ na Star e segue firme na briga pelo bicampeonato da SSL Finals. Em 2013, conquistou o título ao lado de Bruno Prada. "Tentamos chegar no segundo lugar geral e passar diretamente para a semifinal, o que seria realmente uma grande vantagem, mas não deu. O terceiro lugar entre os 25 barcos que reuniram alguns dos melhores velejadores do mundo mostra que estamos consistentes e fortes para lutar pelo título. Vamos encarar uma regata de cada vez. Primeiro as quartas, depois a semi e finalmente a grande decisão. Estamos confiantes ", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

O Brasil entrou na disputa da Star Sailors League (SSL) com três barcos. Mas após 11 regatas, apenas Scheidt e Boenning avançaram para a fase decisiva nas Bahamas. As duplas Torben Grael e Guilherme de Almeida e Jorge Zarif e Bruno Prada não conseguiram se manter entre os dez primeiros colocados na etapa de classificação e foram eliminados. Grael e Almeida terminaram em 18º, enquanto Zarif e Prada ficaram em 21º.

A Star Sailors League reúne os 25 melhores timoneiros e proeiros da temporada de 2016. Todos estão em busca da premiação geral de 200 mil dólares (cerca de 650 mil reais). Entre as 25 duplas que formam a flotilha, estão 16 campões mundiais e seis medalhistas de ouro em Olimpíada.

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Postado em 2/12/2016
Assunto: Scheidt e Boenning estão no top 3 e ficam mais perto da decisão
  Dupla brasileira disputa as duas últimas regatas da fase de classificação nesta sexta-feira (2) já focada nas finais de sábado (3). Nesta quinta-feira, Scheidt e Boenning tiveram um dia difícil em Nassau e caíram da liderança para a terceira posição

Robert Scheidt segue no top 3 rumo às finais da Star Sailors League (SSL), em Nassau. Nesta sexta-feira (2), duas regatas encerram a primeira fase e os 10 barcos mais bem classificados avançam para a decisão, sábado (3), quando acontecem as quartas-de-final, semifinal e final, sempre em disputas eliminatórias. Ao lado Henry Boenning, o Maguila, o maior medalhista olímpico do Brasil luta pelo bicampeonato nas Bahamas.

A quinta-feira (1) reservou as maiores dificuldades para Scheidt/Maguila nesta edição da SSL. Nas três regatas do dia, a dupla não conseguiu velejar na frente. Com isso, obteve um 16º, 11º e 5º lugares e caiu da liderança geral para o terceiro lugar, com 33 pontos perdidos. A ponta da tabela agora é ocupada pelos norte-americanos Mark Mendelblatt e Brian Fatih, com 24 pontos perdidos, seguidos pelos Diego Negri e Sergio Lambertenghi, com 30. Os demais brasileiros na disputa estão fora do top 10. Torben Grael e Guilherme de Almeida estão em 17º (111 pontos perdidos), enquanto Jorge Zarif e Bruno Prada aparecem em 18º lugar (127 pontos perdidos).

Apesar de ter permanecido dois anos afastado da classe Star em função do ciclo olímpico na Laser para a Rio 2016, Scheidt prova que não ‘perdeu a mão’ na Star. Tanto que segue na firme na briga pelo bicampeonato. Em 2013, venceu a primeira edição da SSL Finals ao lado de Bruno Prada. "Vamos lutar, neste último dia da classificação, pelo segundo lugar geral, o que garante a passagem diretamente para a semifinal. Seria uma grande vantagem, porém, o mais o importante é passar de fase. Com previsão de vento fraco, tudo é possível. São apenas três pontos de diferença para os italianos. Dá para buscar", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A Star Sailors League reúne os 25 melhores timoneiros e proeiros da temporada de 2016. Todos estão em busca da premiação geral de 200 mil dólares (cerca de 650 mil reais). Entre as 25 duplas que formam a flotilha, estão 16 campões mundiais e seis medalhistas de ouro em Olimpíada.

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Postado em 1/12/2016
Assunto: Scheidt e Boenning assumem a liderança da Star Sailors League
  Bicampeão olímpico mantém regularidade no segundo dia de competições em Nassau para assumir a ponta

Robert Scheidt é reconhecido como um dos maiores velejadores da história. E não é por acaso. Após dois anos afastado da classe Star em função do ciclo olímpico na Laser para a Rio 2016, o brasileiro protagoniza um retorno em grande estilo. Ao lado Henry Boenning, o Maguila, o bicampeão olímpico lidera Star Sailors League (SSL), disputada em Nassau, nas Bahamas, e segue ao sabor do vento em busca do título.

Scheidt/Boenning assumiu a ponta na tabela da SSL com os resultados obtidos nas quatro regatas da quarta-feira (30), segundo dia de disputas. Após um 1º e um 7º lugares na estreia, na terça-feira (29), a dupla brasileira mostrou regularidade extrema e completou as provas seguintes em 2º, 3º, 3º e 1º lugares. Com isso, tem 10 pontos perdidos e está à frente dos italianos Negri/Lambertenghi (12 pontos perdidos) e dos norte-americanos Mendelblat/Fatih (14), segundo e terceiro colocados na classificação geral, respectivamente. Nesta quinta-feira (1), os atletas voltam ao mar para a sequência da competição que termina sábado (3).

Robert está em Nassau em busca do bicampeonato. Ao lado de Bruno Prada, venceu a primeira edição da SSL Finals, em 2013, também nas Bahamas. "Conseguimos administrar bem a pressão dos adversários e fizemos escolhas acertadas ao longo das regatas. Vamos trabalhar para seguir assim até o final. Nesta primeira etapa da disputa, nosso objetivo é nos mantermos entre os dez primeiros para garantirmos vaga nas quartas de final", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Além de Scheidt/Boenning, o Brasil é representado por mais duas duplas em Nassau. Torben Grael/Guilherme de Allmeida está em 14º, enquanto Jorge Zarif/Bruno Prada ocupa o 16º lugar. Depois de 11 regatas (um descarte), previstas até sexta-feira (2), apenas dez dos 25 barcos que iniciaram a disputa seguirão às quartas de final da Star Sailors League, que reúne os melhores timoneiros e proeiros da temporada de 2016. Todos estão em busca da premiação geral de 200 mil dólares (cerca de 650 mil reais). Nessa flotilha, estão 16 campões mundiais e seis medalhistas de ouro em Olimpíada.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 30/11/2016
Assunto: Scheidt retorna a classe Star com vitória em Nassau
  Bicampeão olímpico disputa a Star Sailors League (SSL), nas Bahamas, e estreia com um primeiro e um sétimo lugares, resultados que garantem a terceira posição na classificação da competição que termina domingo (4/12)

Dono de cinco medalhas em Olimpíadas e 14 títulos mundiais, Robert Scheidt está de volta a classe Star. Depois do quatro lugar na Olimpíada do Rio de Janeiro na Laser, o bicampeão olímpico disputa a Star Sailors League (SSL), em Nassau, nas Bahamas. E começou bem. Na abertura da competição, nesta terça-feira (28), o brasileiro venceu a primeira regata e chegou em sétimo na segunda. Com isso, ocupa a terceira posição na classificação geral da disputa que termina domingo (4/12).

Ao lado de Bruno Prada, Scheidt venceu a primeira edição da SSL Finals, em 2013, em Nassau. Neste ano, luta pelo bicampeonato velejando ao lado de Henry Boening, o Maguila. "Só não estive em Nassau em 2015, devido à campanha olímpica. É uma oportunidade de retornar à Star em nível altíssimo, em um lugar privilegiado. É isso que me atrai na SSL Finals. Não tivemos muito tempo para treinar, mas a tendência é evoluirmos durante a competição", disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Velejar com o Robert é um prazer. É um amigo e um ídolo. Quero fazer o melhor trabalho possível, como faço há 11 anos na Star", completou Maguila.

Após o primeiro dia de regatas em Nassau, a liderança é da dupla italiana formada por Diego Negri e Sergio Lambertenghi, que fez um terceiro e um segundo lugares, e tem 5 pontos perdidos. Em segundo lugar estão os norte-americanos Mark Mendelblatt e Brian Fatih, com 6 pontos perdidos após um segundo e um quarto lugares. Robert e Maguila fecham o top 3 com 8 pontos perdidos. Mais dois barcos brasileiros estão na disputa. Jorge Zarif e Bruno Prada aparecem em quinto (10 pontos perdidos), enquanto Torben Grael e Guilherme De almeida estão em 22º (43 pontos perdidos). As regatas prosseguem na tarde desta quarta-feira (30).

A Star Sailors League reúne os 25 melhores timoneiros e proeiros da temporada de 2016. Todos estão em busca da premiação geral de 200 mil dólares (cerca de 650 mil reais). "Depois de dois anos ausente da classe Star em função do clico olímpico na Laser, é um prazer voltar a velejar neste lugar maravilhoso que é Nassau e em um barco que eu tanto gosto, que é o Star. Além disso temos um alto nível de competição. Das 25 duplas, temos 16 campões mundiais e seis medalhistas de ouro em Olimpíada", completou Scheidt que, além do título em 2013, foi quinto colocado em 2014, velejando com Bruno Prada nas duas edições.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 12/10/2016
Assunto: Star Sailors League é o próximo desafio de Robert Scheidt
  Após os Jogos Rio 2016 principal atleta olímpico do País volta às Bahamas onde conquistou a primeira edição da Star Sailors League

As cinco medalhas olímpicas e os 14 títulos mundiais de Robert Scheidt confirmaram, logo no primeiro ano de existência da Star Sailors League (SSL), a força da liga criada pelos próprios velejadores da classe Star. Ao lado de Bruno Prada, o bicampeão olímpico da Laser venceu a edição inaugural da SSL Finals em dezembro de 2013, em Nassau. Neste ano, Scheidt estará de volta às Bahamas entre 28 de novembro e 4 de dezembro em busca do segundo título.

Depois da quarta colocação na Laser nos Jogos Rio 2016, Scheidt terá a oportunidade de retornar à classe que lhe rendeu duas medalhas olímpicas e três títulos mundiais. "Acho que será um campeonato diferente em relação ao que fizemos em 2013, quando eu e o Bruno vínhamos de um ciclo olímpico. Velejei pouco de Star nos últimos três anos e preciso recuperar o ritmo", considera Scheidt que neste ano correrá ao lado de Henry Boening, o Maguila. O ciclo olímpico de Star culminou com a medalha de bronze para a dupla brasileira nos Jogos Londres 2012.

"Teremos agora em outubro uma semana para treinos intensivos no Rio de Janeiro. Já velejei algumas vezes com o Maguila. É um excelente proeiro e podemos fazer um bom resultado em Nassau", revela Scheidt que pretende chegar às Bahamas alguns dias antes do início da competição para treinar e fazer os ajustes finais na própria raia onde serão disputadas as regatas com os 25 melhores timoneiros e proeiros da temporada de 2016. Maguila ocupa a 12ª colocação no ranking da SSL.

Diante da necessidade de obter ritmo em período reduzido, Scheidt acredita que poderá contar com situação favorável em Nassau. "Preferimos vento forte e as condições na raia costumam apresentar vento de médio para forte, o que seria ideal para nós. Vamos correr contra velejadores muito bons e tenho a certeza de que esta será uma edição especial da SSL Finals com muitas estrelas mundiais, medalhistas olímpicos do Rio e meus adversários da Laser. Será fantástico e estou super animado", prevê Scheidt.

No embalo dos Jogos Rio 2016 - O paulista de 43 anos afirma que não é possível apontar apenas um favorito entre tantos velejadores consagrados, mas cita os nomes de timoneiros que considera candidatos ao pódio: Torben Grael, Xavier Rohart (FRA), George Szabo (EUA), Augie Diaz (EUA), Diego Negri (ITA), além dos campeões olímpicos deste ano no Rio de Janeiro, Tom Burton (AUS) na classe Laser e Sime Fantela (CRO), na 470.

"A SSL está ganhando a cada dia mais reconhecimento internacional. O nível dos velejadores confirma a evolução e é muito importante para nós que se torne um evento ainda mais global em favor não apenas da classe Star, mas da vela de uma forma geral", destaca Scheidt. A SSL Finals distribui premiação geral de 200 mil dólares (cerca de 650 mil reais). Além do título em 2013, Scheidt foi quinto colocado em 2014, velejando com Bruno Prada nas duas edições. Boening ficou em quarto lugar em 2014 ao lado de Jorge Zarif.

Rachele Vitello
Ary Pereira Jr
MTb: 23.297
   
Postado em 16/8/2016
Assunto: Scheidt vence medal race e termina Rio 2016 em quarto lugar
  Bicampeão olímpico mostra porque é um mito na classe Laser, mas, apesar do resultado, fica a quatro pontos do bronze

Rio de Janeiro (RJ) - Robert Scheidt venceu a medal race da classe Laser nesta terça-feira (16) e terminou na quarta colocação na Rio 2016. Apesar de fazer a sua parte em uma grande apresentação, a combinação de resultados necessária para a conquista da sexta medalha olímpica não ocorreu. Isso porque o neozelandês Sam Meech, com quem disputava um lugar no pódio, terminou em quarto lugar. Para conquistar a medalha de bronze, o bicampeão olímpico precisaria que ele ficasse em sexto na prova, além de chegar à frente do francês Jean Bernaz e do britânico Nick Thompson. O ouro ficou com o australiano Tom Burton e a prata com o croata Tonci Stipanovic.

"Foi um dia de sensações bem diversas. Vamos começar pelo lado positivo, ganhei a medal race em um dia maravilhoso, com a energia dessa torcida toda. Foi minha última regata olímpica na Laser e terminar com vitória é muito especial. Por outro lado, não cheguei ao meu objetivo final, que era a medalha olímpica. Sabia que eu ainda tinha uma chance pequena, lutei com todas as armas, quase deu, mas o neozelandês teve muito sangue frio para segurar a posição. Fiz o que deu para fazer e a verdade é que tive uma semana de altos e baixos e eles foram um pouco mais consistentes. Não foi uma semana ruim. Mas vendo pelo lado positivo, o reconhecimento da torcida foi demais. Estou um pouco triste e nas próximas semanas vou melhorar, analisar tudo com calma e pensar no futuro", disse Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Scheidt assumiu à liderança logo no início da medal race, mas o neozelandês também fez uma boa prova. Perdeu a terceira posição nos momentos finais da regata, mas foi o suficiente para garantir o bronze. O bicampeão olímpico confessou que, apesar da vitória de ponta a ponta, ficou o tempo todo olhando para trás. "Minha preocupação era o que fazer para conquistar a medalha e vencer apenas não bastava. Até pensei em frear um pouco o barco para tentar criar uma situação que gerasse alguma punição para o neozelandês, mas o francês me passaria e não adiantaria nada. A verdade é que muita gente duvidava que eu poderia ser competitivo aos 43 anos e eu provei o contrário", acrescentou.

Robert revelou ter se superado para a medal race. "Superei a tristeza do sábado, quando entrei na água a três pontos do ouro e tive um dia ruim, terminando a dez do bronze. Mas entrei de alma lavada na regata da medalha, preparado para velejar bem em minha última regata olímpica na Laser", completou o maior medalhista olímpico da história do Brasil. Sobre o futuro, ele ainda quer dar tempo ao tempo. "Vou analisar tudo com calma. Está na hora de surgir uma nova geração para dar continuidade ao legado do Brasil na Laser. Sobre competir em outra classe, ainda não sei".

Gintare termina em sétimo - A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, completou a medal race em 4º lugar nesta terça-feira e encerrou sua participação na Rio 2016 com a 7º posição na classificação geral.

Classificação final
1) Tom Burton(AUS) - 73pp
2) Tonci Stipanovic (CRO) - 75pp
3) Sam Meech (NZL) - 85pp
4) Robert Scheidt (BRA) - 89pp
5) Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 90pp
6) Nick Thompson (GBR) - 103pp
7) Pavlos Kontides (CYP) - 104pp
8) Juan Ignacio Maegli (GUA) - 117pp
9) Rutger Van Schaardenburg (HOL) - 118pp
10) Julio Alsogaray (ARG) - 129pp

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 13/8/2016
Assunto: Scheidt vai lutar pela medalha de bronze na Rio 2016
  Bicampeão olímpico tem dia difícil na Marina da Glória, cai para a 5a. posição na classificação geral, mas segue vivo na busca de sua sexta medalha em Olimpíadas

Rio de Janeiro (RJ) - Maior medalhista olímpico da história do Brasil, Robert Scheidt vai lutar pelo pódio na medal race, a última regata da Rio 2016, na próxima segunda-feira (15). Neste sábado (13), os ventos não foram favoráveis ao brasileiro, que fez um 26º e um 11º e caiu da vice-liderança para o 5º lugar na classificação geral da classe Laser, com 87 pontos perdidos. Com isso, as chances agora são de medalha de bronze. Isso porque está a dez pontos do terceiro colocado, o neozelandês Sam Meech (77 pontos perdidos). Matematicamente, não pode mais alcançar os líderes Tonci Stipanovic, da Croácia, e Tom Burton, da Austrália, que têm 57 e 67 pontos perdidos, respectivamente.

A disputa promete ser acirrada para Scheidt. Além de bater Meech, ele precisará superar também o francês Jean Baptiste Bernaz, que ocupa a quarta posição na classificação geral, com 86 pontos perdidos, apenas 1 ponto a menos que o brasileiro. A flotilha da medal race terá apenas 10 barcos, com pontuação dobrada. Para conquistar sua sexta medalha olímpica, Robert precisa ficar pelo menos 6 posições à frente de Meech e à frente de Bernaz e do britânico Nick Thompson (sexto colocado, com os mesmos 87 pontos perdidos que Scheidt).

""Hoje não fui bem. Estava um dia lindo, com vento, velejei abaixo do que eu sei, principalmente na primeira prova. Não larguei tão bem e o princípio da regata me custou muito. Insisti muito pelo lado esquerdo e não deu certo. Com isso a pontuação embaralhou muito e agora preciso de uma combinação de resultados na medal race. Não é impossível, mas é uma situação bem mais difícil. Mas vamos lutar para recuperar esses pontos, vou entrar na regata da medalha para tentar ganhar, sendo mais agressivo", afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Gintare sobe para sexto - A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 4º e um 11º lugares nas regatas deste sábado. Com isso, subiu da 8º para a 6º colocação na classificação geral, com 82 pontos perdidos.

Classificação geral - após 10 regatas
1) Tonci Stipanovic (CRO) - 57pp
2) Tom Burton(AUS) - 67pp
3) Sam Meech (NZL) - 77pp
4) Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 86pp
5) Robert Scheidt (BRA) - 87pp
6) Nick Thompson (GBR) - 87pp
7) Pavlos Kontides (CYP) - 92pp
8) Juan Ignacio Maegli (GUA) - 103pp
9) Julio Alsogaray (ARG) - 107pp
10) Rutger Van Schaardenburg (HOL) - 108pp

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr
   
Postado em 12/8/2016
Assunto: Scheidt confirma regularidade e assume a vice-liderança na Rio 2016
  Bicampeão olímpico faz um quarto e um quinto lugares nas regatas desta sexta-feira (12) e segue mais vivo que nunca na luta pela sexta medalha em Jogos Olímpicos

Ao sabor do vento e da torcida brasileira, Robert Scheidt segue sua escalada rumo ao pódio da Rio 2016. A regularidade do bicampeão olímpico foi a marca de sua atuação nesta sexta-feira (12) na classe Laser, nas duas regatas disputadas na raia Copacabana. Com um 4º e um 5º lugares, o brasileiro subiu da quarta para a segunda posição, com 50 pontos perdidos. Ele está apenas 3 pontos atrás do líder, o croata Toni Stipanovic, e tem 2 de vantagem para o terceiro colocado, o australiano Tom Burton. Neste sábado (13) serão realizadas as duas últimas provas da fase classificatória. Os 10 melhores disputam a decisiva medal race na segunda-feira (15).

Nos três primeiros dias de regatas nas águas cariocas, Robert teve problemas nas regatas de abertura das sessões (23º, 27º e 11º lugares). Nesta sexta, parecia que a história se repetiria. O brasileiro passou pela primeira boia na 24º posição, porém, com uma recuperação digna de campeão olímpico, foi ultrapassando os adversários para cruzar a linha de chegada em 4º lugar. Na segunda disputa, Scheidt saiu em 10º e logo subiu para 4º na segunda perna, mantendo-se na briga pela ponta até finalizar em quinto.

"Tenho conseguido me manter entre os ponteiros e subir para o segundo lugar me deixa confiante para chegar bem na disputa da medal race na segunda-feira. O foco é sempre o pódio", afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Gintare segue em oitavo - A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 13º e um 21º lugares nas regatas desta sexta-feira. Com isso, está na 8º colocação na classificação geral, com 68 pontos perdidos.

Classificação geral - após 8 regatas
1) Tonci Stipanovic (CRO) - 47pp
2) Robert Scheidt (BRA) - 50pp
3) Tom Burton(AUS) - 52pp
4) Nick Thompson (GBR) - 59pp
5) Rutger Van Schaardenburg (HOL) - 63pp
6) Sam Meech (NZL) - 64pp
7) Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 65pp
8) Julio Alsogaray (ARG) - 73pp
9) Francesco Marrai (ITA) - 73pp
10) Pavlos Kontides (CYP) - 75pp

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 10/8/2016
Assunto: Scheidt sobe para quarto e entra de vez na briga por medalha no Rio
  Bicampeão olímpico apresentou a tradicional regularidade e, com 11º e 2º lugares nas regatas desta quarta-feira (10), subiu da 8a. para 4a. posição na classe Laser

Rio de Janeiro (RJ) - Após dois dias de uma verdadeira montanha russa sobre as ondas, oscilando entre resultados medianos e posições de liderança nas quatro provas iniciais, Roberto Scheidt conseguiu apresentar sua famosa regularidade na Rio 2016. Favorecido por ventos de até 20 nós, obteve 11º e 2º lugares nas regatas desta quarta-feira (10), disputadas fora da Baía, na raia Copacabana. Os resultados colocam o bicampeão olímpico na briga direta por medalhas na classe Laser. Scheidt soma 41 pontos perdidos e está em quarto lugar, a 4 pontos do terceiro, o holandês Rutge van Schaardenburg e a 6 do britânico Nick Thompson, segundo colocado. O líder é o croata Tonci Stipanovic, com 26.

"Como eu já esperava, a disputa está sendo muito dura aqui no Rio de Janeiro. Felizmente hoje (quarta-feira, 10) consegui melhorar. Na primeira regata fiz uma boa recuperação e na segunda velejei bem. Subir para o quarto lugar aumenta minha confiança para chegar forte na medal race e lutar com todas as minhas forças pela sexta medalha olímpica", afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. A regata da medalha será na próxima segunda-feira (15).

O terceiro dia de disputas do iatismo da Rio 2016 marcou a primeira vez que Robert terminou entre os melhores em duas regatas seguidas na competição. Na estreia, segunda-feira (8), ele finalizou a primeira disputa na 23º posição. Na segunda prova da classe Laser, esteve na frente de ponta a ponta e cruzou a linha de chegada em primeiro. Na terça, teve problemas e terminou em 27º na primeira flotilha. Na sequência, voltou para a água disposto a se recuperar novamente e conseguiu um quarto lugar. O bicampeão olímpico brasileiro folga nesta quinta-feira (11) e volta a competir na sexta (12).

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Gintare segue em sexto - A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 12º e um 5º lugares nas regatas desta quarta-feira. Com isso, segue na 6º colocação na classificação geral, com 34 pontos perdidos.

Classificação geral - após 6 regatas
1) Tonci Stipanovic (CRO) - 26pp
2) Nick Thompson (GBR) - 35pp
3) Rutger Van Schaardenburg (NED) - 37pp
4) Robert Scheidt (BRA) - 41pp
5) Tom Burton(AUS) - 43pp
6) Julio Alsogaray (ARG) - 45pp
7) Sam Meech (NZL) - 45pp
8) Sergei Komissarov (RUS) - 47pp
9) Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 47pp
10) Pavlos Kontides (CYP) - 53pp

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 9/8/2016
Assunto: Scheidt faz mais uma regata de recuperação e se mantém entre os 10
  Após enfrentar dificuldades na primeira prova desta terça-feira (9), bicampeão olímpico consegue o quarto lugar na segunda prova do dia e ocupa a oitava posição na classificação geral

Rio de Janeiro (RJ) - O segundo dia do iatismo na Rio 2016 trouxe uma sensação de déjà vu para Roberto Scheidt. Assim como na estreia da classe Laser na Marina da Glória, o bicampeão olímpico encarou regatas de recuperação. Na primeira prova desta terça-feira (9) - a terceira da competição - o brasileiro teve problemas e terminou em 27º. Na sequência, voltou para às águas cariocas com mais força e garra e obteve um quarto lugar. Com esses resultados, se mantém entre os dez primeiros colocados, agora na 8º colocação, com 28 pontos perdidos. A liderança passou para o argentino Julio Alsogaray, com 7 pontos perdidos.

Na estreia, segunda-feira, Schedt finalizou a primeira regata na 23º posição, para, na segunda prova da classe Laser, cruzar a linha de chegada em primeiro lugar e garantir o 7º posto na classificação geral. Depois de dois dias de superação, o brasileiro descartou seu pior resultado, o 27º desta terça, para se garantir entre os oito melhores velejadores até o momento na Rio 2016. O bicampeão olímpico brasileiro volta a competir nesta quarta-feira (10), para mais duas regatas. A organização informa o início da programação da vela para as 13h05 (de Brasília).

"Gostaria de ter sido mais regular em todas as regatas disputadas até agora. Mas, meu bons resultados em duas delas, me deixam em condições de brigar pelas primeiras posições. Como já disse, o fundamental é me manter entre os ponteiros até a decisão. Amanhã (quarta) a raia será fora da Baía e vamos aguardar", afirmou Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Gintare está em sexto - A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, somou um 8º e um 9º lugares nas regatas desta terça-feira. Com isso, conseguiu uma grande recuperação na classificação geral na categoria. Passou do 21º do primeiro dia, para a 6º colocação, com 18 pontos perdidos. Na estreia ela havia feito um primeiro e um 38º lugares. Como descartou o pior resultado, conseguiu um belo salto na tabela.

Classificação geral - após 4 regatas
1) Julio Alsogaray (ARG) - 7pp
2) Tonci Stipanovic (CRO) - 13pp
3) Sam Meech (NZL) - 14pp
4) Tom Burton(AUS) - 20pp
5) Pavlos Kontides (CYP) - 22pp
6) Juan Ignacio Maegli (GUA) - 24pp
7) Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 25pp
8) Robert Scheidt (BRA) - 28pp
9) Cy Thompson (VIR) - 28pp
10) Sergei Komissarov (RUS) - 30pp

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 8/8/2016
Assunto: Rio 2016: Scheidt mostra poder de reação
  Em busca do inédiro tricampeonato olímpico, velejador brasileiro enfrenta dificuldades na primeira regata desta segunda-feira, mas se recupera, vence a segunda prova e se mantém entre os melhores

Rio de Janeiro (RJ) - A estreia de Robert Scheidt em sua sexta Olimpíada começou estranha, mas terminou muito bem. Nesta segunda-feira (8), na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, o brasileiro finalizou a primeira regata apenas na 23 posição, porém, na sequência, se recuperou e venceu a segunda prova da classe Laser. Com isso, terminou o primeiro dia de disputas da Rio 2016 entre os top 10, ocupando a sétima posição, com 24 pontos perdidos. A liderança é do croata Tonci Stiponovic, com 6 pontos. O bicampeão olímpico brasileiro volta para a água nesta terça-feira (9), para mais duas regatas. A organização informa o início da programação da vela para as 13h05 (de Brasília).

Robert está muito bem acompanhado na luta pelo inédito tricampeonato olímpico e a sexta medalha em Jogos (além das duas douradas, tem duas pratas e um bronze). Sua mulher, Gintare Scheidt, veleja sob a bandeira da Lituânia e também está entre as favoritas para o lugar mais alto do pódio. Curiosamente, o casal teve um dia de resultados semelhantes e demonstrou grande poder de recuperação. Assim como o marido, Gintare teve dificuldades na primeira regata desta segunda-feira e terminou em 38. lugar. E assim como o marido, se recuperou na disputa seguinte para cruzar em primeiro. Na somatória, está em 21. lugar, com 39 pontos perdidos. A líder é a chinesa Lijia Xu, com 7.

O velejador de 43 anos mostrou ter força física e mental para enfrentar as adversidades de um torneio olímpico. Após os problemas na regata de estreia, voltou focado para a água e liderou a segunda bateria de ponta a ponta. "Foi importante terminar bem o dia. Agora é manter o foco na regularidade para chegar bem colocado à medal race e brigar pelo pódio. Estou no Rio em busca de uma medalha, não importa a cor. Mas, claro, se for dourada, melhor", disse Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. A disputa da classe Laser na Rio 2016 terá 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Classificação geral - após 2 regatas
1) Tonci Stipanovic (CRO) - 6pp
2) Julio Alsogaray (ARG) - 6pp
3) Sergei Komissarov (RUS) - 11pp
4) Cy Thompson (VIR) - 17pp
5) Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 21pp
6) Sam Meech (NZL) - 22pp
7) Robert Scheidt (BRA) - 24pp
8) Rutger Van Schaardenburg (HOL) - 24pp
9) Colin Cheng (SIN) - 25pp
10) Tom Burton(AUS) - 25pp

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 5/8/2016
Assunto: Scheidt inicia ‘batalha naval´ em busca da sexta medalha olímpica
  Bicampeão olímpico de 43 anos larga para a primeira regata da Rio 2016 nesta segunda-feira (8), enfrentando atletas até 20 anos mais jovens

Maior medalhista do Brasil na história na Olimpíada, Robert Scheidt inicia nesta segunda-feira (8), no Rio de Janeiro, sua jornada em busca da sexta medalha olímpica. O foco nas águas da Baia da Guanabara é o terceiro ouro (ele também tem duas pratas e um bronze), porém, o velejador de 43 anos sabe que travará verdadeiras ‘batalhas navais’ contra atletas mais jovens. A primeira regata da classe Laser está marcada para começar às 13h05. A segunda terá largada na sequência, após as disputas da RSX masculina e feminina e Laser feminina. Ao todo serão 10 regatas, duas por dia, e a medal race (regata da medalha) no dia 15.

Uma medalha no Rio de Janeiro significará marcas históricas para Robert. Se subir ao pódio, será o primeiro atleta, entre todas as classes do iatismo, a somar seis conquistas na vela. E isso em seis edições consecutivas dos Jogos, considerando todos os esportes. "Claro que sei dos importantes números que podem ser atingidos, mas eu não penso muito nisso, especialmente neste momento. Minha cabeça está nessa Olimpíada", diz Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

O fato de ser o atleta mais velho da classe Laser na Olimpíada e duelar com competidores até 20 anos mais jovens (a idade média não ultrapassa os 30 anos) não assusta Scheidt. Ele aposta justamente na experiência para conseguir a regularidade necessária para chegar à regata da medalha (medal race), no dia 15 (segunda-feira) entre os ponteiros e com chances reais de lutar pelo pódio. "Conta muito ter passado por todas as situações. Alguns atletas estão no auge da carreira, mas nunca participaram de uma Olimpíada. O fato de já ter definido medalha olímpica, já ter ganho e perdido na última regata, isso conta no final."

Os números do bicampeão olímpico Robert Scheidt comprovam o valor da regularidade como arma para conquistar um lugar no pódio. Nas campanhas do ouro em Atlanta, prata de Pequim e bronze de Londres, ele esteve entre os 10 primeiros em todas as regatas. Em Atenas, onde também foi campeão, foi top 10 em nove entre 11 provas, enquanto em Sydney chegou ao segundo lugar chegando entre os 10 primeiros sete vezes ao longo da disputa.

Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Scheidt se manteve entre os melhores do mundo - ocupa hoje o quinto lugar no ranking. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. No início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na disputa do Campeonato Mundial de Laser, em maio, em Nuevo Vallarta, no México, ele terminou em 10º lugar.

Na reta final de preparação para a Olimpíada, venceu a Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro, que teve sua segunda fase encerrada dia 20 de julho, no iate clube da capital carioca. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:
Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
Bronze : Londres/2012 (Star)

176 títulos - 86 internacionais e 90 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos neste ano.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 20/7/2016
Assunto: Scheidt vence Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro
  O maior medalhista olímpico do Brasil conquistou o título ao derrotar outros 33 velejadores de 24 países

Na reta final de preparação para a Olimpíada do Rio de Janeiro, a partir de 5 de agosto, Robert Scheidt comprova estar em grande forma e pronto para lutar pela medalha de ouro. O maior medalhista olímpico do Brasil (com cinco medalhas) venceu a classe Laser da Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro, que teve sua segunda fase encerrada nesta segunda-feira (20), no iate clube da capital carioca.

A Semana Internacional de Vela do Rio integra a fase final de treinos para os Jogos Olímpicos. E, mais uma vez, Scheidt comprovou que experiência e regularidade fazem toda a diferença no iatismo. Em uma disputa que contou com 34 inscritos, de 24 países, o brasileiro levantou o título vencendo apenas uma das oito regatas, mas confirmou sua habitual regularidade. Mantendo-se sempre nas primeiras colocações ao longo da disputa, abriu 24 pontos de vantagem sobre o canadense Lee Parkhill, vice-campeão nas águas da Baia de Guanabara.

As disputas da classe Laser nos Jogos Olímpicos começam dia 8 de agosto e Scheidt velejará em busca do tricampeonato na sua sexta e última Olimpíada. Aos 43 anos, será o atleta mais velho da sua categoria e vai duelar com competidores até 20 anos mais jovens. Motivado e extremamente bem preparado, Robert sabe que vai contar com a torcida de todos os brasileiros, além dos amigos, familiares. O clima de intimidade aumentará ainda mais porque sua mulher, a lituana Gintare também disputará os Jogos do Rio na classe Laser Radial.

Além do título desta segunda-feira, no Rio, em 2016, Scheidt soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. No início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na disputa do Campeonato Mundial de Laser, em maio, em Nuevo Vallarta, no México, ele terminou em 10º lugar. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 18/7/2016
Assunto: Experiência e regularidade são as armas na busca da 6 medalha
  Aos 43 anos, maior medalhista do Brasil da história dos Jogos vai usar o tempo como aliado no Rio de Janeiro para lutar pelo tricampeonato olímpico

Tempo. De modo geral, tempo é a medida da passagem das horas, dias, meses, anos, décadas..., mas também está relacionado à meteorologia. Para um velejador, há ainda o fator velocidade. Quem garante ‘tempos’ melhores, vence. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a partir de 5 de agosto, ninguém encarna melhor essa relação com o tempo que Robert Scheidt. Aos 43 anos, será o atleta mais velho da classe Laser na Olimpíada e vai duelar com competidores até 20 anos mais jovens. E se levar um corpo quarentão ao limite em seis dias, com regatas duplas, na Baia da Guanabara, exigirá esforço máximo, a experiência acumulada em horas, dias, meses, anos, décadas no mar, lidando com o vento em todos os continentes, será sua maior arma. O tempo, em suas diferentes vertentes, no final das contas, não é inimigo de Robert na jornada rumo ao tricampeonato olímpico, mas um grande aliado.

Bicampeão olímpico e maior medalhista do Brasil nos Jogos, com cinco medalhas, Robert Scheidt alia técnica, raça (palavra que sempre escreve no mastro de seus barcos), dedicação, talento e muita experiência. O iatismo entrou em sua vida aos 9 anos de idade e ao longo de 34 anos de carreira, ele aprendeu que regularidade é a maior arma para conquistar um lugar no pódio. Os números comprovam. Nas campanhas do ouro em Atlanta, prata de Pequim e bronze de Londres, ele esteve entre os 10 primeiros em todas as regatas. Em Atenas, onde também foi campeão, foi top 10 em nove entre 11 provas, enquanto em Sydney chegou ao segundo lugar chegando entre os 10 primeiros sete vezes ao longo da disputa.

Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Scheidt soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. No início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na disputa do Campeonato Mundial de Laser, em maio, em Nuevo Vallarta, no México, ele terminou em 10º lugar. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Casado com a lituana Gintare, que também disputará os Jogos do Rio na classe Laser Radial, Scheidt tem dois filhos e mora na Itália. Ele chega ao Rio no dia 26 deste mês.

Nesta entrevista, o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela, fala de sua preparação e expectativas para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

1- Como foi sua preparação para os Jogos Olímpicos do Rio?
Como estou com 43 anos, uma idade mais avançada em relação aos outros velejadores, o foco do treinamento é muito em cima da prevenção de lesões, nessa volta à Laser. É uma classe em que a coluna e o joelho são mais exigidos e se desgastam mais rápido. Tenho feito exercícios aeróbicos, além de musculação, mais para aumentar a resistência, e não para ganhar massa muscular como na Star. Tenho uma boa programação de exercícios, fisioterapia e acompanhamento durante as competições. Tenho me sentido muito bem, sem dor. Também precisei me reacostumar aos treinos na Laser, porque é uma classe muito solitária, na qual você não tem com quem conversar e trocar ideias. Sempre que posso, convido outros velejadores para treinar comigo.

2- Competir em casa aumenta a pressão pelo tricampeonato olímpico?
Na verdade, esta é a primeira Olimpíada a que eu chego sem ser favorito. Isso tira um pouco o peso das minhas costas, joga a responsabilidade mais em cima de outros atletas. O fato de a competição ser disputada aqui no Brasil ainda trará uma emoção maior, com o calor da torcida, dos amigos. Além do mais, estou bem acostumado com as cobranças. Tento encarar a Olimpíada como mais um campeonato. O fundamental é se preparar o melhor possível e se manter focado para executar bem aquilo para o que você treinou.

3- Entrar na água sem o peso do favoritismo ajuda?
Esta será minha olimpíada mais difícil, pelo momento que estou vivendo em função de retornar para a Laser, e o equilíbrio na classe. Claro que vou brigar por mais um pódio, sei que ainda tenho muita lenha para queimar, e estou velejando de igual para igual com os principais adversários. Tenho boas chances de medalha, sim. Mas o meu foco, agora, está em me preparar o melhor possível e treinar de forma a alcançar o auge da minha forma física nos Jogos.

4- O que espera enfrentar quando a disputa começar?
A disputa da Vela terá seis raias, três dentro e três fora da Baía de Guanabara. Isso é ótimo porque oferece todas as condições de vento e de correntes, e vai exigir muita técnica e versatilidade dos velejadores. A essa altura, os estrangeiros já conhecem a Baía de Guanabara quase tanto quanto os brasileiros. Muitos fizeram longos períodos de treinos e pesquisas no Rio de Janeiro. Será uma competição bem equilibrada.

5- A torcida dos brasileiros pode ajudar?
As regatas normalmente são disputadas longe da costa. Normalmente, a gente entra em contato com fãs e torcedores antes e depois das regatas, quando recebemos o incentivo ou os parabéns. Na Olimpíada é diferente, a proximidade com o público é maior, e isso conta muito.

6- Você vai se aposentar após os Jogos?
Tracei como objetivo deixar a vela olímpica após os Jogos do Rio de Janeiro e continuar velejando em classes de barco que exijam menos do corpo e mais da cabeça. Mas posso mudar de ideia... Com certeza não estou pensando em aposentadoria, agora. Quando chegar a hora, vou definir o que fazer.

7- Dentre tantas medalhas, há alguma especial?
É sempre difícil escolher um só acontecimento. Tive vários momentos que me marcaram muito. Acho que o mais emocionante foi a conquista da segunda medalha de ouro, na Olimpíada de Atenas/2004, porque era uma medalha que estava "engasgada", por assim dizer, desde Sydney/2000. Também foi emocionante ter sido escolhido porta-bandeira na Olimpíada de Pequim/2008. Ali foi uma emoção diferente, de representar o País, mesmo.

8- E sobre o palco olímpico, qual é a sua expectativa com a Baía de Guanabara?
Apesar de muito poluída ha vários anos, a Guanabara será um belo palco para as regatas Olímpicas, digo isso pois acredito que o lixo flutuante (que pode comprometer a performance dos barcos) será retirado pelos "Eco Boats", como no evento teste em agosto passado. Além disso, a Olimpíada acontecerá no inverno, período de menos chuvas e, portanto, menos poluição nas águas da Baía.

9- Você acredita que uma Olimpíada no Brasil pode ajudar a difundir mais esportes como o iatismo?
Espero Que sim. Eu acredito que a Olimpíada pode trazer uma visibilidade muito maior para a Vela no Brasil, incentivando mais jovens atletas a praticar, além de aproximar o público do esporte.

10- Como é ser o maior medalhista olímpico brasileiro?
Na verdade, minha ficha não caiu até agora. Ser medalhista no Brasil já é um fenômeno, imagina conquistar 5 medalhas em 5 Olimpíadas? Eu tenho orgulho da minha carreira, mas nunca deitei sobre os louros da vitória. Aliás, acho que as derrotas me ensinaram muito mais do que as vitórias, e se melhorei foi pura vontade de me auto superar, e não a ninguém, ao outro.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
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Postado em 18/7/2016
Assunto: Scheidt está no Rio de Janeiro para período de dez dias de treino
  Bicampeão olímpico intensifica treinamento para os Jogos Olímpicos na Baia de Guanabara, palco das competições de vela que começam dia 8 de agosto, na Cidade Maravilhosa

Em busca da sexta medalha olímpica, Robert Scheidt inicia a fase final de preparação para os Jogos do Rio de Janeiro com seu barco da classe Laser em águas brasileiras. Desta vez, os treinos serão no palco da disputa, que começa a partir de 5 de agosto (as regatas da vela têm início dia 8). Até o próximo dia 25 de junho, Scheidt será presença constante na Baia da Guanabara, onde vai trabalhar para se aclimatar ao máximo às condições que encontrará durante a competição na Cidade Maravilhosa.

"O ano de 2016 tem sido muito bom em termos de resultados e, consequentemente, de preparação para a Olimpíada. Por isso tem sido muito importante cumprir meu planejamento para o ano. Agora é o momento de lapidar tudo o que foi treinado, tudo que assimilei nas competições. Afinal, sempre dá para fazer pequenos ajustes e para isso conto com esse período de treinos no Rio.", afirma ele, que completa. "Depois desse período de preparação no Rio (15 a 25 de junho), retornarei à capital carioca em 7 de julho, onde farei duas pequenas competições e entrarei de vez na reta final de preparação até o início dos Jogos", antecipa o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Scheidt soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. No início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na disputa do Campeonato Mundial de Laser, em maio, em Nuevo Vallarta, no México, ele terminou em 10º lugar. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

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Postado em 18/5/2016
Assunto: Scheidt termina o Mundial em décimo lugar
  O bicampeão olímpico não repetiu a regularidade da fase classificatória nas duas últimas regatas da competição mexicana. O britânico Nick Thompson foi o campeão

Robert Scheidt segue entre os top 10 da Classe Laser. O esperado pódio não veio, mas figurar em 10º lugar em um Campeonato Mundial de alto nível e que reuniu 112 competidores mostra que o brasileiro segue no rumo certo para brigar pelo tricampeonato olímpico nos Jogos do Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira (18), em Puerto Vallarta, no México, ele não conseguiu repetir a regularidade da fase classificatória e ficou em 31º e 28º nas duas últimas regatas na competição. "Foi um dia ruim, mas temos que saber aprender com os erros e levantar a cabeça. Tem Olimpíada daqui a três meses e agora é se preparar para velejar bem no Rio de Janeiro", disse.

O britânico Nick Thompson confirmou o favoritismo e conquistou o título e o bicampeonato (ele venceu o Mundial de 2015, disputado em Kingston, no Canadá). Ele ganhou a medalha de ouro com 61 pontos perdidos, 12 pontos à frente do vice-campeão, o francês Jean-Baptiste Bernaz. O holandês Rutger Van Schaardenburg completou o pódio, surpreendendo os adversários com uma vitória e um terceiro lugar nesta quarta-feira para fechar a disputa com 88 pontos perdidos. Robert Scheidt encerrou sua participação do Campeonato Mundial com 127 pontos perdidos.

Scheidt lamentou o desempenho abaixo do esperado, mas, experiente, não se deixa abater e já mira o próximo e maior desafio da temporada 2016. "Infelizmente hoje (quarta-feira, 18) foi mais um dia difícil. Minha leitura do vento foi sempre errada. Eu fui mais pelo lado esquerdo na primeira regata e deu direito. Na segunda prova, voltei a tentar a esquerda e deu direita de novo. É uma pena, porque eu estava velejando com boa velocidade, mas pequei taticamente em algumas regatas aqui no México. No fim das contas, foi mais uma questão tática do que técnica. Agora é partir para um período de treinamento no Rio em junho e julho e me preparar para os Jogos", afirmou o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Robert Scheidt chegou ao México em busca do 12º título mundial na Classe Laser. Logo na estreia sofreu uma bandeira preta por largar escapado. Porém, na segunda regata do primeiro dia, se recuperou para cruzar em primeiro lugar. Nos dias seguintes, o bicampeão olímpico se manteve entre os líderes e, com a possibilidade de descartar o resultado ruim, terminou a fase de classificação em terceiro lugar. Na etapa decisiva, com a flotilha de ouro, composta pelos 56 melhores velejadores desse Mundial, o brasileiro teve problemas com ventos fracos e irregulares, conseguindo um 25º e um 5º lugares na segunda-feira (16) e 22º e 14º na terça-feira (17). Com isso, foi para a água no último dia ocupando a 5º posição na classificação geral, mas em um dia ruim, fechou em 10º.

Além de Robert Scheidt, o Brasil tem mais um representante na flotilha ouro do Mundial. Bruno Fontes terminou em 28º, com 231 pontos perdidos. Na flotilha prata, Lucas de Bueno finalizou em 46º, com 516 pontos. A fase classificatória do Mundial reuniu 112 velejadores representando 48 países.

Classificação - após 14 regatas e 2 descartes
1- Nick Thompson (ING) - 61 pontos perdidos
2- Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 73 pp
3- Rutger Van Schaardenburg (HOL) - 88 pp
4- Matthew Wearn (AUS) - 90 pp
5- Marco Gallo (ITA) - 93 pp
6- Tom Burton (AUS) - 101 pp
7- Tonci Stipanovic (CRO) - 118 pp
8- Philipp Buhl (ALE) - 123 pp
9- Jesper Stalheim (SUE) - 123 pp
10- Robert Scheidt (BRA) - 127 pp
28- Bruno Fontes (BRA) - 231 pp

Olimpíada do Rio - A programação da temporada 2016 é composta por etapas. Depois do Mundial, o foco agora é o objetivo máximo do ano, a Olimpíada do Rio. O planejamento inclui, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Scheidt soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 18/5/2016
Assunto: Scheidt vai brigar pelo bronze nas duas regatas finais do Mundial
  O bicampeão olímpico está em quinto lugar, a 9 pontos do terceiro, o cipriota Pavlos Kontides

Os ventos não sopraram favoráveis e Robert Scheidt teve um dia complicado no Campeonato Mundial de Laser. Nesta terça-feira (17), em Puerto Vallarta, no México, o bicampeão olímpico foi 22º na primeira regata e, apesar de melhorar seu desempenho na segunda prova, terminou em 14º lugar. Com isso, caiu do terceiro lugar para o quinto na classificação geral. Mas como não esteve sozinho no quesito desempenho irregular, pois outros adversários também não foram bem, o brasileiro entra no último dia de disputas, nesta quarta-feira (18), na briga pela medalha de bronze.

Scheidt está a 9 pontos do terceiro colocado, o cipriota Pavlos Kontides, diferença pequena e que lhe garante chances reais de chegar ao pódio no Mundial. Para isso, precisa velejar entre os líderes nas duas últimas regatas da competição mexicana. Mas a briga do brasileiro não será apenas com um adversário. Diretamente a sua frente, em quarto lugar, está o australiano Matthew Wearn, que tem os mesmos 65 pontos perdidos que o terceiro colocado Kontides. Com a mão na taça de campeão, o britânico Nick Thompson soma 34 pontos, 19 a menos do que o vice-líder, o francês Jean-Baptiste Bernaz.

O bicampeão olímpico lamentou os resultados desta terça-feira, mas não se deixa abater. "Infelizmente tive um dia ruim. Eu até que larguei bem nas duas regatas, mas velejei sempre do lado errado de onde entrou o vento. Foi um dia bem atípico, pois deu muito o lado esquerdo na primeira prova e muito o lado direito na segunda e eu não percebi bem isso, pois velejei muito pelo meio. Com isso, perdi muitos pontos. Para amanhã (quarta-feira, 18), vou tentar velejar melhor, um pouco mais agressivo para ser se consigo melhorar esse resultado e chegar ao pódio", afirmou o atleta, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Robert Scheidt chegou ao México em busca do 12º título mundial na Classe Laser. Logo na estreia, sofreu uma bandeira preta por largar escapado. Porém, na segunda regata do primeiro dia, se recuperou para cruzar em primeiro lugar. Nos dias seguintes, o bicampeão olímpico se manteve entre os líderes e, com a possibilidade de descartar o resultado ruim, terminou a fase de classificação em terceiro lugar. Na etapa decisiva, com a flotilha de ouro, composta pelos 56 melhores velejadores desse Mundial, o brasileiro teve problemas com ventos fracos e irregulares, conseguindo um 25º e um 5º lugares na terça-feira e o 22º e 14º nesta terça.

Além de Robert Scheidt, o Brasil tem mais um representante na flotilha ouro do Mundial. Bruno Fontes está em 30º, com 191 pontos perdidos. Na flotilha prata, está Lucas de Bueno em 46º, com 474 pontos. A fase classificatória do Mundial reuniu 112 velejadores representando 48 países.

Classificação - após 12 regatas e 2 descartes
1- Nick Thompson (ING) - 34 pontos perdidos
2- Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 53 pp
3- Pavlos Kontides (CHP) - 65 pp
4- Matthew Wearn (AUS) - 65 pp
5- Robert Scheidt (BRA) - 74 pp
30- Bruno Fontes (BRA) - 191 pp

Olimpíada do Rio - A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada do Rio. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 16/5/2016
Assunto: Scheidt mantém o terceiro lugar no Mundial
  No início da fase decisiva, bicampeão olímpico teve um dia de altos e baixos, mas conseguiu se manter entre os líderes e firme na busca pelo 12º título de melhor do mundo na Classe Laser

Uma regata complicada e outra bastante positiva. Este foi o saldo de Robert Scheidt no quinto dia do Campeonato Mundial de Laser, disputado em Puerto Vallarta, no México. O bicampeão olímpico foi 25º na primeira prova e se recuperou ao fazer o quinto lugar na segunda regata desta segunda-feira (16). Com a entrada do segundo descarte, Scheidt abandonou o mau resultado e manteve o terceiro lugar na classificação geral, com 38 pontos, 15 a mais do que o líder Nick Thompson, da Inglaterra, e a 11 pontos do francês Jean-Baptiste Bernaz, segundo colocado. O destaque do dia foi o cipriota Pavlos Kontides, que venceu as duas regatas e subiu para o quinto lugar, com 46 pontos.

Em busca do 12º título mundial na Classe Laser, Robert Scheidt volta para a água nesta terça-feira (17) para mais duas regatas da flotilha ouro, que reúne os 56 melhores velejadores da fase classificatória. A competição termina na quarta-feira (18) e Scheidt sabe que, neste momento decisivo, será necessário dosar cautela para evitar eventuais punições e ousadia para atacar nos momentos certos em busca das primeiras posições. "É hora de ser um pouco mais astuto na largada, um pouco mais agressivo, para tentar sair um pouco melhor, principalmente se o vento estiver fraco. A velocidade está boa, esse não é o problema, o problema está na largada. Estou um pouco receoso no início, com o pé atrás, porque escapei na primeira regata do campeonato e levei uma bandeira preta. E isso está me custando um pouco. Mas tem bastante ponto em jogo ainda, mais quatro provas, e é hora de dar um gás no final", afirmou o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Foi justamente o vento fraco que comprometeu a primeira prova de Robert nesta segunda-feira. "A primeira regata largou com vento fraco e bem inconstante. Estava difícil de prever o que iria acontecer. Todo dia o vento tem girado para a direita e, por isso, acabei optando por ir pelo lado direito da raia, mas não funcionou e cruzei a primeira bóia muito mau. Depois recuperei um pouco, mas, na flotilha ouro, é dificil, o nível é bem alto. Foi realmente uma regata ruim", relatou Scheidt, que completou. "Na segunda, o vento apertou, foi para 15 nós, e acabou sendo uma regata mais normal. Larguei um pouco melhor, já velejei bem o primeiro contra-vento e consegui um quinto lugar. Deu para ver, pelos resultados, que todo mundo teve uma regata boa e uma ruim e isso mostra o nível elevado da flotilha e quanto custa um erro. O campeonato ainda está bem aberto, já que todo mundo tem um resultado ruim, descartado, e agora todos terão de somar o que vier."

Além de Robert Scheidt, o Brasil tem mais um representante na flotilha ouro do Mundial. Bruno Fontes está em 27º, com 113 pontos perdidos. Na flotilha prata, está Lucas de Bueno em 47º, com 379 pontos. A fase classificatória do Mundial reuniu 112 velejadores.

Classificação - após 10 regatas e 2 descartes
1- Nick Thompson (ING) - 23 pontos perdidos
2- Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 27 pp
3- Robert Scheidt (BRA) - 38 pp
4- Matthew Wearn (AUS) - 41 pp
5- Pavlos Kontides (CHP) - 46 pp
27- Bruno Fontes (BRA) - 113 pp

Olimpíada do Rio - A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada do Rio. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 16/5/2016
Assunto: Scheidt sobe duas posições e já está em terceiro no Mundial
  Velejador brasileiro fez um quinto e sétimo lugares nas regatas deste domingo (15), em Puerto Vallarta, no México, e inicia a fase final, a partir deste segunda-feira (16), entre os favoritos ao título

Robert Scheidt ganhou mais duas posições na classificação geral do Campeonato Mundial da Classe Laser, disputado em Puerto Vallarta, no México. Com um quinto e um sétimo lugares nas regatas deste domingo (15), ele saltou de quinto para o terceiro e entra na reta final da competição, a partir desta segunda-feira (16), entre os favoritos ao título. Se conseguir, será o 12º da sua carreira.

Scheidt conhece bem as dificuldades para chegar ao título, mas está confiante. "Agora começa a flotilha ouro, com mais seis regatas. Vai ser muito diferente do que enfrentamos até agora, porque os melhores estarão todos juntos. A largada vai ser muito importante, pois serão provas mais compactas e provavelmente o score será mais alto, afinal os bons estarão juntos. É praticamente uma nova competição", afirmou o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Com o resultado deste domingo, o dono de cinco medalhas olímpicas está a 17 pontos do líder Nick Thompson (tem 33 pontos perdidos e o britânico tem 16). Já a diferença para o vice-líder, o francês Jean-Baptiste Bernaz, é de 12 pontos. "Felizmente consegui descartar a bandeira preta da estreia (foi punido por largar escapado) e tenho direito a mais um descarte. Esse é o lado positivo de ter terminado a série sem nenhuma regata ruim. Agora e ir com tudo para essa fase final", explicou.

Para seguir entre os líderes na flotilha ouro, Scheidt quer velejar de forma cada vez mais consistente e sabe que precisa melhorar as largadas. Nas regatas deste domingo, o brasileiro voltou a se superar. "Basicamente, este domingo foi mais um dia em que fiz regatas de recuperação. Estou pecando um pouco no início, mas estou com velocidade muito boa e conseguindo recuperar posição ao longo das provas. Na segunda regata, infelizmente, recebi uma penalização do júri pela regra 42, que é bombear, e com isso perdi uma posição para o australiano Tom Burton no final. Foi bem decepcionante, mas vamos em frente", completou.

A fase classificatória do Mundial reuniu 112 velejadores e em função do grande número de barcos, a comissão organizadora dividiu a disputa em duas flotilhas, cada uma com 56 atletas cada. Outros dois brasileiros disputam a competição: Bruno Fontes está em 21º, com 86 pontos perdidos, e Lucas de Bueno em 106º, com 354 pontos. Nesta segunda (16), o Campeonato Mundial prossegue com mais duas provas. Até quarta-feira (18) estão previstas 14 regatas.

Classificação - após 6 regatas e 1 descarte
1- Nick Thompson (ING) - 16 pontos perdidos
2- Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 21 pp
3- Robert Scheidt (BRA) - 33 pp
4- Tonci Stipanovic (CRO) - 37 pp
4- Wannes Van Laer (BEL) - 39 pp
21- Bruno Fontes (BRA) - 86 pp
106 - Lucas de Bueno (BRA) - 354 pp

Olimpíada do Rio - A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada do Rio. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 15/5/2016
Assunto: Scheidt se mantém entre os cinco primeiros no Mundial de Laser
  Velejador brasileiro continua sólido nas regatas disputadas em Puerto Vallarta, no México. Neste sábado, ele conseguiu um terceiro e um oitavo lugares

Robert Scheidt segue em sua luta para chegar ao topo do mundo na Classe Laser pela 12º vez na carreira. Neste sábado (14), no terceiro dia do Campeonato Mundial da categoria, disputado em Puerto Vallarta, no México, o velejador brasileiro voltou a ser consistente e, com um terceiro e um oitavo lugares nas duas regatas do dia, manteve a quinta posição na classificação geral. Com o resultado, o bicampeão olímpico está a 11 pontos do líder Nick Thompson (Robert tem 21 pontos perdidos e o britânico tem 10).

Para Scheidt, essa regularidade é a chave para chegar às provas decisivas com chances reais de brigar pelo título. "Novamente fiz duas regatas de recuperação. A primeira vim de décimo para terceiro e na segunda saí de vigésimo para oitavo. A velocidade está boa e neste domingo é importante continuar com a média para entrar bem na fase decisiva, a flotilha ouro, a partir de segunda-feira. Tem muito coisa pela frente, mais oito regatas, e o objetivo é continuar neste ritmo", afirmou o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Depois de uma estreia complicada, em que sequer teve conseguiu completar a primeira regata em função de uma penalização por ter largado escapado, Robert venceu a segunda prova do dia. Na sequência, na sexta e neste sábado, obteve um quarto, um quinto, um terceiro e um oitavo lugar, respectivamente. Para ilustrar a ascensão do brasileiro, com a entrada do descarte do pior resultado, ele ganhou 54 posições a partir da terceira e quarta regatas.

A fase classificatória do Mundial reúne 112 velejadores e em função do grande número de barcos, a comissão organizadora dividiu a disputa em duas flotilhas, cada uma com 56 atletas cada. Outros dois brasileiros disputam a competição: Bruno Fontes está em 19º, com 55 pontos perdidos, e Lucas de Bueno em 107º, com 254 pontos. Neste domingo (15), o Campeonato Mundial prossegue com a disputa de mais duas provas. Até dia 18 estão previstas 14 regatas.

Classificação - após 6 regatas e 1 descarte
1- Nick Thompson (ING) - 10 pontos perdidos
2- Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 13 pp
3- Tonci Stipanovic (CRO) - 15 pp
4- Matthew Wearn (AUS) - 18 pp
5- Robert Scheidt (BRA) - 21 pp
19- Bruno Fontes (BRA) - 55 pp
107 - Lucas de Bueno (BRA) - 254 pp

Olimpíada do Rio - A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada do Rio. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 14/5/2016
Assunto: Robert Scheidt sobe 54 posições e já está em 5 lugar no Mundia
  Bicampeão olímpico conseguiu um quarto e um quilo lugares no México para encontrar a regularidade que busca para seguir em busca do 12º título do mundo na Classe Laser

Após dois dias de regatas no Campeonato Mundial da Classe Laser, Robert Scheidt ganhou 54 posições. Com um quarto e um quinto lugares nesta sexta-feira (13), em Puerto Vallarta, no México, o brasileiro subiu do 59º para o 5º na classificação geral da competição disputada por 112 velejadores de 48 países. Na briga pelo seu 12º título do mundo na Laser, ele está a apenas quatro pontos do líder Tonci Stipanovic, da Croácia, (Robert tem 10 pontos perdidos e o croata 6).

Robert conseguiu saltar na tabela em função da entrada do descarte. Com isso, foi possível "desprezar" a primeira regata do Mundial, em que foi penalizado por largar escapado. Depois se recuperou e venceu a segunda prova. Com o quarto e o quinto lugares desta sexta, Scheidt começa a encontrar a regularidade que busca para chegar ao último dia disputas na briga pela medalha de ouro.

"Hoje foi melhor, apesar de não ter largado bem em nenhuma das duas regatas, pois fui muito conservador. Mesmo assim, na primeira fiz uma grande recuperação, passei em vigésimo na boia inicial e fui subindo até chegar em quarto. Na segunda, cruzei a boia em décimo e consegui terminar em quinto", contou. "Minha velocidade está boa e os próximos dois dias serão importantes para terminar bem a fase classificatória. Depois serão mais três dias com a flotilha ouro, um novo campeonato. Aqui está fazendo bastante calor, vento forte, 14 a 15 nós, muito tempo na água, exigindo bastante do físico de todos", acrescentou o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Em função do grande número de velejadores, os organizadores optaram por dividi-los em duas flotilhas, cada uma com 56 atletas cada. Na primeira regata desta sexta-feira, Robert conseguiu se manter entre os líderes para cruzar na quarta posição. Na sequência, voltou para a água e manteve um bom desempenho, desta vez chegando em quinto lugar. Outros dois brasileiros disputam a competição: Bruno Fontes está em 26., com 36 pontos perdidos, e Lucas de Bueno em 104., com 149 pontos. Neste sábado (14), o Campeonato Mundial prossegue com a disputa de mais duas provas. Até dia 18 estão previstas 14 regatas.

Olimpíada - A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

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Postado em 13/5/2016
Assunto: Scheidt vence uma regata no primeiro dia do Mundial de Laser
  Após punição por largar escapado na primeira prova em Puerto Vallarta, no México, bicampeão olímpico se recupera e cruza em primeiro na segunda disputa do dia na classe Laser. Agora, vai em busca de regularidade

O primeiro dia do Campeonato Mundial da classe Laser foi uma verdadeira gangorra para Robert Scheidt. Nesta quinta-feira (12), em Puerto Vallarta, no México, o velejador brasileiro começou, literalmente, queimando a largada. Com isso, ficou fora da prova e precisou testar a paciência e resignação para aguardar a segunda regata. E quando conseguiu levar seu barco ao sabor do vento, venceu. Nesta sexta-feira 13, ele espera fugir de qualquer azar, manter a regularidade para chegar ao último dia de disputas (18) na briga pelo título de melhor do mundo, o 12º de sua vitoriosa carreira na classe Laser.

Após a estreia de extremos, Roberto ocupa a 59º posição na classificação geral (o líder é o britânico Nick Thompson). "Na primeira regata, eu me posicionei entre os dois australianos (Luke Elliott e Jeremy O’connell), que aceleraram cedo. Eu acabei indo com eles e fomos penalizados pela comissão de regata. Não foi um bom começo e tive de ficar esperando. Mas na segunda eu velejei melhor, fiz uma boa largada, não muito agressiva, e ganhei", disse o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Experiente e ciente que o Mundial é um disputa longa, com 14 regatas em sete dias, Robert deixou as dificuldades da primeira regata para trás e segue focado em ser regular e veloz ao logo da disputa nos mares do caribe. "O vento estava forte neste primeiro dia, entre 15 a 17 nós, e estou contente com a minha velocidade. Claro que eu queria ter começado o campeonato de uma forma mais consistente, evitando o que fiz na primeira regata. Mas já aconteceu, bola para frente. Agora é buscar a regularidade", completou Scheidt, que teve a companhia de mais brasileiros na competição. Bruno Fontes terminou o dia em 13º lugar, enquanto Lucas De Bueno foi o 99º.

Olimpíada - A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil, entre 15 a 25 de junho. Depois, Robert retorna à capital carioca somente em 7 de julho, onde fará duas pequenas competições e entrará na reta final de preparação até o início dos Jogos.

O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

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Postado em 10/5/2016
Assunto: Robert Scheidt inicia luta pelo 12º título mundial na classe Laser
  Velejador brasileiro compete no México a partir desta quinta-feira (12) e, além de buscar mais um grande resultado, intensifica a preparação para a Olimpíada do Rio de Janeiro

Multicampeão. Atleta consagrado. Considerado um dos melhores da história. E ainda com apetite. Aos 43 anos, Robert Scheidt vai usar toda sua técnica, experiência e vontade para lutar pelo 12º título mundial da classe Laser. O velejador brasileiro está em Puerto Vallarta, no México, para a disputa do campeonato que começa na quinta-feira (12) e vai até 18 de maio. A fome por medalha, contudo, não será saciada em águas mexicanas. A grande meta do ano são os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

"O Mundial é uma verdadeira maratona. São 14 regatas em sete dias, que exigem muito dos competidores. Espero um nível muito alto e vou procurar manter a regularidade para chegar ao final em condições de brigar por um lugar no pódio", afirma Robert, que optou por não participar da etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, no final de abril, na França, para se concentrar exclusivamente na preparação para o Mundial. "Optei por não ir para Hyères porque achei que seria demais, em função da proximidade com o Mundial. Considerei ser melhor usar este tempo para caprichar na parte física e técnica", disse o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

O Mundial do México será realizado na mesma raia do Pan de 2011, competição que Scheidt não participou porque, na época, estava na classe Star, que não faz parte do programa pan-americano. Para se ‘aclimatar’, Robert chegou a Puerto Vallarta com uma semana de antecedência para se habituar com o regime de ventos e a raia, que ele não conhece justamente por não ter disputado o Pan há quatro anos.

A programação da temporada 2016 é composta por etapas. O Mundial é um dos maiores e mais importantes ‘degraus’ para chegar ao objetivo máximo do ano, a Olimpíada. E o planejamento incluí, ainda, um período de treinamento no Brasil. "Depois do Campeonato Mundial, terei um período de preparação no Rio de Janeiro, entre 15 a 25 de junho. Retornarei à capital carioca em 7 de julho, onde farei duas pequenas competições e entrarei na reta final de preparação até o início dos Jogos", antecipa Scheidt, que mora no Lago Di Garda, na Itália, com a mulher, a também velejadora lituana Gintare Volungeviciute, e os dois filhos do casal.

O Mundial não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, garantiu a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Robert Scheidt também obteve mais três vitórias recentemente. Embora não tenham o peso dos grandes resultados da temporada, ele ganhou velejando na Itália, em 15 de abril, dia do seu aniversário de 43 anos. "Foi um dia muito feliz. Estava com minha família e participei de uma regata no Lago de Garda e venci três provas, então, não podia ser melhor a comemoração do meu aniversário."

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Postado em 25/4/2016
Assunto: Robert Scheidt intensifica preparação para o Mundial do México
  Bicampeão Olímpico abre mão da etapa de Hyères da Copa do Mundo para focar 100% na competição que faz parte de sua preparação para a Rio 2016

A fase de preparação é tão importante quanto a competição. Todo atleta de alto nível sabe disso. E com Robert Scheidt não é diferente. Focado na disputa do Campeonato Mundial de Laser, que será de 12 a 18 de maio, em Puerto Vallarta, no México, o velejador brasileiro optou por abrir mão da etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, que começou nesta segunda-feira (25), na França. Trata-se de uma decisão tática, pois a temporada 2016 é composta por ‘degraus’ que precisam ser superados até chegar ao objetivo maior, que é a Olimpíada do Rio de Janeiro. E um dos maiores ‘degraus’ é justamente o Mundial.

"Acabei optando por não ir para Hyères porque achei que seria demais. Isso em função da proximidade com o Mundial. Vou embarcar dia 4 de maio para o México e será uma viagem longa, com 8 horas de fuso, então considerei ser melhor usar esta semana para caprichar na parte física", disse o velejador, que promete aliar os exercícios fora da água com a parte técnica da modalidade. Schedit fez questão de garantir que sua escolha visa apenas se preservar para fazer um bom Mundial. "Não é nenhum problema de lesão, apenas considero mais importante chegar com gás total no mundial. Como as duas competições são bem próximas, precisei escolher", completou o bicampeão olímpico, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

O Mundial do México será disputado na mesma raia do Pan de 2011, competição que Scheidt não participou porque, na época, disputava a classe Star, que não faz parte do programa pan-americano. A competição não é o primeiro degrau de Robert rumo aos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, ele soma dois títulos consecutivos. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, conquistou a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Robert Scheidt também conquistou mais três vitórias recentemente. Embora não tenham o peso dos grandes resultados já obtidos na temporada 2016, ele ganhou velejando na Itália, em 15 de abril, dia do seu aniversário de 43 anos. "Foi um dia muito feliz. Estava com minha família e participei de uma regata no Lago de Garda e venci três provas, então, não podia ser melhor essa comemoração do meu aniversário."

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Postado em 15/4/2016
Assunto: Scheidt comemora 43 anos vencendo regatas na Itália
  O maior medalhista olímpico do Brasil agradeceu as mensagens e contou que venceu três provas no Lago de Garda nesta sexta-feira

Robert Scheidt teve nesta sexta-feira (15) a primeira das duas grandes comemorações que espera para 2016. Ao lado de familiares, o bicampeão olímpico festejou o aniversário de 43 anos. A celebração foi do jeito que mais gosta, velejando nas águas do Lago de Garda, o maior da Itália, localizado ao norte do país. A segunda comemoração também tem data marcada. Será no mês de agosto, nos Jogos do Rio de Janeiro, onde o velejador espera conquistar sua sexta medalha em Olimpíadas, de preferência, dourada (já são duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Ídolo mundial da Vela, Robert recebeu parabéns de fãs e amigos espalhados pelo globo. "Quero agradecer a todos pela lembrança do meu aniversário. Estou muito feliz de chegar aos 43 anos de idade tendo me qualificado para a Olimpíada do Rio 2016. Aproveitei muito bem o dia de hoje. Foi um dia muito feliz. Participei de uma regata no Lago de Garda e venci três provas, então, não podia ser melhor essa comemoração do meu aniversário", disse o campeão, que mandou um recado especial aos brasileiros. "Obrigado pelo carinho de todo o Brasil e vamos em frente", completou.

Confira a mensagem de Scheidt - Clique aqui para o áudio

Robert ainda se lembrou de mais um aniversariante ilustre neste 15 de abril. "Quero aproveitar para parabenizar meu grande amigo Emanuel, grande campeão do vôlei de praia, que está fazendo 43 anos também. São muitas coincidências no esporte e quero deixar meu abração para meu amigo Emanuel", afirmou Scheidt sobre o jogador de vôlei de praia dono de três medalhas olímpicas, uma de ouro, outra de prata e mais uma de bronze.

Em 2016, ano de sua sexta Olimpíada, Robert Scheidt começou a temporada com tudo e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer, no começo de janeiro, o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, o velejador conquistou, no fim do mesmo mês, seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Mais recentemente, no início de abril, conquistou a prata no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

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Postado em 2/4/2016
Assunto: Scheidt vence medal race e conquista a prata
  Após iniciar primeiro dia da competição em oitavo lugar, maior velejador olímpico deu a volta por cima e encerrou disputa em Palma de Mallorca, na Espanha, com o vice-campeonato

Robert Scheidt segue em ótima forma às vésperas de disputar sua sexta Olimpíada, no Rio de Janeiro. Na manhã deste sábado (2), Scheidt conquistou a vitória na medal race, regata decisiva com pontos dobrados, no Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca na Espanha. Com o resultado, o brasileiro ultrapassou o croata Tonci Stipanovic, até então vice-líder, que estava dez pontos na sua frente, e encerrou a competição com 66 pontos perdidos, garantindo a prata. Assim, Scheidt conquista sua terceira medalha em três provas neste ano.

O neozelandês Andrew Maloney foi o campeão, mesmo chegando em décimo neste sábado, pela boa vantagem que tinha em relação aos concorrentes. Terminou com 57 pontos. Tonci Stipanovic, nono colocado na medal race, assegurou a medalha de bronze, com 72 pontos perdidos. "Foi uma boa medal race. Difícil porque o vento estava fraco. Velejei bem principalmente no início da regata, passando na frente já na primeira boia. Estava de olho no argentino, maior preocupação para segurar a medalha de bronze, mas o croata e o neozelandês acabaram disputando um match race que complicou a vida de ambos, pois terminaram nos últimos lugares. Com isso fui beneficiado e tive espaço para velejar de forma limpa, tanto que venci e ultrapassei o croata na classificação final", relatou.

"Foi uma semana boa, apesar de alguns erros, principalmente, no terceiro e quarto dias, em que fiz regatas ruins. A reação foi Importante para recuperar as posições. Agora, é descansar na semana que vem e voltar a treinar assim que possível", completou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Ainda na água, Scheidt foi cumprimentado pela esposa, a lituana Gintare, que disputou a Laser Radial. Ela Ficou em quinto na medal race e terminou em sexto no geral. Gintare foi medalha de prata em Pequim-2008. Em seguida festejou com o filho Eric, que estava no barco de apoio do brasileiro.

Em 2016, Robert Scheidt começou com tudo a temporada e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer no começo de janeiro o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, Scheidt conquistou no fim do mesmo mês seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Classificação parcial, após dez regatas e a medal race:

1. Andrew Maloney (NZL) - 57 pontos perdidos (2+2+1+9+8+5+6+2+[17]+2+20)
2. Robert Scheidt (BRA) - 66pp (4+4+5+2+[20]+14+17+1+11+6+2)
3. Tonci Stipanovic (CRO) - 72pp (1+7+[26]+5+3+9+13+4+5+7+18)
4. Julio Alsogaray (ARG) - 74pp (1+2+10+[26]+2+20+2+6+4+21+6)
5. Wannes Van Laer (BEL) - 83pp (3+3+19+4+11+11+[35]+13+2+5+12)
6. Luke Elliott (AUS) - 91pp (3+3+[33]+6+22+28+1+9+1+4+14)
7. Kristian Ruth (NOR) - 93pp (2+2+3+12+[34]+6+12+3+8+29+16)
8. Jeremy O Connell (AUS) - 104pp (11+3+14+2+27+1+3+16+[42]+23+4)
9. Charlie Buckingham (EUA) - 106pp (12+4+3+1+9+19+[38]+8+22+20+8)
10. Jack Wetherell (GBR) - 106pp (4+6+9+6+[38]+17+16+17+9+12+10)

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Postado em 2/4/2016
Assunto: Scheidt sobe para a 3 colocação do Troféu Princesa Sofia
  Competição em Palma de Mallorca, na Espanha, definirá neste sábado (2) os campeões com a realização da medal race

Maior atleta olímpico brasileiro, Robert Scheidt encerrou o dia como um dos favoritos na disputa por medalhas da 47ª edição do Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha. Mesmo não obtendo os seus melhores resultados nas duas regatas desta sexta-feira (1º), o brasileiro conseguiu pular da quinta para a terceira colocação com o 11º e o sexto lugares, com 64 pontos perdidos em dez regatas e um descarte, antes da medal race, neste sábado (2).

O neozelandês Andrew Maloney segue com folga na liderança, com 37 pontos perdidos (pp), assim como o croata Tonci Stipanovic, que tem uma boa vantagem em relação a Scheidt, na segunda posição, com 54pp. Os velejadores Julio Alsogaray, da Argentina, e Wannes Van Laer, da Bélgica, são os principais concorrentes diretos do brasileiro na briga por uma medalha, com 68 pp e 71 pp, respectivamente.

"Nesta sexta-feira tive uma boa média. Subi para a terceira colocação e amanhã (sábado) teremos a medal race com uma diferença de 10 pontos para o vice-líder, o Stipanovic, e apenas 4 para o quarto colocado, o Alsogaray. Teremos muitos pontos ainda em jogo. Agora é brigar para fazer uma boa apresentação na última regata", afirmou o velejador, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A primeira participação de Scheidt no Troféu Princesa Sofia na classe Laser foi em 2014, quando o velejador completou a competição na nona colocação. Na época, após estar na liderança durante a primeira fase do evento, o atleta completou a medal race em quinto. O vencedor da regata final e campeão da Laser foi o australiano Tom Burton, com 75 pontos perdidos. Já na classe Star, o velejador foi o vencedor do Troféu Princesa Sofia em 2007 e 2012 ao lado de Bruno Prada.

Em 2016, Robert Scheidt começou com tudo a temporada e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer no começo de janeiro o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, Scheidt conquistou no fim do mesmo mês seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Classificação parcial, após dez regatas: -

1. Andrew Maloney (NZL) - 37 pontos perdidos (2+2+1+9+8+5+6+2+[17]+2)
2. Tonci Stipanovic (CRO) - 54pp (1+7+[26]+5+3+9+13+4+5+7)
3. Robert Scheidt (BRA) - 64pp (4+4+5+2+[20]+14+17+1+11+6)
4. Julio Alsogaray (ARG) - 68pp (1+2+10+[26]+2+20+2+6+4+21)
5. Wannes Van Laer (BEL) - 71pp (3+3+19+4+11+11+[35]+13+2+5)
6. Luke Elliott (AUS) - 77pp (3+3+[33]+6+22+28+1+9+1+4)
7. Kristian Ruth (NOR) - 77pp (2+2+3+12+[34]+6+12+3+8+29)
8. Jack Wetherell (GBR) - 96 pp (4+6+9+6+[38]+17+16+17+9+12)
9. Charlie Buckingham (EUA) - 98pp (12+4+3+1+9+19+[38]+8+22+20)
10. Jeremy O Connell (AUS) - 100pp (11+3+14+2+27+1+3+16+[42]+23)

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Postado em 31/3/2016
Assunto: Scheidt vence regata no quarto dia do Troféu Princesa Sofia
  Maior atleta olímpico brasileiro segue na quinta colocação após oito regatas disputadas em Palma de Mallorca

O quarto dia de regatas da 47ª edição do Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha, foi marcado por altos e baixos para o velejador Robert Scheidt. Após terminar na 17ª colocação da primeira disputa desta quinta-feira (31), Scheidt deu a volta por cima e venceu sua primeira entre oito regatas realizadas até o momento na classe Laser. Com o resultado, o atleta manteve-se na quinta colocação da flotilha ouro e agora tem 47 pontos perdidos com um descarte.

O neozelandês Andrew Maloney manteve a regularidade em seus resultados e segue na liderança da classe, com 26 pontos perdidos. Enquanto o norueguês Kristian Ruth (40pp) ultrapassou o croata Tonci Stipanovic (42pp) e agora ocupa a segunda colocação, o argentino Julio Alsogaray (43pp) voltou a figurar no top 5 da competição, ocupando o quarto lugar. O velejador brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela, avaliou sua participação nos últimos dois dias de competições e projetou as regatas a serem disputadas:

"Na quarta-feira (30) velejei mal, colidi com uma boia e fui penalizado em dez posições. Já hoje (quinta) uma má e uma boa, porém com o primeiro colocado, o Maloney se distanciando bastante", contou Scheidt. "Entre o segundo e o oitavo lugares, são poucos pontos de distância. A regata desta sexta-feira (31) será importante para tirar mais pontos dos rivais à minha frente e chegar mais perto deles na medal race", completou o velejador.

A primeira participação de Scheidt no Troféu Princesa Sofia na classe Laser foi em 2014, quando o velejador completou a competição na nona colocação. Na época, após estar na liderança durante a primeira fase do evento, o atleta completou a medal race em quinto. O vencedor da regata final e campeão da Laser foi o australiano Tom Burton, com 75 pontos perdidos. Já na classe Star, o velejador foi o vencedor do Troféu Princesa Sofia em 2007 e 2012 ao lado de Bruno Prada.

Em 2016, Robert Scheidt começou com tudo a temporada e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer no começo de janeiro o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, Scheidt conquistou no fim do mesmo mês seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Classificação parcial, após oito regatas:

1. Andrew Maloney (NZL) - 26 pontos perdidos (2+2+1+[9]+8+5+6+2)
2. Kristian Ruth (NOR) - 40pp (2+2+3+12+[34]+6+12+3)
3. Tonci Stipanovic (CRO) - 42pp (1+7+[26]+5+3+9+13+4)
4. Julio Alsogaray (ARG) - 43pp (1+2+10+[26]+2+20+2+6)
5. Robert Scheidt (BRA) - 47pp (4+4+5+2+[20]+14+17+1)
6. Jeremy O Connell (AUS) - 50pp (11+3+14+2+[27]+1+3+16)
7. Charlie Buckingham (EUA) - 56pp (12+4+3+1+9+19+[38]+8)
8. Jeemin Ha (KOR) - 56pp (5+5+2+17+[24]+7+5+15)
9. Wannes Van Laer (BEL) - 64pp (3+3+19+4+11+11+[35]+13)
10. Colin Cheng (SIN) - 70pp (6+9+2+3+10+12+28+[31])

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Postado em 30/3/2016
Assunto: Scheidt mantém-se no top 5 do Troféu Princesa Sofia
  Em dia irregular em Palma de Mallorca, na Espanha, o maior atleta olímpico brasileiro ficou em 20º e 14º lugares nas duas regatas disputadas

Mesmo não apresentando a mesma regularidade dos dois primeiros dias do Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha, o velejador Robert Scheidt conseguiu manter-se entre os primeiros colocados da flotilha ouro, na classe Laser, nesta quarta-feira (30). Com um 20º lugar na primeira regata e uma 14ª colocação na segunda, Scheidt pulou para quinto na classificação, com 29 pontos perdidos, restando ainda quatro regatas entre quinta e sexta-feira (31 e 1º), além da medal race no sábado (2).

A liderança da flotilha ouro, com 51 velejadores de 29 países, segue nas mãos do neozelandês Andrew Maloney, agora com 18 pontos perdidos em seis regatas realizadas e um descarte. A novidade no top 5 veio com o croata Tonci Stipanovic (25pp), que subiu da décimo posição para a vice-liderança. O norueguês Kristian Ruth (25pp) e o norte-americano Charlie Buckingham (29pp) seguem à frente de Robert Scheidt. O brasileiro é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A primeira participação de Scheidt no Troféu Princesa Sofia na classe Laser foi em 2014, quando o velejador completou a competição na nona colocação. Na época, após estar na liderança durante a primeira fase do evento, o atleta completou a medal race em quinto. O vencedor da regata final e campeão da Laser foi o australiano Tom Burton, com 75 pontos perdidos. Já na classe Star, o velejador foi o vencedor do Troféu Princesa Sofia em 2007 e 2012 ao lado de Bruno Prada.

Em 2016, Robert Scheidt começou com tudo a temporada e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer no começo de janeiro o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, Scheidt conquistou no fim do mesmo mês seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Classificação parcial, após seis regatas:

1. Andrew Maloney (NZL) - 18 pontos perdidos (2+2+1+[9]+8+5)
2. Tonci Stipanovic (CRO) - 25pp (1+7+[26]+5+3+9)
3. Kristian Ruth (NOR) - 25pp (2+2+3+12+[34]+6)
4. Charlie Buckingham (EUA) - 29pp (12+4+3+1+9+[19])
5. Robert Scheidt (BRA) - 29pp (4+4+5+2+[20]+14)
6. Colin Cheng (SIN) - 30pp (6+9+2+3+10+[12])
7. Jeremy O Connell (AUS) - 31pp (11+3+14+2+[27]+1)
8. Wannes Van Laer (BEL) - 32pp (3+3+[19]+4+11+11)
9. Gustavo Lima (POR) - 32pp (5+6+7+10+4+[44])
10. Joaquin Blanco (ESP) - 33pp (6+14+6+[19]+5+2)

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 29/3/2016
Assunto: Scheidt sobe para o quarto lugar no segundo dia
  Maior atleta olímpico brasileiro ficou em quinto e segundo nas duas regatas desta terça-feira (29) em Palma de Mallorca, na Espanha

O velejador Robert Scheidt acertou na previsão feita após o primeiro dia de regatas do Troféu Princesa Sofia, realizado em Palma de Mallorca, na Espanha, quando disse que poderia melhorar no decorrer da competição. Nesta terça-feira (29), Scheidt acumulou mais um quinto e um segundo lugares na disputa do grupo azul, passando assim para a fase final na flotilha ouro em quarto lugar. Entre quarta (30) e sexta-feira (1º) mais seis regatas estão previstas, para definirem os classificados para a medal race, no sábado (2).

Com 10 pontos perdidos (4-4-2) após um descarte da quinta colocação, o atleta pulou da oitava para a quarta colocação na classificação geral da classe Laser. A liderança da primeira fase foi do neozelandês Andrew Maloney (5pp), seguido pelo norueguês Kristian Ruth (7pp) e pelo norte-americano Charlie Buckingham (8pp). "Tivemos ventos médios nesta terça-feira e pude velejar melhor. Foi um dia difícil, muitos concorrentes tiveram regatas ruins. Nesta quarta começará a fase final com seis regatas previstas para a flotilha ouro até sexta-feira. Minha meta é continuar com a regularidade", contou Robert Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Sua primeira participação no Troféu Princesa Sofia na classe Laser foi em 2014, quando Scheidt completou a competição na nona colocação. Na época, após estar na liderança durante a primeira fase do evento, o atleta completou a medal race em quinto. O vencedor da regata final e campeão da Laser foi o australiano Tom Burton, com 75 pontos perdidos. Já na classe Star, o velejador foi campeão do Troféu Princesa Sofia em 2007 e 2012 ao lado de Bruno Prada.

Robert Scheidt começou com tudo a temporada de 2016 e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer no começo de janeiro o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, Scheidt conquistou no fim do mesmo mês seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Classificação parcial, após quatro regatas:
1. Andrew Maloney 5pp (2+2+1+[9])
2. Kristian Ruth (NOR) - 7pp (2+2+3+[12])
3. Charlie Buckingham (EUA) - 8pp ([12]+4+3+1)
4. Robert Scheidt - 10pp (4+4+[5]+2)
5. Wannes Van Laer (BEL) - 10pp (3+3+[19]+4)
6. Colin Cheng (SIN) - 11pp (6+[9]+2+3)
7. Jeemin Ha (KOR) - 12pp (5+5+2+[17])
8. Luke Elliott (AUS) - 12pp (3+3+[33]+6)
9. Julio Alsogaray (ARG) - 13 pp (1+2+10+[26])
10. Tonci Stipanovic (CRO) - 13 pp (1+7+[26]+5)

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 28/3/2016
Assunto: Scheidt estreia na oitava colocação do Troféu Princesa Sofia
  Maior atleta olímpico brasileiro ficou em quarto nas duas regatas desta segunda-feira (28), em Palma de Mallorca, na Espanha

O velejador Robert Scheidt fez nesta segunda-feira (28) sua estreia no Troféu Princesa Sofia, realizado em Palma de Mallorca, na Espanha. Com dois quartos lugares em duas regatas no grupo azul, Scheidt iniciou a competição na oitava colocação, de um total de 152 inscritos de 50 países na classe Laser. A flotilha de Laser foi dividida em três grupos e tem prevista nesta terça-feira (29) mais duas regatas. A 47ª edição do evento conta com a participação de cerca de mil velejadores.

No grupo azul, enquanto Scheidt foi constante nas duas regatas, a primeira delas foi vencida pelo argentino Julio Alsogaray e a segunda teve Enrique Jose Arathoon Pacas, de El Salvador, como vencedor. "O primeiro dia de competições foi marcado por vento forte. Tive uma performance que considero regular, mas estou ciente de que posso melhorar nas próximas regatas", contou Robert Scheidt, velejador patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Sua primeira participação no Troféu Princesa Sofia na classe Laser foi em 2014, quando Scheidt completou a competição na nona colocação. Na época, após estar na liderança durante a primeira fase do evento, o atleta completou a medal race em quinto. O vencedor da regata final e campeão da Laser foi o australiano Tom Burton, com 75 pontos perdidos. Já na classe Star, o velejador foi campeão do Troféu Princesa Sofia em 2007 e 2012 ao lado de Bruno Prada.

Robert Scheidt começou com tudo a temporada de 2016 e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer no começo de janeiro o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, Scheidt conquistou no fim do mesmo mês seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Classificação parcial, após duas regatas:
1. Julio Alsogaray (ARG) - 3 pontos perdidos (2+1)
2. Andrew Maloney (NZL) - 4 pp (2+2)
3. Kristian Ruth (NOR) - 4 pp (2+2)
4. Wannes Van Laer (BEL) - 6pp (3+3)
5. Luke Elliott (AUS) - 6pp (3+3)
6. Zan Luka Zelko (SLO) - 7pp (2+5)
7. Tonci Stipanovic (CRO) - 8 pp (1+7)
8. Robert Scheidt (BRA) - 8pp (4+4)
9. Hermann Tomasgaard (NOR) - 9pp (8+1)
10. Michael Beckett (GBR) - 10pp (3+7)
11. Jack Wetherell (GBR) - 10pp (4+6)
12. Jeemin Ha (KOR) - 10pp (5+5)

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 27/3/2016
Assunto: Scheidt quer manter boa fase no Troféu Princesa Sofia
  Maior atleta olímpico brasileiro tem mais um desafio, em Palma de Mallorca (Espanha), visando sua preparação para Rio 2016

Robert Scheidt enfrentará a partir de segunda-feira (28) mais uma importante disputa no seu calendário visando Rio 2016. O maior atleta olímpico do Brasil estará no Troféu Princesa Sofia, realizado em Palma de Mallorca, na Espanha. A 47ª edição da competição contará com a participação de mil velejadores e, na classe de Scheidt, a Laser, cerca de 150 atletas de 50 países lutarão pela vitória. O encerramento do evento está marcado para o sábado (2) após a medal race, com a previsão de serem realizadas dez regatas nos cinco primeiros dias de prova.

"O Princesa Sofia será um torneio importante dentro da preparação Olímpica. Nem todos os favoritos estarão presentes, já que alguns preferiram treinar no RJ. Mas, creio que mesmo assim o nível será bem elevado, porque o lugar é excelente para velejar", conta Scheidt. "Espero continuar a sequência de bons resultados deste ano, velejar de forma consistente buscando uma boa média sempre, que é a chave numa competição deste porte", complementa o velejador patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Sua única participação no Troféu Princesa Sofia na classe Laser foi em 2014, quando Scheidt completou a competição na nona colocação. Na época, após estar na liderança durante a primeira fase do evento, o atleta completou a medal race em quinto. O vencedor da regata final e campeão da Laser foi o australiano Tom Burton, com 75 pontos perdidos. Já na classe Star, o velejador foi campeão do Troféu Princesa Sofia em 2007 e 2012 ao lado de Bruno Prada.

Robert Scheidt começou com tudo a temporada de 2016 e soma dois títulos consecutivos no ano. Após vencer no começo de janeiro o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, Scheidt conquistou no fim do mesmo mês seu sexto título em Miami da Copa do Mundo de Vela. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:
Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
Bronze : Londres/2012 (Star)

175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais, incluindo o Campeonato Brasileiro de Laser/2016 e a etapa de Miami da Copa do Mundo/2016

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr. - Mtb 13209
   
Postado em 31/1/2016
Assunto: Scheidt: "Título em Miami mostra que estou no caminho certo"
  O maior medalhista olímpico brasileiro conquistou a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela no sábado

Robert Scheidt começou o ano a todo vapor. Acabou de conquistar seu segundo título consecutivo na classe Laser e segue firme na busca da sexta medalha olímpica na Rio 2016. No sábado (29), terminou a medal race da etapa da Copa do Mundo de Miami em quarto lugar e garantiu o primeiro lugar da competição.

"O título mostra que estou no caminho certo e que o trabalho vem sendo bem feito. Ainda tenho muito a fazer até a Olimpíada. Mas é bom voltar a vencer uma competição grande, que reuniu os melhores. Dá uma certa confiança para a caminhada. Mas preciso continuar com o pé no chão e trabalhando bastante para chegar bem na Rio 2016", resumiu Scheidt.

O bicampeão olímpico enfrentou uma competição muito disputada em Miami, com 98 velejadores de 43 países, entre os melhores da atualidade. Foram 11 regatas com diversos vencedores, mostrando o equilíbrio das provas. O próprio Scheidt só venceu uma vez, mas foi regular em outras sete regatas. Isso foi determinante para seu título. Ele somou 53 pontos, contra 54 do francês Jean Baptiste Bernaz.

"Fiquei muito contente pela reação dentro da competição. Os dois primeiros dias foram ruins, mas depois velejei muito bem, fui regular o suficiente para garantir o título numa medal race muito equilibrada e tensa", analisou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Em busca da sexta medalha - Para conquistar a sexta medalha, com expectativa para o terceiro ouro olímpico, Scheidt está trabalhando pesado neste início de ano. Há duas semanas ganhou o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro e depois do título em Miami vai concentrar seu foco no Trofeo Princesa Sofía, na Espanha, de 25 de março a 2 de abril. Em seguida disputa a etapa francesa da Copa do Mundo de Vela, em Hyères, de 25 de abril a 1 de maio, e o Mundial de Laser, de 10 a 18 de maio, no México.

Robert Scheidt foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 30/1/2016
Assunto: Scheidt dá show em Miami e conquista título da Copa do Mundo
  O maior medalhista olímpico do Brasil faz regata de recuperação na medal race e chega à frente do francês Jean Baptiste Bernaz para garantir a medalha de ouro

Robert Scheidt é medalha de ouro na classe Laser da etapa da Copa do Mundo de Miami. Na tarde deste sábado (30), o maior medalhista olímpico do Brasil usou toda a sua experiência para superar o francês Jean Baptiste Bernaz na medal race e conquistar o título nos Estados Unidos. O resultado comprova que a preparação para os Jogos do Rio de Janeiro está mais que no caminho certo.

O título veio com uma recuperação na terceira perna, quando Scheidt passou Bernaz ao escolher o lado direito da raia, aproveitando uma mudança do vento. O bicampeão olímpico saiu um pouco atrás do adversário, que entrou na disputa na liderança, um ponto à frente do brasileiro. Mas Robert foi se recuperando e terminou a prova em quarto lugar, uma posição à frente do concorrente. No final Scheidt somou 53 pontos e Bernaz 54. O bronze ficou com Sam Meech, da Nova Zelândia, que terminou com 69 pontos.

Ainda na água, Scheidt falou por telefone com o também bicampeão olímpico Marcelo Ferreira, que estava comentando as regatas pelo SporTV: "Valeu, Marcelo... A regata foi bem tensa, vento fraco, rondando muito. Fiz uma boa semana. Obrigado a todos pela torcida", disse o atleta patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Logo depois, já em terra, Scheidt comentou a regata deste sábado e a campanha. "Muito feliz com o resultado e principalmente muito feliz com a semana. O fato de você já ter estado nessas situações antes, quando já ganhou, já perdeu, mas manteve sempre a calma e deixado as coisas acontecerem, fez um pouco de diferença hoje. Mas os outros caras estão ficando melhores também e a cada dia o jogo só fica mais disputado. Aqui em Miami, a cada regata teve um vencedor diferente e isso é ótimo para a classe, vai ser muito interessante na Olimpíada do Rio".

A campanha em Miami confirmou uma máxima sempre defendida por Scheidt. "O fundamental para ganhar um campeonato é a regularidade. Não adianta vencer uma regata e ir mal em outras", ensinou. Das 11 provas, o brasileiro venceu 1, fez 4 segundos lugares, 1 quarto na medal race, dois quintos, 1 décimo-segundo, 1 décimo-quarto e 1 décimo-quinto, que foi descartado. Rutger van Schaardenburg (HOL), por exemplo, venceu três regatas, liderou boa parte da fase de classificação e terminou em quarto lugar no campeonato.

Scheidt começou o ano com tudo e já soma seu segundo título ano consecutivo. Ganhou há duas semanas o Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro, e agora conquistou seu sexto título em Miami. Na carreira são 175 títulos - 86 internacionais e 89 nacionais - além de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, duas de prata e uma de bronze).

Classificação - após 11 regatas e 1 descarte

1.- Robert Scheidt (BRA) - 53 pp (12+14+[15]+2+2+2+2+5+5+1+8)
2.- Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 54 pp (15+3+1+7+1+ [50]+4+4+7+2+10)
3.- Sam Meech (NZL) - 69 pp (7+10+[23]+4+ 7+10+3+11+6+5+6)
4.- Rutger van Schaardenburg (HOL) - 69 pp (2+1+1+6+10+1+[50]+14+12+4+18)
5.- Matthew Wearn (AUS) - 86 pp (2+23+20+1+3+12+9+[50]+3+11+2)
6.- Jesper Stalheim (SUE) - 94 pp (9+13+6+8+5+1+[50]+1+17+20+14)
7.-Thomas Saunders (NZL) - 96 pp (14+11+12+1+8+5+18+[50]+1+6+20)
8.- Filip Jurisic (CRO) - 103 pp (13+3+3+4+7+18+10+31+9+[48]+4)
9.- Andy Maloney (NZL) - 109 pp (1+10+3+18+12+13+1+12+27+[36]+12)
10.- Michael Bullot (NZL) - 110pp (12+6+14+14+16+4+(28)+7+8+13+16)
12.- Bruno Fontes (BRA)

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:
Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
Bronze : Londres/2012 (Star)

174 títulos - 85 internacionais e 89 nacionais, incluindo o Campeonato Brasileiro de Laser/2016

Laser
Onze títulos mundiais - 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013
*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt
Três medalhas olímpicas - ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star
Três títulos mundiais - 2007, 2011 e 2012*
*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe
Duas medalhas olímpicas - prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

Mais informações em www.robertscheidt.com.br

Twitter: @robert_scheidt
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ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 30/1/2016
Assunto: Melhor do dia, Scheidt vai para a medal race para disputar o título
  Depois de três ótimas regatas, com direito a uma vitória, brasileiro está a um ponto do líder da etapa de Miami da Copa do Mundo

Experiência. Regularidade. E muita vontade de vencer. No dia em que foram disputadas três regatas na etapa da Copa do Mundo de Miami, nesta sexta-feira (29), Robert Scheidt conseguiu, uma vez mais, o melhor desempenho entre todos os competidores da classe Laser. Com dois quintos lugares e uma vitória, o brasileiro subiu do terceiro para o segundo lugar e mais vivo que nunca na luta pelo título. A apenas um ponto do líder, o francês Jean Baptiste Bernaz, o bicampeão olímpico disputa neste sábado (30) a medal race (com pontos dobrados) disposto velejar com garra, técnica e inteligência para ser o campeão.

Em um dia de ventos entre 10 e 13 nós, Scheidt guardou o melhor para o final. Após conseguir dois quintos lugares, largou muito bem na última regata. Saiu em segundo lugar para ganhar a ponta na segunda perna e não deixar mais a liderança, seguido pelo Bernaz. Os dois devem travar um duelo particular na medal race deste sábado, pois o francês tem 44 pontos perdidos, contra 45 do brasileiro. O holandês Rutger van Schaardenburg, que estava na frente nos últimos dias, caiu para terceiro com 51 pontos.

"Velejei bem em mais um dia intenso. Fui consistente, tanto que fiz a melhor média entre todos. Estou muito contente com a minha evolução dentro da competição e para a medal race vou tentar superar o francês, sem esquecer do holandês", analisou o maior medalhista olímpico do Brasil, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Em busca da sexta medalha - Para conquistar a sexta medalha, com expectativa para o terceiro ouro olímpico, Scheidt vai trabalhar pesado neste primeiro semestre. Além da competição em Miami, estão na mira o Trofeo Princesa Sofía, a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela e o Mundial de Laser, no México.

Robert Scheidt foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes.

A etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela reúne 98 velejadores de 43 países na disputa da classe Laser. Ao todo são 711 competidores representando 64 países em 9 classes.

Classificação - após 7 regatas e 1 descarte

1.- Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 44 pp (15 + 3 + 1 + 7 + 1 + [50] + 4 + 4 + 7 + 2)
2.- Robert Scheidt (BRA) - 45 pp (12 + 14 + [15] + 2 + 2 +2 + 2 + 5 + 5 + 1)
3.- Rutger van Schaardenburg (HOL) - 51 pts. perdidos (2 +1 +1 +6 +10 +1 +[50] + 14 + 12 + 4)
4.- Sam Meech (NZL) - 63 pp (7 + 10 + [23] + 4 + 7 + 10 + 3 + 11 + 6 + 5)
5.-Thomas Saunders (NZL) - 76 pp (14 + 11 + 12 + 1 + 8 + 5 + 18 + [50] + 1 + 6)
6.- Jesper Stalheim (SUE) - 80 pp (9 + 13 + 6 + 8 + 5 + 1 + [50] + 1 + 17 + 20)
7.- Matthew Wearn (AUS) - 84 pp (2 + 23 + 20 + 1 + 3 + 12 + 9 + [50] +3 + 11)
8.- Michael Bullot (NZL) - 94pp (12 + 6 + 14 + 14 + 16 + 4 + (28) + 7 + 8 + 13)
9.- Andy Maloney (NZL) - 97 pp (1 + 10 + 3 + 18 + 12 + 13 + 1 + 12 + 27 + [36])
10.- Filip Jurisic (CRO) - 98 pp (13 + 3 + 3 + 4 + 7 + 18 + 10 + 31 + 9 + [48])
12.- Bruno Fontes (BRA) - 106 pp (3+ 19 + 18 + 11 + 12 + [20] + 12 + 9 + 13 + 9)

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 29/1/2016
Assunto: Scheidt mantém regularidade e já é terceiro na Copa do Mundo
  O maior medalhista olímpico do Brasil fez mais um segundo lugar, o quarto consecutivo, na única regata do dia em Miami

Mostrando poder de recuperação e regularidade, Robert Scheidt conquistou mais um segundo lugar, o quarto consecutivo, na única regata desta quinta-feira (28) na etapa da Copa do Mundo, em Miami. Uma chuva forte e quase nenhum vento obrigou os organizadores a retardarem o início das provas. Com o resultado, o bicampeão olímpico saltou da sexta para a terceira posição na classificação geral.

Embora estivessem previstas duas regatas para a classe Laser, a largada só ocorreu às 16h08min (19h08min de Brasília) e a única prova foi disputada com vento em torno de 20 nós. Scheidt fez uma boa largada. Cruzou a primeira perna em quarto, subiu para terceiro e ganhou mais uma posição no final. Com o resultado ele acumula 34 pontos e está em terceiro lugar, a 3 do francês Jean Batiste Bernaz, segundo colocado, e a 13 pontos do líder, o holandês Rutger van Schaardenburg.

"Muita chuva por aqui nesta quinta-feira. Na única regata do dia velejei bem novamente e subi mais um pouco na classificação geral. O objetivo na sexta é continuar a velejar neste nível para continuar entre os primeiros", avaliou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Nesta sexta-feira (29) a programação prevê as três regatas finais da fase de classificação. No sábado, os dez melhores disputam a medal race, valendo pontos dobrados, para definir os vencedores da etapa.

Em busca da sexta medalha - Para conquistar a sexta medalha, com expectativa para o terceiro ouro olímpico, Scheidt vai trabalhar pesado neste primeiro semestre. Além da competição em Miami, estão na mira o Trofeo Princesa Sofía, a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela e o Mundial de Laser, no México.


Robert Scheidt foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes.

A etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela reúne 98 velejadores de 43 países na disputa da classe Laser. Ao todo são 711 competidores representando 64 países em 9 classes.

Classificação - após 7 regatas e 1 descarte
1.- Rutger van Schaardenburg (HOL) - 21 pts. perdidos (2 +1 +1 +6 +10 +1 +[50])
2.- Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 31 pp (15 + 3 + 1 + 7 + 1 + [50] + 4)
3.- Robert Scheidt (BRA) - 34 pp (12 + 14 + [15] + 2 + 2 +2 + 2)
4.- Andy Maloney (NZL) - 40 pp (1 + 10 + 3 + [18] + 12 + 13 + 1)
5.- Filip Jurisic (CRO) - 40 pp (13 + 3 + 3 + 4 + 7 + [18] + 10)
6.- Sam Meech (NZL) - 41 pp (7 + 10 + [23] + 4 + 7 + 10 + 3)
7.- Jesper Stalheim (SUE) - 42 pp (9 + 13 + 6 + 8 + 5 + 1 + [50])
8.- Tom Burton (AUS) - 44 pp ([33] + 4 + 2 + 12 + 9 + 3 + 14)
9.- Matthew Wearn (AUS) - 47 pp (2 + [23] + 20 + 1 + 3 + 12 + 9)
10.-Thomas Saunders (NZL) - 51 pp (14 + 11 + 12 + 1 + 8 + 5 + [18])
18.- Bruno Fontes (BRA) - 75 pp (3+ 19 + 18 + 11 + 12 + [20] + 12 )

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr.
   
Postado em 28/1/2016
Assunto: Com dois segundos lugares, Scheidt entra na briga pelo pódio
  Dono do melhor desempenho nesta quarta-feira, brasileiro ocupa o sexto lugar na etapa de Miami, a apenas três pontos do terceiro colocado

Robert Scheidt teve o melhor desempenho do dia na etapa da Miami da Copa do Mundo de Vela, nesta quarta-feira (27), nos Estados Unidos. Com dois segundos lugares na quinta e sexta regatas, o brasileiro ocupa agora o sexto lugar na classificação geral e entra de vez na briga pelo pódio na competição. Isso porque está a apenas três pontos do terceiro colocado, o sueco Jesper Stalheim.

Em mais um dia ventos fracos, entre 5 e 7 nós, Scheidt foi quase perfeito nas duas regatas e saiu de 13o. para o sexto lugar, garantindo ótima condição para as disputas da flotilha ouro, que começam nesta quinta-feira, com mais duas regatas. A primeira está programada para 10h40 (13h40 de Brasília) e reunirá os 49 velejadores mais bem colocados nos três primeiros dias de competição. Os outros 49 disputarão a flotilha prata. Na sexta-feira estão previstas mais duas provas e no sábado os dez melhores velejadores brigarão pelo pódio na medal race, valendo pontos dobrados.

"Nesta quarta-feira fui bem nas largadas e consegui boa velocidade no vento em popa. Isso me ajudou a garantir a melhor performance até agora. Estou muito confiante em dar sequência aos bons resultados das últimas regatas", analisou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela reúne 98 velejadores de 43 países na disputa da classe Laser. Ao todo são 711 competidores representando 64 países em 9 classes.

Classificação - após 6 regatas e 1 descarte
1.- Rutger van Schaardenburg (HOL) - 11 pontos perdidos (2 + 1 + 1 + 6 + [10] +1)
2.- Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 27 pp (15 + 3 + 1 + 7 + 1 + [50])
3.- Jesper Stalheim (SUE) - 29 pp (9 + [13] + 6 + 8 + 5 + 1)
4.- Tom Burton (AUS) - 30 pp ([33] + 4 + 2 + 12 + 9 + 3)
5.- Filip Jurisic (CRO) - 30 pp (13 + 3 + 3 + 4 + 7 + [18])
6.- Robert Scheidt (BRA) - 32 pp (12 + 14 + [15] + 2 + 2 +2)
7.-Thomas Saunders (NZL) - 37 pp ([14] + 11 + 12 + 1 + 8 + 5)
8.- Matthew Wearn (AUS) - 38 pp (2 + [23] + 20 + 1 + 3 + 12)
9.- Sam Meech (NZL) - 38 pp (7 + 10 + [23] + 4 + 7 + 10)
10.- Andy Maloney (NZL) - 39 pp (1 + 10 + 3 + [18] + 12 + 13)
23.- Bruno Fontes (BRA) - 63 pp (3+ 19 + 18 + 11 + 12 + [20] )

Em busca da sexta medalha - Para conquistar a sexta medalha, com expectativa para o terceiro ouro olímpico, Scheidt vai trabalhar pesado neste primeiro semestre. Além da competição em Miami, estão na mira o Trofeo Princesa Sofía, a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela e o Mundial de Laser, no México.


Robert Scheidt foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes.

ZDL - Rafael De Marco / Doro Jr
   
Postado em 27/1/2016
Assunto: Scheidt faz segundo lugar e sobe na classificação da Copa do Mundo
  Brasileiro se recupera de estreia difícil, com poucos ventos, e agora é 13. colocado numa flotilha de quase 100 velejadores

Após um início difícil, Robert Scheidt começa a construir sua recuperação na luta pelo pódio na etapa da Miami da Copa do Mundo de Vela. Após quatro regatas disputadas na classe Laser, o brasileiro ocupa a 13a. posição. Nesta terça-feira (26), conseguiu um segundo lugar e comprovou a boa fase que lhe valeu a vitória no Campeonato Brasileiro e a confiança para brigar pela sexta medalha olímpica nos Jogos do Rio de Janeiro.

O bom resultado na segunda regata desta terça-feira contrastou com o desempenho do primeiro dia de disputas, ontem (segunda), quando terminou em 12o. e 14o. "No primeiro dia, o vento estava fraco e tivemos que esperar muito entre uma e outra prova. Ficamos cerca de sete horas na água e não fui bem. O problema foram largadas não muito boas e algumas decisões equivocadas quanto ao vento. No segundo dia, sofri novamente com uma má largada na terceira regata, mas me recuperei na quarta e, com a entrada do primeiro descarte, subi um pouco na classificação. Vamos ver se agora eu engreno no campeonato", explicou o bicampeão olímpico, que antes do segundo lugar na quarta regata, havia feito um 15o horas antes, na terceira prova.

Nesta quarta-feira, Scheidt volta para água com expectativa de se manter entre os líderes e seguir na briga pela vitória na etapa de Miami, que é o primeiro dos quatro desafios internacionais do brasileiro no primeiro semestre em sua preparação para os Jogos Olímpicos do Rio. A competição norte-mericana reúne 98 velejadores de 43 países na disputa da classe Laser. Ao todo são 711 competidores representando 64 países em 9 classes.

Em Miami, dez regatas estão previstas para a classe Laser, até sexta-feira (29). No sábado, os dez melhores velejadores disputarão o pódio na medal race, valendo pontos dobrados. "Será uma nova oportunidade de afinar ainda mais o meu jogo. De outubro para cá, venho numa crescente de desempenho, e espero continuar nessa crescente e brigar por medalha nos Estados Unidos ", completa Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Robert Scheidt foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes. Os Jogos do Rio 2016, contudo, serão os primeiros em que Scheidt não chega como favorito absoluto. Para conquistar a sexta medalha, o velejador terá um primeiro semestre agitado. Além da competição em Miami, estão na mira o Trofeo Princesa Sofía, a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela e o Mundial de Laser, no México.

ZDL - Rafael Demarco / Doro Jr
   
Postado em 26/1/2016
Assunto: Scheidt faz 2 e sobe na classificação da Copa do Mundo de Vela
  Brasileiro se recupera de estreia difícil, com poucos ventos, e agora é sétimo colocado numa flotilha de quase 100 velejadores

Após um início difícil, Robert Scheidt começa a construir sua recuperação na luta pelo pódio na etapa da Miami da Copa do Mundo de Vela. Após quatro regatas disputadas na classe Laser, o brasileiro ocupa a sétima posição. Nesta terça-feira (26), conseguiu um segundo lugar e comprovou a boa fase que lhe valeu a vitória no Campeonato Brasileiro e a confiança para brigar pela sexta medalha olímpica nos Jogos do Rio de Janeiro.

O bom resultado na segunda regata desta terça-feira contrastou com o desempenho do primeiro dia de disputas, ontem (segunda), quando terminou em 12o. e 14o. "No primeiro dia, o vento estava fraco e tivemos que esperar muito entre uma e outra prova. Ficamos cerca de sete horas na água e não fui bem. O problema foram largadas não muito boas e algumas decisões equivocadas quanto ao vento. No segundo dia, sofri novamente com uma má largada na terceira regata, mas me recuperei na quarta e, com a entrada do primeiro descarte, subi bem na classificação. Vamos ver se agora eu engreno no campeonato", explicou o bicampeão olímpico, que antes do segundo lugar na quarta regata, havia feito um 15o horas antes, na terceira prova.

Nesta quarta-feira, Scheidt volta para água com expectativa de se manter entre os líderes e seguir na briga pela vitória na etapa de Miami, que é o primeiro dos quatro desafios internacionais do brasileiro no primeiro semestre em sua preparação para os Jogos Olímpicos do Rio. A competição norte-mericana reúne 98 velejadores de 43 países na disputa da classe Laser. Ao todo são 711 competidores representando 64 países em 9 classes.

Em Miami, dez regatas estão previstas para a classe Laser, até sexta-feira (29). No sábado, os dez melhores velejadores disputarão o pódio na medal race, valendo pontos dobrados. "Será uma nova oportunidade de afinar ainda mais o meu jogo. De outubro para cá, venho numa crescente de desempenho, e espero continuar nessa crescente e brigar por medalha nos Estados Unidos ", completa Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Robert Scheidt foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes. Os Jogos do Rio 2016, contudo, serão os primeiros em que Scheidt não chega como favorito absoluto. Para conquistar a sexta medalha, o velejador terá um primeiro semestre agitado. Além da competição em Miami, estão na mira o Trofeo Princesa Sofía, a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela e o Mundial de Laser, no México.

Classificação - após 4 regatas e 1 descarte
1.- Filip Jurisic (CRO) - 10 pontos perdidos ([13] + 3 + 3 + 4)
2.- Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 11 pp ([15] + 3 + 1 + 7)
3.- Nicholas Heiner (HOL) - 12 pp (4 + 5 + [11] + 3)
4.- Milivoj Dukic (MNE) - 15 pp (3 + 2 + [31] + 10)
5.- Tom Burton (AUS) - 18 pp ([33] + 4 + 2 + 12)
6.- Matthew Wearn (AUS) - 23 pp (2 + [23] + 20 + 1)
7) Robert Scheidt (BRA) - 28 pp (12 + 14 + [15] + 2)
8.- Bruno Fontes (BRA) - 32 pp (3 + [19] + 18 + 11)

ZDL - Rafael Demarco / Doro Jr.
   
Postado em 22/1/2016
Assunto: Scheidt disputa Copa do Mundo de Vela em Miami
  Maior atleta olímpico brasileiro reencontrará adversários dos Jogos do Rio 2016 a partir desta segunda-feira (25)

Robert Scheidt volta a medir forças com os principais adversários dos Jogos do Rio 2016, a partir desta segunda-feira (25), animado pela vitória no Campeonato Brasileiro de Laser. A etapa de Miami é o primeiro dos quatro desafios internacionais de Scheidt no primeiro semestre, na busca pela sexta medalha olímpica de sua carreira.

"Estou bem animado com essa competição. A medalha de bronze na Copa Brasil, um campeonato de altíssimo nível, em dezembro, e a vitória no Brasileiro de Laser, agora em janeiro, mostram que estou num bom momento, velejando bem, sem lesões", avalia Scheidt.

O brasileiro foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, mantendo 100% de aproveitamento com dois ouros, duas pratas e um bronze, entre Laser e Star, além dos 14 títulos mundiais nas duas classes. Os Jogos do Rio 2016, contudo, serão os primeiros em que Scheidt não chega como favorito absoluto. Para conquistar a sexta medalha, o velejador terá um primeiro semestre agitado. Além da competição em Miami, estão na mira o Trofeo Princesa Sofía, a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela e o Mundial de Laser, no México.

"A etapa de Miami da Copa do Mundo é sempre um evento muito duro, e deve ser ainda mais difícil agora que estamos em ano olímpico. O nível técnico será bem elevado, só o Nick Thompson e o Tonci Stipanovic não estarão presentes" destaca o brasileiro.

Em Miami, dez regatas estão previstas para a classe Laser, até sexta-feira (29). No sábado, os dez melhores velejadores disputarão o pódio na medal race, valendo pontos dobrados. "Será uma nova oportunidade de afinar ainda mais o meu jogo. De outubro para cá, venho numa crescente de desempenho, e espero continuar nessa crescente e brigar por medalha nos Estados Unidos. Miami será um evento legal num bom momento para mim", completa Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Maior atleta olímpico brasileiro

174 títulos - 85 internacionais e 89 nacionais, incluindo o Campeonato Brasileiro de Laser/2016

ZDL - Doro Jr. / Juliana Leite
   
Postado em 14/1/2016
Assunto: Robert Scheidt é campeão brasileiro de Laser
  Maior atleta olímpico brasileiro venceu as duas regatas finais da competição, nesta quinta-feira (14)

Robert Scheidt conquistou o 13º título brasileiro de sua carreira, nesta quinta-feira (14), ao vencer as duas regatas do dia, na raia olímpica da Baía de Guanabara. O 42º Campeonato Brasileiro de Laser ganhou tons de Mundial com a participação de velejadores como o inglês Nick Thompson, atual campeão mundial da classe, e o guatemalteco Juan Maegli, vencedor dos Jogos Pan-Americanos de Toronto/2015. Mas Scheidt teve como principal adversário o catarinense Bruno Fontes.

"Pela proximidade com os Jogos, a competição atraiu alguns velejadores estrangeiros e teve um nível altíssimo. Além do Nick Thompson, o Bruno Fontes exigiu muito de mim, durante a semana. Foi uma briga boa", avaliou Scheidt.

O velejador foi o mais consistente no Brasileiro de Laser, somando sete vitórias em dez provas, realizadas numa das raias olímpicas da Baía de Guanabara. A competição é mais uma etapa na preparação de Scheidt, na busca pela sexta medalha olímpica - ele soma dois ouros, duas pratas e um bronze, além de 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

"As condições que tivemos aqui não são as mesmas que teremos nos Jogos. A brisa em janeiro é um pouco mais forte, e utilizamos apenas uma das raias. Mas o importante, agora, é competir o máximo possível no local. E a conquista do título brasileiro me dá a tranquilidade de saber que estou no caminho certo", destacou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Sem pausa para descanso - Scheidt tem uma programação intensa no primeiro semestre, entre competições e treinos, na reta final de preparação para os Jogos do Rio 2016. O próximo compromisso do multicampeão é a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, entre os dias 23 e 29. Em março, Scheidt voltará ao Rio para um período de treinos e, na sequência, disputará o Trofeo Princesa Sofía, na Espanha, e a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, na França. Também está na mira de Scheidt o Mundial de Laser Standard, em Nuevo Vallarta, México, de 10 a 18 de maio.

Classificação final, após dez regatas e dois descartes

1. Robert Scheidt (BRA) - 10 pontos perdidos (1+1+3+[4]+1+1+[4]+1+1+1)
2. Bruno Fontes (BRA) - 17 pp (2+[4]+1+1+2+3+2+[4]+2+4)
3. Nick Thompson (GBR) - 27 pp (5+2+[10]+2+5+[40]+1+6+4+2)
4. Elliot Hanson (GBR) - 28 pp (4+3+2+[11]+8+[40]+3+2+3+3)
5. João Pedro de Oliveira (BRA) - 36 pp (3+6+6+3+[10]+2+5+[40]+6+5)
6. Juan Maegli (GUA) - 53 pp (6+7+8+5+[40]+[40]+8+3+9+7)
7. Matheus Dellagnelo (BRA) - 53 pp (7+5+4+8+7+[40]+9+[11]+7+6)
8. Alex Veeren (BRA) - 63 pp (9+11+7+6+11+4+[12]+7+8+[13])
9. Gustavo Correa Nascimento (BRA) - 63 pp (8+10+5+[12]+6+5+[11]+9+10+10)
10. Andreas Perdicaris (GRE) - 65 pp ([12]+8+9+10+12+7+6+5+[13]+8)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 13/1/2016
Assunto: Scheidt vence mais duas no Brasileiro de Laser
  Maior atleta olímpico brasileiro consolidou a liderança da competição nesta quarta-feira (13), abrindo três pontos de vantagem sobre o vice-líder

Robert Scheidt venceu duas das três regatas disputadas nesta quarta-feira (13) no Rio de Janeiro, e consolidou a liderança do Campeonato Brasileiro de Laser. O multicampeão tem uma vantagem de três pontos sobre o vice-líder, Bruno Fontes, 19 sobre o terceiro colocado, o inglês Nick Thompson, atual campeão mundial da classe. Velejador mais consistente da competição, Scheidt soma cinco vitórias e outras três regatas entre os cinco primeiros, mostrando que está bem adaptado às raias olímpicas na Baía de Guanabara.

A quarta-feira foi desgastante, com três regatas disputadas, para compensar o mau tempo do dia anterior. O vento voltou a soprar forte nas raias olímpicas, com a maré puxando para fora da Baía de Guanabara na primeira prova, o que levou alguns velejadores à desclassificação.

"Foram três regatas longas, passamos cerca de cinco horas na água. Estou satisfeito com o resultado de hoje, conquistei mais duas vitórias. Isso mostra que estou no caminho certo", avaliou Scheidt. O brasileiro segue na reta final de preparação para os Jogos do Rio 2016, onde buscará sua sexta medalha olímpica - ele soma dois ouros, duas pratas e um bronze, além de 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

O 42º Campeonato Brasileiro de Laser termina nesta quinta-feira (14), com mais duas regatas, a partir das 12 horas. Ainda está prevista a entrada de mais um descarte do pior resultado. "O importante, amanhã, é fazer a minha prova, velejar bem e manter uma boa média, até pela entrada do segundo descarte", apontou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Classificação parcial, após oito regatas e um descarte

1. Robert Scheidt (BRA) - 12 pontos perdidos (1+1+3+[4]+1+1+4+1)
2. Bruno Fontes (BRA) - 15 pp (2+[4]+1+1+2+3+2+4)
3. Nick Thompson (GBR) - 31 pp (5+2+10+2+5+[40]+1+6)
4. Elliot Hanson (GBR) - 33 pp (4+3+2+11+8+[40]+3+2)
5. João Pedro de Oliveira (BRA) - 35 pp (3+6+6+3+11+2+5+[40])
6. Matheus Dellagnelo (BRA) - 51 pp (7+5+4+8+7+[40]+9+11)
7. Gustavo Correa Nascimento (BRA) - 54 pp (8+10+5+[12]+6+5+11+9)
8. Alex Veeren (BRA) - 55 pp (9+11+7+6+11+4+[12]+7)
9. Andreas Perdicaris (GRE) - 57 pp ([12]+8+9+10+12+7+6+5)
10. Felipe Echenique (CHI) - 66 pp ([13]+9+11+7+9+9+13+8)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 12/1/2016
Assunto: Scheidt retoma a liderança do Campeonato Brasileiro de Laser
  Maior atleta olímpico do País trava duelo caseiro com Bruno Fontes, com quem está empatado em número de pontos

Robert Scheidt reassumiu a liderança do Campeonato Brasileiro de Laser, nesta terça-feira (12), após vencer a única regata disputada na Baía de Guanabara. O dia foi de duelo caseiro entre o multicampeão e Bruno Fontes, agora empatados em número de pontos. Os dois ainda aumentaram a distância para os outros adversários na classificação, com a entrada do primeiro descarte do pior resultado.

"O tempo não estava muito bom, por isso só conseguimos realizar uma regata. Entrou um vento nordeste, incomum para essa época do ano na Baía de Guanabara, o que complicou um pouco. Mas consegui velejar bem e retomei a liderança da competição", avaliou Scheidt. O brasileiro usa o evento como etapa de preparação para os Jogos do Rio 2016, onde buscará sua sexta medalha olímpica - ele soma dois ouros, duas pratas e um bronze, além de 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

O Brasileiro de Laser ainda conta com o britânico Nick Thompson, atual campeão mundial da classe, e o guatemalteco Juan Maegli, vencedor dos Jogos Pan-Americanos de Toronto/2015. Outras cinco regatas estão previstas até quinta-feira (14), sempre a partir das 12 horas.

"Amanhã (quarta-feira) será um dia decisivo, porque teremos três regatas. É importante continuar com uma boa média, já que muita coisa ainda pode acontecer. Com a entrada do segundo descarte, previsto para a nona regata, o Nick Thompson deve voltar à briga pela liderança", observou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Classificação parcial, após cinco regatas e um descarte

1. Robert Scheidt (BRA) - 6 pontos perdidos (1+1+3+[4]+1)
2. Bruno Fontes (BRA) - 6 pp (2+[4]+1+1+2)
3. Nick Thompson (GBR) - 14 pp (5+2+[10]+2+5)
4. Elliot Hanson (GBR) - 17 pp (4+3+2+[11]+8)
5. João Pedro de Oliveira (BRA) - 18 pp (3+6+6+3+[11])
6. Matheus Dellagnelo (BRA) - 23 pp (7+5+4+[8]+7)
7. Juan Maegli (GUA) - 26 pp (6+7+8+5+[9])
8. Gustavo Correa Nascimento (BRA) - 29 pp (8+10+5+[12]+6)
9. Alex Veeren (BRA) - 33 pp (9+11+7+6+[12])
10. Eduardo Couto (BRA) - 36 pp (11+[15]+12+9+4)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 11/1/2016
Assunto: Scheidt abre ano olímpico com vitórias e vice-liderança
  Maior atleta olímpico brasileiro venceu duas das quatro regatas disputadas desde domingo (10), e está a apenas um ponto do líder

Robert Scheidt abriu 2016 mostrando que está afiado para sua sexta olimpíada. O multicampeão é o vice-líder do 42º Campeonato Brasileiro de Laser, com duas vitórias, um terceiro e um quarto lugares, a apenas um ponto do primeiro colocado, Bruno Fontes. A competição, disputada na Baía de Guanabara, é encarada como mais uma etapa de preparação para os Jogos do Rio 2016, nesta reta final.

"Vencer as duas primeiras regatas foi um bom começo, é sempre um estímulo a mais para dar confiança. E velejei bem, com boa velocidade sempre", destacou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Já as provas de hoje foram mais complicadas. Tivemos uma condição difícil na raia, com muita corrente."

O Brasileiro de Laser reúne 39 velejadores na categoria Standard. Entre eles, estão o britânico Nick Thompson, atual campeão mundial da classe, e o guatemalteco Juan Maegli, vencedor dos Jogos Pan-Americanos de Toronto/2015. Outras seis regatas estão previstas até quinta-feira (14), sempre a partir das 12 horas, nas raias olímpicas da Baía de Guanabara. Ainda podem ser descartados os dois piores resultados.

Classificação parcial, após quatro regatas

1. Bruno Fontes (BRA) - 8 pontos perdidos (2+4+1+1)
2. Robert Scheidt (BRA) - 9 pp (1+1+3+4)
3. João Pedro de Oliveira (BRA) - 18 pp (3+6+6+3)
4. Nick Thompson (GBR) - 19 pp (5+2+10+2)
5. Elliot Hanson (GBR) - 20 pp (4+3+2+11)
6. Matheus Dellagnelo (BRA) - 24 pp (7+5+4+8)
7. Juan Maegli (GUA) - 26 pp (6+7+8+5)
8. Alex Veeren (BRA) - 33 pp (9+11+7+6)
9. Gustavo Correa Nascimento (BRA) - 35 pp (8+10+5+12)
10. Andreas Reinisch Perdicaris (GRE) - 39 pp (12+8+9+10)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 8/1/2016
Assunto: Scheidt abre 2016 no Campeonato Brasileiro de Laser, neste domingo
  Competição no Rio de Janeiro faz parte da preparação do multicampeão, na reta final para os Jogos Olímpicos

O ano olímpico começa com uma agenda de competições intensa para Robert Scheidt. Em busca de sua sexta medalha nos Jogos, Scheidt volta à água já neste domingo (10), para o 42º Campeonato Brasileiro de Laser, no Rio de Janeiro. A competição ainda contará com o inglês Nick Thompson, atual campeão mundial da classe.

"Esta não será uma competição tão forte como a Copa Brasil, mas é mais uma oportunidade de competir nas raias olímpicas. Isso é indispensável nessa reta final de preparação para os Jogos", destaca Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Além disso, a presença do Nick Thompson, entre outros adversários, me ajudará a me manter velejando em alto nível."

O Campeonato Brasileiro de Laser segue até o dia 14, nas raias olímpicas da Baía de Guanabara. Dez regatas estão programadas, sempre a partir das 12 horas, com descarte dos dois piores resultados.

Medalha de Bronze na Copa Brasil de Vela, no final de 2015, Scheidt não terá descanso após o Brasileiro de Laser. Uma série de competições e treinos está programada ainda para o primeiro semestre do ano. "Consegui respirar um pouquinho, no final do ano. Agora é pensar em me preparar o melhor possível para a olimpíada, ganhar mais ritmo, acertar os detalhes", explica o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Próximas competições

23 a 29/jan - Copa do Mundo de Vela - etapa Miami (USA)
Março - treinos no Rio de Janeiro
25/mar a 2/abr - Trofeo Princesa Sofía (ESP)
25/abr a 1º/mai - Copa do Mundo de Vela - etapa Hyères (FRA)
10 a 18/mai - Mundial de Laser Standard - Nuevo Vallarta (MEX)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 20/12/2015
Assunto: Scheidt encerra a temporada 2015 com bronze na Copa Brasil de Vela
  Maior atleta olímpico brasileiro ficou com o quinto lugar na medal race, neste domingo (20), no Rio de Janeiro

Robert Scheidt fechou a temporada 2015 no pódio. O bicampeão olímpico conquistou a medalha de bronze da Copa Brasil de Vela, neste domingo (20), após uma disputa eletrizante com o francês Jean-Baptiste Bernaz na medal race. A competição antecipou o clima dos Jogos do Rio 2016, com todos os candidatos ao pódio olímpico na classe Laser. O campeão foi o croata Tonci Stipanovic, seguido por Mathew Wearn, da Austrália, que ficou com a prata.

Para defender a medalha de bronze, Scheidt apostou numa estratégia mais agressiva. A ideia era segurar o francês Bernaz, quarto colocado, no sábado, com apenas quatro pontos de desvantagem. "Foi uma regata bem tensa. Comecei na frente do francês, mas tive que forçar a passagem muito próximo da boia, acabei tocando e sofri uma penalidade. Com isso, ele me passou. Eu o ultrapassei de novo e terminei a regata praticamente junto com o terceiro e o quarto colocados", contou o brasileiro, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Mais um pouco e eu poderia ter sido medalha de prata."

O brasileiro terminou a prova em quinto lugar, suficiente para garantir o bronze, com apenas um ponto a mais que Mathew Wearn, enquanto Bernaz foi o sétimo. Francesco Marrai, da Itália, venceu a medal race, com o inglês Nick Thompson e o croata Stipanovic na sequência.

"Estou muito feliz por ter voltado a medalhar num evento importante como este, ainda mais depois de ficar em quarto lugar nas duas últimas competições (o Aquece Rio, evento-teste para a Olimpíada, e a etapa final da Copa do Mundo de Vela, em Abu Dhabi, restrita aos 20 melhores velejadores do mundo)", comemorou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Estou velejando bem, com uma boa velocidade, e esse resultado me dá mais confiança. Ao mesmo tempo, sei que posso ter um desempenho ainda melhor. E sempre há alguma coisa para melhorar, um detalhe do barco, uma manobra."

A medalha de bronze coroou uma temporada de altos e baixos para Scheidt, marcada por uma lesão no joelho e o 15º lugar no Mundial de Laser de Kingston, mas também pelo bronze na etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela e a prata nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. O brasileiro volta à água já no início de janeiro, após um breve descanso, para a disputa do Campeonato Brasileiro. "O importante, agora, é descansar e me preparar para o ano da Olimpíada, que será muito intenso", ressaltou Scheidt.

Classificação final

1. Tonci Stipanovic (CRO) - 67 pontos perdidos ([45]+3+8+2+13+6+2+14+8+5+6)
2. Mathew Wearn (AUS) - 78 pp (1+2+11+15+8+4+11+5+[25]+3+18)
3. Robert Scheidt (BRA) - 79 pp ([17]+1+3+17+4+10+15+7+11+1+10)
4. Nick Thompson (GBR) - 86 pp (2+14+7+8+[29]+18+17+9+3+4+4)
5. Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 87 pp ([28]+4+5+9+6+17+28+1+1+2+14)
6. Bruno Fontes (BRA) - 109 pp ([35]+7+14+1+1+13+13+26+7+6+21)
7. Tom Burton (AUS) - 115 pp (8+5+4+13+17+8+[25]+20+16+8+16)
8. Francesco Marrai (ITA) - 121 pp (11+[49]+13+28+3+11+3+6+13+31+2)
9. Charlie Buckingham (USA) - 126 pp (10+21+12+12+11+1+18+13+[38]+20+8)
10. Andy Maloney (NZL) - 134 pp (13+16+1+21+20+14+4+24+[28]+9+12)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 20/12/2015
Assunto: Scheidt briga pelo pódio da Copa Brasil de Vela neste domingo (20)
  Maior atleta olímpico brasileiro retomou o terceiro lugar, com um 7º, 11º e 1º lugar nas regatas do sábado

A disputa pelo pódio da Copa Brasil de Vela promete ser acirrada na classe Laser. Robert Scheidt retomou a terceira posição com um 7º, um 11º e um 1º nas regatas deste sábado (19), e vai para a medal race com chances de medalha. Mas precisará se preocupar com o francês Jean-Baptiste Bernaz, quarto colocado com apenas quatro pontos de desvantagem para o brasileiro. O líder é o australiano Mathew Wearn.

"Ainda estou na briga pelo pódio, mas não será tão fácil tirar a diferença para o australiano e o croata. É uma matemática complicada. E o francês está velejando muito bem, foi o melhor do sábado. Vou tentar segurá-lo um pouco, porque ele não tem nada a perder e com certeza vai para cima", destacou Scheidt, dono de cinco medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais entre Laser e Star.

Os dez melhores velejadores foram definidos numa série exaustiva de três regatas. "Ficamos pelo menos cinco horas na água. Mas tivemos um bom vento, e fiquei contente com o meu desempenho. Poderia ter ido melhor na segunda regata, quando acabei tomando algumas decisões erradas, mas venci a terceira. O nível está altíssimo, e venho conseguindo velejar de igual para igual com os principais nomes da Laser", avaliou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Último teste do ano para os Jogos Olímpicos de 2016, a Copa Brasil de Vela termina neste domingo (20). A medal race da Laser está marcada para as 13h30.

Classificação após dez regatas e um descarte

1. Mathew Wearn (AUS) - 60 pontos perdidos (1+2+11+15+8+4+11+5+[25]+3)
2. Tonci Stipanovic (CRO) - 61 pp ([45]+3+8+2+13+6+2+14+8+5)
3. Robert Scheidt (BRA) - 69 pp ([17]+1+3+17+4+10+15+7+11+1)
4. Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 73 pp ([28]+4+5+9+6+17+28+1+1+2)
5. Nick Thompson (GBR) - 82 pp (2+14+7+8+[29]+18+17+9+3+4)
6. Bruno Fontes (BRA) - 88 pp ([35]+7+14+1+1+13+13+26+7+6)
7. Tom Burton (AUS) - 99 pp (8+5+4+13+17+8+[25]+20+16+8)
8. Charlie Buckingham (USA) - 118 pp (10+21+12+12+11+1+18+13+[38]+20)
9. Francesco Marrai (ITA) - 119 pp (11+[49]+13+28+3+11+3+6+13+31)
10. Andy Maloney (NZL) - 122 pp (13+16+1+21+20+14+4+24+[28]+9)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 19/12/2015
Assunto: Scheidt segue na briga por medalha na Copa Brasil de Vela
  Maior atleta olímpico brasileiro mostrou poder de recuperação para ficar com o 15º lugar na única regata desta sexta-feira (18)

O quarto dia de disputas da Copa Brasil de Vela foi difícil para Robert Scheidt. O brasileiro sofreu com o vento fraco na raia montada fora da Baía de Guanabara, nesta sexta-feira (18), mas mostrou poder de recuperação e terminou em 15º lugar na única regata disputada. Scheidt segue em quarto lugar, com chances de medalha. O líder é o croata Tonci Stipanovic.

Com vento muito fraco e rondado, apenas uma regata foi realizada, após as 15h30. "Fiz uma escolha não muito boa do lado da raia, e comecei mal na prova. Fiz uma regata de recuperação, ganhando várias posições, e consegui arrancar um 15º lugar", explicou Scheidt, dono de cinco medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais entre Laser e Star.

Considerada o último grande teste do ano para os Jogos do Rio 2016, a Copa Brasil de Vela definirá neste sábado (19) os dez velejadores da classe Laser que disputarão o pódio na medal race, no domingo. "O croata e o australiano foram melhores, hoje, e se distanciaram um pouco na classificação. Mas ainda está tudo muito embolado, do terceiro lugar em diante. Muitos pontos estão em jogo", lembrou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Classificação após sete regatas e um descarte

1. Tonci Stipanovic (CRO) - 34 pp ([45]+3+8+2+13+6+2)
2. Mathew Wearn (AUS) - 37 pp (1+2+11+[15]+8+4+11)
3. Bruno Fontes (BRA) - 49 pp ([35]+7+14+1+1+13+13)
4. Robert Scheidt (BRA) - 50 pp ([17]+1+3+17+4+10+15)
5. Tom Burton (AUS) - 55 pp (8+5+4+13+17+8+[25])
6. Charlie Buckingham (USA) - 64 pp (10+[21]+12+12+11+1+18)
7. Nick Thompson (GBR) - 66 pp (2+14+7+8+[29]+18+17)
8. Andy Maloney (NZL) - 68 pp (13+16+1+[21]+20+14+4)
9. Francesco Marrai (ITA) - 69 pp (11+[49]+13+28+3+11+3)
10. Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 69 pp ([28]+4+5+9+6+17+28)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 18/12/2015
Assunto: Scheidt se aproxima do pódio da Copa Brasil de Vela
  Maior atleta olímpico brasileiro fez um 4º e um 10º lugar nas regatas desta quinta-feira (17), no Rio de Janeiro, e é o terceiro colocado geral

Robert Scheidt assumiu o terceiro lugar da Copa Brasil de Vela, e está mais próximo do pódio da competição, último grande teste para os Jogos do Rio 2016. Com um 10º e um 4º lugar nas regatas desta quinta-feira, terceiro dia de disputas, Scheidt soma 35 pontos perdidos, apenas 9 a mais que o líder, o australiano Mathew Wearn.

"Tive um desempenho um pouco melhor, nesta quinta. Disputamos as regatas numa das raias fora da Baía de Guanabara, onde o vento estava bem variável. Na primeira prova, consegui manter uma boa média entre os primeiros colocados. Já na segunda regata, até larguei bem, mas acabei perdendo algumas posições na segunda metade da disputa", analisou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Com cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais entre Laser e Star no currículo, o brasileiro destacou o alto nível da competição e o equilíbrio na classe. "Muitos estrangeiros já conhecem bem as condições das raias, o nível técnico sobe bastante. A disputa da Laser ficou ainda mais equilibrada. Eu estou a três pontos do croata, mas o Bruno está muito próximo de mim", disse o brasileiro. "E ainda temos dois dias de disputa antes da medal race, com muitos pontos em jogo."

Para a classe Laser estão previstas mais quatro regatas até sábado (19). No domingo, os dez primeiros colocados seguem para a medal race, valendo pontos dobrados.

Classificação após seis regatas e um descarte

1. Mathew Wearn (AUS) - 26 pontos perdidos (1+2+11+[15]+8+4)
2. Tonci Stipanovic (CRO) - 32 pp ([45]+3+8+2+13+6)
3. Robert Scheidt (BRA) - 35 pp ([17]+1+3+17+4+10)
4. Bruno Fontes (BRA) - 36 pp ([35]+7+14+1+1+13)
5. Tom Burton (AUS) - 38 pp (8+5+4+13+[17]+8)
6. Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 41 pp ([28]+4+5+9+6+17)
7. Charlie Buckingham (USA) - 46 pp (10+[21]+12+12+11+1)
8. Nick Thompson (GBR) - 49 pp (2+14+7+8+[29]+18)
9. Julio Alsogaray (ARG) - 52 pp (22+13+2+[29]+12+3)
10. Sam Meech (NZL) - 62 pp ([29]+6+6+23+18+9)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 17/12/2015
Assunto: Scheidt sobe uma posição na Copa Brasil de Vela
  Maior atleta olímpico brasileiro foi 3º e 17º nas regatas desta quarta-feira (16), na Baía de Guanabara

Em mais um dia de ventos fracos e instáveis, Robert Scheidt repetiu o desempenho da estreia da Copa Brasil de Vela, e subiu para a quarta posição na classificação geral. Scheidt fez um 3º e um 17º lugares nas duas regatas desta quarta-feira (16), disputada dentro da Baía de Guanabara. A liderança segue nas mãos do australiano Mathew Wearn.

Como na terça-feira, as regatas começaram depois das 15h30. "A primeira prova foi de recuperação. Não larguei muito bem, mas fui subindo posições ao longo da disputa, até terminar com o terceiro lugar. Já na segunda prova, o vento diminuiu bastante. Eu arrisquei muito, optei pelo lado esquerdo da raia, como na primeira regata, mas o vento virou para o lado direito e acabei perdendo muitas posições", explicou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

As condições climáticas desfavoráveis nas raias olímpicas acirraram ainda mais a disputa, com os primeiros colocados muito próximos uns dos outros na classificação. "Todos estão oscilando bastante, será uma competição de pontuação elevada", apostou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Mas preciso velejar melhor nos próximos dias e diminuir a minha pontuação para chegar com chances de pódio à medal race, pois ainda temos o descarte do pior resultado."

Encarada como último grande teste olímpico deste ano, a Copa Brasil de Vela conta com todos os candidatos ao pódio dos Jogos do Rio 2016. Para a classe Laser estão previstas mais seis regatas até sábado (19). No domingo, os dez primeiros colocados seguem para a medal race, valendo pontos dobrados.

Classificação após quatro regatas

1. Mathew Wearn (AUS) - 29 pontos perdidos (1+2+11+15)
2. Nick Thompson (GBR) - 30 pp (2+13+7+8)
3. Tom Burton (AUS) - 30 pp (8+5+4+13)
4. Robert Scheidt (BRA) - 38 pp (17+1+3+17)
5. Pavlos Kontides (CYP) - 44 pp (12+18+10+4)
6. Jean-Baptiste Bernaz (FRA) - 46 pp (28+4+5+9)
7. Andy Maloney (NZL) - 50 pp (13+15+1+21)
8. Charlie Buckingham (USA) - 54 pp (10+20+12+12)
9. Bruno Fontes (BRA) - 57 pp (35+7+14+1)
10. Tonci Stipanovic (CRO) - 57 pp (44+3+8+2)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 16/12/2015
Assunto: Scheidt é o quinto colocado na estreia da Copa Brasil de Vela
  Em dia de ventos fracos, maior atleta olímpico brasileiro venceu uma regata e foi 17º na outra

A ausência do vento na raia de Niterói atrasou a estreia da Copa Brasil de Vela, nesta terça-feira (15), e levou a oscilações no desempenho dos principais velejadores na disputa da Laser. Robert Scheidt foi o 17º na primeira regata, mas recuperou-se bem e venceu a segunda prova, terminando o dia na quinta posição geral. O líder é o australiano Mathew Wearn.

"Ficamos bastante tempo esperando, o vento entrou só depois das 15h30. E competimos na raia de Niterói, mais distante. Isso acaba gerando um desgaste maior. As condições devem ser as mesmas nesta quarta-feira", apontou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Não larguei bem na primeira regata e não houve tempo para me recuperar. Mas velejei bem melhor na segunda prova, ficando o tempo todo entre os primeiros."

A Copa Brasil de Vela reúne em Niterói todos os candidatos ao pódio dos Jogos do Rio 2016. A classe Laser Standard, de Robert Scheidt, é a mais numerosa, com 46 barcos. Encarada como último grande teste olímpico do ano, a competição tem mais oito regatas programadas até sábado (19). No domingo, os dez primeiros colocados seguem para a medal race, valendo pontos dobrados.

"Quanto mais regatas pudermos ter aqui, melhor. Por isso torço para as condições climáticas melhorarem nos próximos dias. O evento tem um nível técnico bem alto, com os principais velejadores competindo de igual para igual. Está bem equilibrado", analisou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Eu estou velejando bem, com uma boa velocidade no barco. O importante é manter uma boa média até a etapa final da competição."

Classificação após duas regatas

1. Mathew Wearn (AUS) - 3 pontos perdidos (1+2)
2. Tom Burton (AUS) - 13 pp (8+5)
3. Gustavo Lima (POR) - 13 pp (5+8)
4. Nick Thompson (GBR) - 14 pp (2+12)
5. Robert Scheidt (BRA) - 18 pp (17+1)
6. Marco Gallo (ITA) - 23 pp (3+20)
7. Andy Maloney (NZL) - 27 pp (13+14)
8. Wannes Van Laer (BEL) - 28 pp (6+22)
9. Charlie Buckingham (USA) - 29 pp (10+19)
10. Pavlos Kontides (CYP) - 29 pp (12+17)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 14/12/2015
Assunto: Scheidt enfrenta último teste olímpico a partir desta terça
  Maior atleta olímpico brasileiro disputa Copa Brasil de Vela, no Rio de Janeiro. Competição terá todos os candidatos ao pódio dos Jogos do Rio 2016 na classe Laser

Robert Scheidt volta às águas cariocas nesta terça-feira (15), para a disputa da Copa Brasil de Vela. Será o último grande teste do ano para o multicampeão brasileiro, dono de cinco medalhas olímpicas e 14 títulos mundiais. A competição reunirá na Marina da Glória todos os candidatos ao pódio olímpico na classe Laser, antecipando o clima dos Jogos do Rio 2016.

"O nível será altíssimo, exatamente como na Olimpíada. Será a chance de encerrar o ano velejando contra os melhores do mundo nas raias dos Jogos", destaca Scheidt.

O brasileiro segue na sexta posição do ranking mundial da Laser, após o quarto lugar na etapa final da Copa do Mundo de Vela, em Abu Dhabi, em outubro. No Rio de Janeiro, enfrentará velejadores como o australiano Tom Burton, número um do mundo na modalidade, o cipriota Pavlos Kontides, vice-campeão olímpico (2012) e mundial (2013), o croata Tonci Stipanovic e o alemão Philipp Buhl.

A Copa Brasil de Vela tem uma série de dez regatas programadas para a classe Laser, sempre a partir das 13 horas. No domingo (20), os primeiros colocados seguem para a disputa do pódio na medal race, valendo pontos dobrados. Serão utilizadas as seis raias olímpicas, três do lado de fora da Baía de Guanabara e três do lado de dentro, incluindo a da regata final, mais próxima à praia.

Disputa no COI - Robert Scheidt também trava uma importante disputa fora d’água. O brasileiro foi indicado pelo Comitê Olímpico Brasileiro, o COB, como candidato a uma das quatro vagas para a Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Internacional, o COI. Outros 23 esportistas estão no páreo, entre eles o jogador argentino de basquete Luis Scola, o atirador do Qatar Nasser Al-Attiyah e a recordista mundial e campeã olímpica do salto com vara, a russa Yelena Isinbayeva.

"Fiquei muito honrado por ser escolhido pelo COB como candidato brasileiro a esta importante comissão. Pretendo, com minha experiência de mais de vinte anos de vida olímpica, representar os atletas nas decisões do COI. Quero contribuir para que o movimento olímpico atenda cada vez mais aos anseios dos seus principais protagonistas, os atletas", diz Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A eleição será realizada durante os Jogos do Rio 2016, para substituir os quatro postos hoje pertencentes ao nadador russo Alexander Popov, à jogadora cubana de vôlei Yumilka Ruiz, à esgrimista alemã Claudia Bokel e ao sul-coreano Dae Sung Moon, do taekwondo. Os eleitos terão mandatos de oito anos e trabalharão como porta-vozes dos atletas de todo o mundo.

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 2/11/2015
Assunto: Scheidt é o quarto entre os 20 melhores do mundo em Abu Dhabi
  Maior atleta olímpico brasileiro perdeu o pódio apenas na reta final da última etapa da Copa do Mundo de Vela, e segue confiante para a Copa Brasil

Vice-líder durante toda a etapa final da Copa do Mundo de Vela, Robert Scheidt ficou muito perto de subir ao pódio da competição. O brasileiro segurou a medalha de prata até a metade da medal race, disputada na manhã deste domingo (1º/11), em Abu Dhabi. Perdeu a medalha apenas na reta final da disputa e terminou em quarto lugar, com 36 pontos perdidos, mesma pontuação do australiano Mathew Wearn, terceiro colocado. O também australiano Tom Burton confirmou a liderança e foi o campeão, seguido pelo cipriota Pavlos Kontides.

Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais entre Laser e Star, começou a disputa em sétimo lugar e subiu para a sexta posição na segunda marca. Com o cipriota em segundo, o brasileiro ainda assegurava a medalha de prata.

"A regata largou bem na transição do vento da manhã para o da tarde. Na segunda volta, o vento parou e girou tudo para a direita. Com isso, perdi muitas posições e abri a oportunidade para o cipriota e o australiano (Mathew Wearn)", explica Scheidt. O velejador passou para o nono lugar na terceira marca, enquanto Pavlos Kontides assumiu a liderança. Wearn, em sexto, garantiu o bronze.

O brasileiro fez um balanço positivo da competição, restrita aos 20 primeiros colocados do ranking mundial da Laser. "Independente do resultado final, eu melhorei bastante a minha velejada, do evento-teste para cá, e isso é fundamental para me dar entrada no ano olímpico", destaca Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Agora é continuar trabalhando duro para ficar com a medalha na próxima competição."

Scheidt encerrará a temporada na Copa Brasil, último encontro do ano entre os principais candidatos ao pódio olímpico na Vela. A competição será disputada no Rio de Janeiro, de 15 a 20 de dezembro.

Classificação final, após sete regatas e um descarte:

1.Tom Burton (AUS) - 21 pontos perdidos (2+1+2+6+[8]+4+6)
2. Pavlos Kontides (GUA) - 33 pp (6+[21]+11+8+1+5+2)
3. Mathew Wearn (AUS) - 36 pp ([10]+2+9+3+7+3+12)
4. Robert Scheidt (BRA) - 36 pp (3+3+8+2+2+[14]+18)
5. Tonci Stipanovic (CRO) - 37 pp (9+[17]+4+4+14+2+4)
6. Nick Thompson (GBR) - 39 pp (5+6+3+1+[15]+8+16)
7. Jesper Stalheim (SWE) - 41 pp (1+11+[16]+9+9+1+10)
8. Sam Meech (NZL) - 42 pp (4+[14]+10+11+3+6+8)
9. Philipp Buhl (GER) - 52 pp (11+8+1+7+11+[15]+14)
10. Michael Bullot (NZL) - 66 pp (12+5+[13]+10+12+7+20)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 1/11/2015
Assunto: Scheidt disputa medal race da etapa final da Copa do Mundo de Vela
  Maior atleta olímpico brasileiro segue na vice-liderança da competição e abre vantagem para o terceiro colocado

Robert Scheidt vai para a disputa pelo pódio da etapa final da Copa do Mundo de Vela na vice-liderança. O brasileiro encerrou a fase classificatória da competição com um 2º e um 14º lugar nas regatas deste sábado (31), em Abu Dhabi, e soma 18 pontos perdidos. A desvantagem para o líder Tom Burton ainda é de apenas três pontos, e Scheidt ainda abriu uma vantagem de 5 pontos sobre o terceiro colocado, o inglês Nick Thompson.

Com a experiência de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais entre Laser e Star, Scheidt começou bem o dia de disputas, velejando sempre na linha de frente da flotilha, para ficar com o segundo lugar. A situação mudou na segunda regata.

"Fui conservador na segunda regata. O vento baixou muito, girou para o lado direito, e eu demorei a identificar essa mudança. Mesmo assim, ainda consegui recuperar algumas posições, para terminar em 14º", avaliou Scheidt. "A pontuação não mudou muito, continuo logo atrás do australiano. De modo geral, velejei bem até aqui."

A medal race reunirá os dez primeiros colocados na briga pelo pódio da classe Laser, neste domingo (1º/11), a partir das 10 horas (6 horas no Brasil). "Largar bem será fundamental para ter chances de medalha", destaca o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Classificação parcial, após seis regatas e um descarte:

1.Tom Burton (AUS) - 15 pontos perdidos (2+1+2+6+[8]+4)
2. Robert Scheidt (BRA) - 18 pp (3+3+8+2+2+[14])
3. Nick Thompson (GBR) - 23 pp (5+6+3+1+[15]+8)
4. Mathew Wearn (AUS) - 24 pp ([10]+2+9+3+7+3)
5. Jesper Stalheim (SWE) - 31 pp (1+11+[16]+9+9+1)
6. Pavlos Kontides (GUA) - 31 pp (6+[21]+11+8+1+5)
7. Tonci Stipanovic (CRO) - 33 pp (9+[17]+4+4+14+2)
8. Sam Meech (NZL) - 34 pp (4+[14]+10+11+3+6)
9. Philipp Buhl (GER) - 38 pp (11+8+1+7+11+[15])
10. Michael Bullot (NZL) - 46 pp (12+5+[13]+10+12+7)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 30/10/2015
Assunto: SCHEIDT SEGUE NA VICE-LIDERANÇA DA COPA DO MUNDO DE VELA
  Maior atleta olímpico brasileiro foi 8º e 2º nas regatas desta sexta-feira (30), segundo dia de disputas da etapa final da competição

Mesmo com os altos e baixos do segundo dia de disputas em Abu Dhabi, Robert Scheidt manteve a vice-liderança da etapa final da Copa do Mundo de Vela. O brasileiro foi oitavo e segundo colocado nas regatas desta sexta-feira (30). Com o descarte do pior resultado, soma 8 pontos perdidos. Com resultado semelhante, o líder Tom Burton segue com 3 pontos de vantagem sobre Scheidt.

As regatas desta sexta-feira começaram às 9h40 (3h40 no Brasil) para a classe Laser, com ventos de 9 a 13 nós na raia da competição.

"Na primeira prova, infelizmente não larguei bem e tive que fazer uma regata de recuperação, para chegar em oitavo. A segunda prova foi bem melhor, com uma boa largada. Consegui ficar sempre na linha de frente da flotilha, até fechar em segundo lugar", analisou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

As duas regatas previstas para este sábado (31) definirão os dez velejadores que disputarão o pódio na medal race, no domingo.

"As provas estão disputadíssimas. Amanhã, último dia antes da medal race, muitos pontos ainda estarão em jogo", destacou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Será importante ter resultados consistentes, mais uma vez, e velejar junto aos principais adversários."

Classificação parcial, após quatro regatas e um descarte:

1.Tom Burton (AUS) - 5 pontos perdidos (2+1+2+[6])
2. Robert Scheidt (BRA) - 8 pp (3+3+[8]+2)
3. Nick Thompson (GBR) - 9 pp (5+[6]+3+1)
4. Mathew Warn (AUS) - 14 pp ([10]+2+9+3)
5. Philipp Buhl (GER) - 16 pp ([11]+8+1+7)
6. Tonci Stipanovic (CRO) - 17 pp (9+[17]+4+4)
7. Jesper Stalheim (SWE) - 21 pp (1+11+[16]+9)
8. Sam Meech (NZL) - 25 pp (4+[14]+10+11)
9. Pavlos Kontides (GUA) - 25 pp (6+[21]+11+8)
10. Michael Bullot (NZL) - 27 pp (12+5+[13]+10)

ZDL - Juliana Leite
   
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Assunto: SCHEIDT ESTREIA EM 2o DA ETAPA FINAL DA COPA DO MUNDO DE VELA
  Maior atleta olímpico brasileiro foi o terceiro nas duas regatas desta quinta-feira (29), em Abu Dhabi

Na disputa entre os melhores do mundo na classe Laser, Robert Scheidt mostrou um bom desempenho em Abu Dhabi. O velejador foi terceiro colocado nas duas regatas desta-quinta-feira (29), estreia da etapa final da Copa do Mundo de Vela, e terminou o dia na vice-liderança, com 6 pontos perdidos. O australiano Tom Burton é o líder, com 3 pontos perdidos.

Para evitar o calor extremo na raia da competição, com os termômetros chegando a 40º ao meio-dia, os velejadores foram para a água logo pela manhã. Ventos de terra de 15 nós tornaram as regatas mais rápidas.

"Tive um bom começo. Fui consistente nas duas provas do dia. Na segunda, fiz boa recuperação no último popa, passando de 9º para 4º colocado. E, como o cipriota largou escapado, subi para o terceiro lugar", avaliou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

A competição nos Emirados Árabes Unidos é restrita aos 20 primeiros colocados do ranking mundial de cada classe, aumentando o nível técnico da disputa. Em caso de desistências, as vagas em aberto são preenchidas pelos próximos colocados no ranking e os melhores velejadores de cada continente nas etapas anteriores da Copa do Mundo de Vela.

Scheidt, atualmente o 12º do mundo na Laser, tem entre seus adversários em Abu Dhabi os primeiros do ranking, os australianos Mathew Wearn (1º) e Tom Burton (2º). A flotilha da classe é completada pelo australiano Ryan Palk (21º), o argentino Julio Alsogaray (24º) e o chinês Jianan Wu, quinto colocado na etapa de Qingdao da Copa do Mundo. "Tenho que continuar a velejar de forma sólida e consistente," reforçou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A última etapa da Copa do Mundo nos Emirados Árabes Unidos segue nesta sexta-feira (30) com mais duas regatas, também pela manhã, a partir das 10 horas (4 horas no Brasil). No domingo, os dez primeiros colocados disputam a medal race.

Classificação parcial, após duas regatas:
1.Tom Burton (AUS) - 3 pontos perdidos (2+1)
2. Robert Scheidt (BRA) - 6 pp (3+3)
3. Nick Thompson (GBR) - 11 pp (5+6)
4. Jesper Stalheim (SWE) - 12 pp (1+11)
5. Mathew Warn (AUS) - 12 pp (10+2)
6. Andy Maloney (NZL) - 16 pp (7+9)
7. Michael Bullot (NZL) - 17 pp (12+5)
8. Sam Meech (NZL) - 18 pp (4+14)
9. Juan Maegli (GUA) - 19 pp (15+4)
10. Philipp Buhl (GER) - 19 pp (11+8)

ZDL - Juliana Leite
   
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Assunto: SCHEIDT ESTREIA 5a NA ETAPA FINAL DA COPA DO MUNDO DE VELA
  Calor será desafio para os 20 melhores velejadores da classe Laser, na disputa em Abu Dhabi

Robert Scheidt enfrentará a partir desta quinta-feira (29) uma das disputas mais difíceis do ano. A etapa final da Copa do Mundo de Vela reunirá em Abu Dhabi os 20 primeiros colocados do ranking mundial da Laser. Além dos ventos fracos, o calor predominante nos Emirados Árabes Unidos deve ser um desafio para os velejadores.

"O evento terá um altíssimo nível técnico, com os principais nomes da Laser. Como os ventos têm sido muito fracos, as regatas devem ser bem apertadas e táticas", avalia Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "A largada, mais uma vez, será importantíssima."

Scheidt, em Abu Dhabi desde o dia 24 para os últimos treinos na raia da competição, aponta as altas temperaturas locais como fator complicador. "Ao meio-dia os termômetros batem os 40 graus, o que vai exigir ainda mais da resistência física dos competidores", diz o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa final da Copa do Mundo de Vela em Abu Dhabi será mais curta, com seis regatas programadas para a classe Laser a partir desta quinta-feira (29). Os dez primeiros colocados disputam a medal race no domingo (1º/11).

ZDL - Juliana Leite
   
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Assunto: Scheidt está na disputa dos melhores do mundo na Laser em Abu Dhabi
  Etapa final da Copa do Mundo de Vela, a partir do dia 28, é aberta aos 20 primeiros colocados do ranking mundial da classe.

Em busca de aperfeiçoamento técnico para os Jogos do Rio 2016, Robert Scheidt disputará a etapa final da Copa do Mundo de Vela, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, a partir do dia 28. A competição é restrita aos 20 primeiros colocados no ranking mundial de cada classe, resultando numa das disputas mais acirradas do ano.

"Decidi ir porque há poucas competições entre outubro e novembro, e é interessante aproveitar essa oportunidade de velejar contra os melhores do mundo, num local de ventos fracos e médios", explica Scheidt.

Dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze), e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star, o velejador ocupa é atualmente o 14º do ranking mundial da Laser. O australiano Tom Burton ocupa o primeiro lugar, seguido pelo compatriota Mathew Wearn e o croata Tonci Stipanovic. Além deles, a disputa em Abu Dhabi deverá contar também com o cipriota Pavlos Kontides (4º), o alemão Philipp Buhl (5º) e o inglês Nick Thompson (6º), entre os adversários do brasileiro."Teremos uma flotilha pequena e de altíssima qualidade, algo muito bom para manter a concentração."

A curta duração da competição, com três dias de regatas mais a medal race, também é apontada como fator positivo para Scheidt. "Poderei analisar com detalhes o que aconteceu em cada prova, e onde preciso melhorar", diz o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. Scheidt encerrará a temporada 2015 com a disputa da Copa Brasil, em dezembro. A competição deverá contar com todos os velejadores em preparação para os Jogos de 2016.

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 24/8/2015
Assunto: Scheidt dá entrevista coletiva no YCSA
  O maior medalhista olímpico do Brasil falará com a imprensa nesta terça-feira(25), às 10h30

Robert Scheidt conversará com a imprensa sobre sua participação nas últimas competições e a preparação para os Jogos Rio 2016 nesta terça-feira (25), a partir das 10h30, no Yacht Club Santo Amaro (R. Édson Régis, 481, Guarapiranga). O credenciamento deve ser feito pelo e-mail redacao@zdl.com.br.

No sábado, Scheidt encerrou sua participação do no Aquece Rio, evento teste de vela, em quarto lugar, a apenas dois pontos do pódio. Pouco antes do início do evento, ele foi confirmado como representante brasileiro da classe Laser nos Jogos Rio 2016. Depois de ir ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, com dois ouros, duas pratas e um bronze, Scheidt terá a chance de conquistar a sexta medalha olímpica, em casa. Para tanto, o brasileiro planeja várias sessões de treino nas raias olímpicas ainda este ano.

"Há muito o que fazer até 2016, por isso devo ter uma série de treinos no Rio de Janeiro, no final de setembro, outubro e novembro", explica o velejador. "O Rio de Janeiro é bom para mim, me adapto rápido às condições locais. Estou velejando bem nas raias dentro da Baía de Guanabara, agora preciso melhorar o desempenho nas raias fora da Baía," analisou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 21/8/2015
Assunto: Scheidt encerra Aquece Rio em quarto lugar
  Maior atleta olímpico brasileiro foi o segundo colocado na medal race, nesta sexta-feira (21), e ficou a dois pontos do bronze

Foi por muito pouco. Numa disputa apertada na raia do Pão de Açúcar, próxmo da praia, Robert Scheidt fez uma regata de recuperação e terminou a medal race em segundo lugar. Com o resultado, o brasileiro ficou a apenas dois pontos da medalha de bronze, conquistada pelo australiano Tom Burton. O pódio foi completado pelo italiano Francesco Marrai, ouro, e o francês Jean-Baptiste Bernaz, prata.

"Fiz uma boa prova. Comecei em quarto lugar, mas bem colado nos primeiros colocados, e na segunda metade da regata consegui me recuperar e fechar em segundo", analisa Scheidt. "Fiz a minha parte, mas ir ao pódio já não dependia só de mim. O Tom Burton, com o quinto lugar, acabou ficando com o bronze."

Para o brasileiro, a Regata Internacional de Vela, evento-teste para os Jogos Rio 2016, foi muito importante como avaliação do seu desempenho frente aos principais adversários na Olimpíada. "Eu evoluí em relação ao Mundial e ao Pan, e estou bem próximo dos outros velejadores em nível de velejada. Tive um segundo dia muito ruim, que pesou na competição. Mas estou com uma boa velocidade, acertando mais as decisões. O importante é não cometer grandes erros", destacou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Comemoração em família - Robert Scheidt ainda celebrou o desempenho da esposa, Gintare, na competição. Terceira colocada na medal race da Laser Radial, a lituana conquistou a medalha de ouro. "Foi um dia estressante para ela, porque sofreu uma penalidade logo antes da largada. Mas a Gintare conseguiu se manter focada e velejou extremamente bem. Estamos muito felizes", elogiou Scheidt.

Rumo aos Jogos Rio 2016 - Robert Scheidt foi confirmado como representante brasileiro da classe Laser nos Jogos Rio 2016 às vésperas do evento-teste na Marina da Glória. Depois de ir ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, com dois ouros, duas pratas e um bronze, Scheidt terá a chance de conquistar a sexta medalha olímpica, em casa. Para tanto, o brasileiro planeja várias sessões de treino nas raias olímpicas ainda este ano.

"Há muito o que fazer até 2016, por isso devo ter uma série de treinos no Rio de Janeiro, no final de setembro, outubro e novembro. A última competição do ano provavelmente será a Copa Brasil, que será importante pelo alto nível técnico", explica o velejador. "O Rio de Janeiro é bom para mim, me adapto rápido às condições locais. Estou velejando bem nas raias dentro da Baía de Guanabara, agora preciso melhorar o desempenho nas raias fora da Baía."

Coletiva no YCSA - Robert Scheidt conversará com a imprensa sobre sua participação nas últimas competições e a preparação para os Jogos Rio 2016 nesta terça-feira (25), a partir das 10h30, no Yacht Club Santo Amaro, em São Paulo. O credenciamento deve ser feito pelo e-mail juliana@zdl.com.br.

Classificação final do Aquece Rio:
1. Francesco Marrai (ITA) - 64 pontos perdidos (5+13+2+3+13+5+2+3+[32]+18)
2. Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 70 pp ([32]+11+8+4+4+20+1+7+7+8)
3. Tom Burton (AUS) - 72 pp (12+16+[21]+7+1+1+9+1+15+10)
4. Robert Scheidt (BRA) - 74 pp (6+3+20+26+6+4+4+[39]+1+4)
5. Lee Parkhill (CAN) - 78 pp ([24]+5+11+5+7+2+13+12+21+2)
6. Tonci Stipanovic (CRO) - 79 pp (1+14+1+2+16+[28]+14+5+6+20)
7. Charlie Buckingham (USA) - 84 pp (3+21+10+[24]+5+12+7+4+8+14)
8. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 86 pp (17+4+3+15+[27]+10+20+9+2+6)
9. Philipp Buhl (ALE) - 90 pp (14+24+6+14+3+[26]+8+6+3+12)
10. Nick Thompson (GBR) - 94 pp (16+1+4+19+2+15+10+11+[25]+16)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 21/8/2015
Assunto: Scheidt luta pelo pódio do Aquece Rio nesta sexta-feira
  Maior atleta olímpico brasileiro venceu uma das regatas no último dia da competição antes da medal race

Robert Scheidt está na disputa da medal race da classe Laser na Regata Internacional de Vela, evento teste para os Jogos Rio 2016. O brasileiro é o quinto colocado, e vai para a água, nesta sexta-feira (21) com chances de subir ao pódio, já que tem oito pontos de desvantagem para o terceiro colocado, o australiano Tom Burton, e 11 para o vice-líder, o croata Tonci Stipanovic. A liderança segue nas mãos do italiano Francesco Marrai.

Em dia de decisão, Scheidt, até então o terceiro colocado na classificação geral, viveu duas situações extremas. Na primeira regata desta quinta-feira (20), disputada na raia de Niterói, fora da Baía de Guanabara, foi desclassificado com uma bandeira preta. Já na segunda prova, velejou de forma quase perfeita. Largou em segundo lugar e assumiu a liderança na segunda boia, para ficar com a vitória.

"Entrei na disputa muito animado, me sentindo confiante para o dia de hoje. A primeira regata foi difícil, tivemos duas chamadas gerais, e eu acabei tomando uma bandeira preta por largar escapado. Acho que fui agressivo demais", explicou Scheidt. "A segunda regata foi melhor, consegui pegar o vento pelo lado direito na segunda metade da prova e assumi a ponta."

A medal race da Laser será disputada na raia do Pão de Açúcar, dentro da Baía de Guanabara, e bem próxima à praia. Será uma oportunidade da torcida experimentar um pouco do clima de decisão da Olimpíada, com os dez melhores velejadores brigando pela medalha. Para Scheidt, será uma disputa acirrada. "Ainda tenho chances de ir ao pódio, estou relativamente próximo do Tom Burton. E venho velejando melhor dentro da baía. Mas não será nada fácil", destacou o brasileiro, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Numa regata assim, chegar em quarto lugar já é um ótimo resultado."

Classificação após seis regatas e um descarte:
1. Francesco Marrai (ITA) - 46 pontos perdidos (5+13+2+3+13+5+2+3+[32])
2. Tonci Stipanovic (CRO) - 59 pp (1+14+1+2+16+[28]+14+5+6)
3. Tom Burton (AUS) - 62 pp (12+16+[21]+7+1+1+9+1+15)
4. Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 62 pp ([32]+11+8+4+4+20+1+7+7)
5. Robert Scheidt (BRA) - 70 pp (6+3+20+26+6+4+4+[39]+1)
6. Charlie Buckingham (USA) - 70 pp (3+21+10+[24]+5+12+7+4+8)
7. Lee Parkhill (CAN) - 76 pp ([24]+5+11+5+7+2+13+12+21)
8. Nick Thompson (GBR) - 78 pp (16+1+4+19+2+15+10+11+[25])
8. Philipp Buhl (ALE) - 78 pp (14+24+6+14+3+[26]+8+6+3)
10. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 80 pp (17+4+3+15+[27]+10+20+9+2)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 18/8/2015
Assunto: Scheidt é o sexto colocado no Aquece Rio
  Maior atleta olímpico brasileiro foi o quarto na única regata desta terça-feira, e se mantém na briga por medalha

O vento fraco vem atrapalhando as disputas da Regata Internacional de Vela, evento-teste para os Jogos Rio 2016. Pelo segundo dia consecutivo, apenas uma regata foi realizada na classe Laser. Robert Scheidt foi o quarto colocado e se mantém na briga por medalha. Sexto na classificação geral, soma 39 pontos perdidos, apenas 11 a mais que o novo líder, o italiano Francesco Marrai.

A regata desta terça-feira (18) começou apenas às 16 horas, com Scheidt na vice-liderança. O velejador chegou a perder algumas posições na segunda boia, mas recuperou-se a tempo de cruzar a linha em quarto lugar.

"Foi uma prova bem difícil. O vento estava razoável na primeira parte da disputa, sempre pelo lado direito, e consegui acertar a velejada. Mas, na segunda metade, o vento foi diminuindo ainda mais, virando todo para o lado esquerdo. Muita gente boa foi mal, hoje. Quem arriscou mais, como o italiano Francesco Marrai, conseguiu melhores resultados", destacou Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Numa regata assim, chegar em quarto lugar já é um ótimo resultado."

Confirmado como o representante brasileiro da classe Laser nos Jogos Rio 2016, Robert Scheidt fez uma boa estreia no Aquece Rio, no sábado (15), com a vice-liderança. Após dois resultados ruins no domingo, um deles descartado, voltou a velejar entre os primeiros colocados já na segunda-feira, alcançando a sexta posição geral. Com o quarto lugar nesta terça-feira, o velejador aproximou-se um pouco mais dos primeiros colocados.

"Também foi um bom dia por ter conseguido tirar alguns pontos para os meus adversários. Estou com apenas um ponto a mais que o Nick Thompson, e dois pontos a mais que o Tom Burton", reforçou Scheidt. "Amanhã teremos duas regatas na raia da praia de Copacabana, fora da Baía de Guanabara, onde o vento deve ser um pouco mais forte."

A competição reúne 38 velejadores na classe Laser, entre eles os principais adversários de Scheidt, como o croata Tonci Stipanovic, o holandês Rutger Van Schaardenburg, o inglês Nick Thompson e o francês Jean-Baptiste Bernaz. Estão previstas outras quatro regatas, duas por dia, até quinta-feira. Na sexta (21), os dez primeiros colocados disputam o pódio na medal race, valendo pontos dobrados.

Classificação parcial após seis regatas e um descarte:
1. Francesco Marrai (ITA) - 28 pontos perdidos (5+[13]+2+3+13+5)
2. Lee Parkhill (CAN) - 30 pp ([24]+5+11+5+7+2)
3. Tonci Stipanovic (CRO) - 34 pp (1+14+1+2+16+[28])
4. Tom Burton (AUS) - 37 pp (12+16+[21]+7+1+1)
5. Nick Thompson (GBR) - 38 pp (16+1+4+[19]+2+15)
6. Robert Scheidt (BRA) - 39 pp (6+3+20+[26]+6+4)
7. Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 47 pp ([32]+11+8+4+4+20)
8. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 49 pp (17+4+3+15+[27]+10)
9. Charlie Buckingham (USA) - 51 pp (3+21+10+[24]+5+12)
10. Andy Maloney (NZL) - 54 pp (11+6+9+22+[23]+6)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 15/8/2015
Assunto: Robert Scheidt estreia na vice-liderança do Aquece Rio
  Maior atleta olímpico brasileiro foi sexto e terceiro nas duas provas da Regata Internacional de Vela, evento-teste para os Jogos Rio 2016, neste sábado (15)

Confirmado como o representante brasileiro da classe Laser nos Jogos Rio 2016, Robert Scheidt fez uma boa estreia no Aquece Rio - Regata Internacional de Vela, evento-teste olímpico disputado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. O velejador foi sexto e terceiro nas duas regatas do dia, e alcançou a vice-liderança, com nove pontos perdidos, mesma pontuação do líder, o cipriota Pavlos Kontides.

"É ótimo começar bem, dá um gás a mais para os próximos dias", destacou o bicampeão olímpico na Laser. "Tivemos vento fraco na primeira prova, e acabei tomando uma punição, uma bandeira amarela. Mas fiz uma grande recuperação e consegui terminar em sexto. Na segunda prova, larguei bem melhor e permaneci sempre entre os primeiros. Estou feliz com a maneira como velejei hoje."

A competição reúne 38 velejadores na classe Laser, entre eles os principais adversários de Scheidt, como o croata Tonci Stipanovic, o holandês Rutger Van Schaardenburg, o inglês Nick Thompson e o francês Jean-Baptiste Bernaz. Estão previstas outras oito regatas, duas por dia, até sexta-feira. No próximo sábado (21), os dez primeiros colocados disputam o pódio na medal race, valendo pontos dobrados.

"Todas as raias são complicadas, cada uma com uma característica diferente. Ainda tem muita coisa para acontecer, preciso continuar focado para não cometer nenhum erro e chegar com uma boa média na fase final", observou Scheidt. O velejador foi ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou - além dos dois ouros, em Atlanta/1996 e Atenas/2004, foi prata em Sydney/2000, também na Laser, prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012, na Star. Em 2016, brigará pela sexta medalha nos Jogos.

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 13/8/2015
Assunto: Scheidt vai em busca da sexta medalha olímpica nos Jogos Rio 2016
  Velejador estará no evento-teste da Vela para a Olimpíada, a partir deste sábado (15), no Rio de Janeiro

Robert Scheidt será o representante do Brasil da classe Laser nos Jogos Rio 2016. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (13) pela Confederação Brasileira de Vela. Depois de ir ao pódio em todas as Olimpíadas que disputou, com dois ouros, duas pratas e um bronze, Scheidt terá a chance de conquistar a sexta medalha olímpica, em casa.

"É um orgulho muito grande voltar a representar o Brasil numa Olimpíada, pelo momento que estou vivendo. Por ser no Rio de Janeiro, a competição terá uma energia positiva enorme, e espero retribuir dando o meu melhor", comemora Scheidt. A definição do velejador na equipe olímpica levou em conta o seu desempenho nas principais competições nacionais e internacionais entre 2013 e 2015.

Bicampeão olímpico na Laser, com ouro em Atlanta/1996 e em Atenas/2004, além da prata em Sydney/2000, Scheidt passou os dois últimos ciclos olímpicos na Star, também com medalha, conquistando a prata em Pequim/2008 e o bronze em Londres/2012. O retorno à Laser em 2013 foi marcado pela conquista do 11º título mundial, aos 40 anos, em Omã. Neste ano, o velejador conquistou a prata no Pan-Americano de Toronto.

"Na minha última Olimpíada na Laser, em Atenas, eu vivia um momento bem diferente. Vinha de uma sequência de competições nessa classe, algo importante para você crescer nas disputas. O período na Star me trouxe muito conhecimento, mais experiência, por ser uma classe técnica", explica o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Mas o passado não garante o futuro. Tenho muito trabalho pela frente."

Novo teste olímpico - Scheidt estreia neste sábado (15) na Regata Internacional de Vela, evento-teste para a Olimpíada do Rio de Janeiro. A competição reunirá na Marina da Glória os principais adversários do brasileiro na Laser, como o alemão Philipp Buhl, o australiano Tom Burton e o inglês Nick Thompson.

"Ter um bom desempenho no evento-teste é muito importante neste momento. O início da temporada foi difícil para mim, e a Olimpíada de 2016 será um desafio bem grande. Mas me sinto muito motivado para escalar essa montanha mais uma vez", reforça Scheidt. A classe Laser tem dez regatas programadas no evento, com possibilidade de um descarte do pior resultado. Os dez melhores velejadores seguirão para a disputa do pódio na medal race, valendo pontos dobrados, no próximo sábado.

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 18/7/2015
Assunto: Robert Scheidt é prata no Pan de Toronto
  Maior atleta olímpico brasileiro ficou com o quinto lugar na medal race, muito acirrada no Lago Ontário, neste sábado (18)

Superação e aprendizagem. Esse foi o balanço do Pan de Toronto/2015 feito pelo vice-campeão Robert Scheidt. O velejador conquistou a medalha de prata, neste sábado (18), ao terminar em quinto lugar na medal race, no Lago Ontário. A medalha soma-se a outros três ouros e uma prata totalizando cinco pódios em cinco Jogos Pan-Americanos, aproveitamento de 100%. O ouro ficou com o guatemalteco Juan Maegli e o canadense Lee Parkhill completou o pódio, com o bronze.

"Foi uma honra representar o Brasil, trazer mais uma medalha. Assimilei algumas lições para aprimorar. O Pan foi um momento difícil para mim, pois acabei de disputar o Mundial de Laser de Kingston, também no Canadá, muito duro fisicamente. Não consegui chegar a Toronto no meu auge físico, programei isso para o Mundial. Por outro lado, não tenho nenhuma grande lesão, o que é importante", disse o velejador paulista. "Tenho que tomar mais cuidado para programar meus treinamentos e atingir alguns picos durante a temporada. Aos 42 anos, não consigo mais estar no auge durante toda a temporada toda."

A estreia no Pan, foi difícil. Além dos ventos muito fracos e rondados, o velejador teve um duelo particular com o guatemalteco Juan Maegli, que impôs sua desclassificação em uma regata na segunda-feira (13). Mas o brasileiro reagiu já a partir de quarta-feira (15), velejando sempre entre os cinco primeiros colocados, com três vitórias na competição.

"Tinha dois sétimos lugares e uma desclassificação, algo que atrapalha, pois foram seis pontos que perdi. Aos poucos, fui me soltando, sendo mais agressivo nas largadas e velejando mais em cima dos adversários. Ainda tive uma chance de ganhar o ouro, mas escapou. O guatemalteco foi bem, é um especialista em vento fraco", conformou-se Scheidt.

Disputa acirrada na medal race - O sábado (18) foi de muito sol e ventos entre 8 e 11 nós (15 a 20 km/h), condições que possibilitaram uma medal race emocionante. O argentino Julio Alsogaray largou na liderança. Velejando do lado esquerdo do vento, Scheidt travava uma disputa com o canadense Lee Parkhill, terceiro colocado com apenas 4 pontos de desvantagem para o brasileiro, e o americano Charlie Buckingham, quarto na classificação geral.

"Era um regata bem aberta, porque os quatro primeiros poderiam estar em qualquer colocação final. A disputa não podia ficar só entre o guatemalteco e eu, já que o canadense e o americano poderiam me ultrapassar. Optei por largar mais por cima da flotilha, achei que a raia era muito curta. Mas o vento entrou um pouco mais pela esquerda, facilitando para o guatemalteco e dificultando para mim", conta Scheidt. "Mesmo assim, no primeiro vento em popa eu me aproximei muito, foi minha grande oportunidade de passá-lo, mas ele conseguiu ficar na frente, defendeu bem a situação. Ainda assim, consegui me desvencilhar do Buckingham e do Parkhill, que vinham muito bem no início da prova."

Na reta final, a disputa ficou entre Julio Alsogaray, vencedor da medal race, o peruano Stafano Peschiera, segundo lugar na disputa, e Maegli, que assegurou a medalha de ouro com o terceiro lugar. O próximo compromisso de Robert Scheidt será o Aquece Rio International Regatta, evento-teste para as Olimpíadas, a partir de 12 de agosto na raia olímpica da Baía de Guanabara.

Classificação final:

1. Juan Maegli (GUA) - 39 pontos perdidos ([17]+2+4+2+2+2+1+5+3+5+2+5+6)
2. Robert Scheidt (BRA) - 47 pp (7+[17]+7+3+3+1+5+2+4+1+3+1+10)
3. Lee Parkhill (CAN) - 53 pp (6+1+1+[17]+1+3+2+8+5+8+4+2+12)
4. Charlie Buckingham (USA) - 57 pp (1+[17]+2+1+6+14+4+1+2+2+6+4+14)
5. Chris Thompson (ISV) - 66 pp (5+3+5+[12]+4+6+3+9+1+3+7+6+8)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 16/7/2015
Assunto: Scheidt entra na reta final do Pan de Toronto na vice-liderança
  Maior atleta olímpico brasileiro está próximo do pódio; regatas desta sexta-feira (17) serão decisivas

O desafio era grande, mas Robert Scheidt reagiu à altura. Apenas quatro dias depois do Mundial de Laser de Kingston, o brasileiro foi a Toronto, a 220 km, para buscar sua quarta medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos. Após a estreia em sétimo lugar, marcada por ventos fracos e rondados na raia do Lago Ontário, Scheidt chegou à vice-liderança da competição nesta quinta-feira(16). Está empatado em número de pontos com o americano Charlie Buckingham, e a apenas sete pontos do líder, o guatemalteco Juan Maegli.

É entre Scheidt e Maegli, aliás, que a disputa está mais acirrada. Os dois se enfrentaram na segunda-feira (13), quando o guatemalteco fez uma manobra para impedir a passagem do brasileiro e os barcos se tocaram. Scheidt venceu a regata, mas foi desclassificado após um protesto de Maegli, e terminou a terça-feira na sétima colocação geral.

A reação veio já no dia seguinte. Com ventos mais fortes, de até 14 nós, seis regatas foram realizadas entre quarta e quinta-feira. Em todas elas, os dois se alternaram nas primeiras posições, brigando boia a boia. Nesta quinta (16), Scheidt venceu uma das provas e foi quarto e segundo nas outras, média que o aproximou do velejador da Guatemala.

Mas o brasileiro também precisa se preocupar com o americano Charlie Buckingham, com a mesma pontuação, com o canadense Lee Parkhill, a apenas dois pontos de distância, e com Chris Thompson, das Ilhas Virgens. Com todos os cinco primeiros colocados muito próximos na classificação geral, as regatas desta sexta-feira serão decisivas para os competidores, que disputarão a medal race no sábado (18), valendo pontos dobrados.

Classificação parcial após dez regatas e um descarte:

1. Juan Maegli (GUA) - 26 pontos perdidos ([17]+2+4+2+2+2+1+5+3+5)
2. Robert Scheidt (BRA) - 33 pp (7+[17]+7+3+3+1+5+2+4+1)
2. Charlie Buckingham (USA) - 33 pp (1+[17]+2+1+6+14+4+1+2+2)
4. Lee Parkhill (CAN) - 35 pp (6+1+1+[17]+1+3+2+8+5+8)
5. Chris Thompson (ISV) - 39 pp (5+3+5+[12]+4+6+3+9+1+3)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 10/7/2015
Assunto: Scheidt busca quarta medalha de ouro no Pan de Toronto
  Com apenas quatro dias de descanso após o Mundial, também disputado no Canadá, maior atleta olímpico brasileiro enfrentará principais nomes da América na classe Laser

Após um intervalo de oito anos, Robert Scheidt volta aos Jogos Pan-Americanos, neste domingo (12), em Toronto, em busca de sua quarta medalha de ouro na classe Laser. Mais do que o pódio, a disputa ganha contornos de um "tira-teima" para o velejador, 15º colocado no Mundial de Laser de Kingston, também em águas canadenses, nesta quarta-feira (8).

Assim como nas Olimpíadas, onde soma cinco medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze) entre as classes Laser e Star, a trajetória de Scheidt nos Jogos Pan-Americanos é vencedora. O brasileiro foi ao pódio em todas as edições de que participou, sempre na Laser: ouro em Mar del Plata/1995, Winnipeg/1999 e Santo Domingo/2003, prata no Rio de Janeiro/2007.

"O Pan também será disputado no Lago Ontário, e a previsão é de ventos fracos e rondados, o que leva a regatas bem mais técnicas. A competição terá apenas 15 ou 16 barcos", explicou Scheidt. "Por outro lado, todos os americanos que disputaram o Mundial estarão lá, também. O guatemalteco Juan Maegli, os americanos (Christopher Barnard e Charlie Buckingham), o peruano (Stefano Peschiera), o argentino (Julio Alsogarai, medalha de bronze no Pan de 2007, quando Scheidt ficou com a prata). O nível será bem alto."

A competição em Toronto tem 12 regatas previstas para a classe Laser, divididas entre as fases classificatória e final. No sábado (18), os dez melhores colocados brigam pelo pódio na medal race, valendo pontos dobrados. Para Scheidt, o esforço de disputar o Pan apenas quatro dias após o Mundial em Kingston valerá a pena.

"Eu estaria muito mais chateado se estivesse voltando para casa com um 15º lugar. Agora tenho uma outra competição pela frente, e a chance de mostrar que posso fazer um resultado muito melhor. Estou bem preparado, com boa velocidade no barco e pronto para brigar por mais um título", garantiu.

Experiência a favor da superação - O vento fraco e inconstante na raia montada no Lago Ontário exigiu doses extras de paciência e estratégia dos velejadores. Com um desempenho irregular, Scheidt chegou ao último dia da fase classificatória do Mundial, no domingo, em 41º lugar. Mas a experiência de quem soma 14 títulos mundiais, 11 deles na Laser, foi fundamental para a virada, nesta quarta-feira (8), quando o velejador venceu uma regata e encerrou a competição na 15ª posição, primeiro entre os brasileiros.

"No domingo, tivemos uma brisa muito rondada, vinda de terra, e fiquei do lado errado do vento. Numa competição com flotilha numerosa como a do Mundial, com mais de 50 barcos, a largada é fundamental. E as pequenas decisões tomadas logo após a largada contam muito. Eu entrei na disputa muito bem preparado fisicamente, com um bom volume de treinos. Mas não consegui encontrar soluções no tempo ideal", explicou o velejador. "Mas resultados ruins são normais em competições de alto nível, não é novidade. É preciso ter paciência e sangue frio, analisar o que dá para melhorar e focar nas próximas provas."

Scheidt começou a crescer justamente na fase final, quando os 53 melhores velejadores foram reagrupados na flotilha ouro. Na quarta-feira (8), último dia de disputa, venceu uma das regatas e fez um 13º e um 19º nas outras duas, somando 132 pontos perdidos, apenas 35 de desvantagem para o medalhista de bronze, o australiano Tom Burton. "Consegui acertar a largada e velejar melhor, e subi bem na classificação. Sei que poderia ter ido muito melhor, mas agora é pensar em representar bem o Brasil no Pan e buscar mais uma medalha", reforçou o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Classificação do Mundial de Laser de Kingston
1. Nick Thompson (GBR) - 67 pontos perdidos (5+2+6+3+4+1+[24]+7+2+4+[25]+15+18)
2. Philipp Buhl (ALE) - 93 pp (1+2+1+5+15+5+7+16+15+[27]+13+[48]+1)
3. Tom Burton (AUS) - 97 pp ([19]+4+2+2+1+11+10+15+[27]+2+16+11+23)
4. Juan Maegli (GUA) - 105 pp (2+1+1+4+3+15+[30]+28+[54]+33+7+9+2)
5. Matthew Wearn (AUS) - 106 pp (1+1+[21]+12+2+17+20+[24]+9+11+9+14+10)
15. Robert Scheidt (BRA) - 132 pp (3+12+26+4+[35]+[35]+14+8+19+13+19+1+13)

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 30/6/2015
Assunto: Scheidt busca 12º título mundial na Laser a partir desta quinta
  Maior atleta olímpico brasileiro enfrenta principal desafio do ano, em Kingston, antes do Pan de Toronto

A disputa que se inicia em Kingston nesta quinta-feira (2/7) está longe de ser inédita para Robert Scheidt, dono de 14 títulos mundiais, 11 na Laser. O último, conquistado em Omã/2013 aos 40 anos, marcou um feito histórico na vela. Desta vez, o retorno ao topo do pódio da competição, principal objetivo da temporada, pode coroar a busca do brasileiro pela sexta medalha olímpica.

O Mundial de Laser de Kingston reunirá 159 competidores no extremo leste do Lago de Ontário, próximo ao rio Saint Lawrence. Para boa parte dos velejadores, a competição será o último grande teste para os Jogos do Rio/2016. Até 8 de julho, estão previstas 14 regatas, duas por dia, divididas entre as fases classificatórias e final, sem medal race. Dois resultados ruins poderão ser descartados, um em cada fase.

"O nível da classe Laser está muito alto. Já não há apenas um ou dois velejadores disputando a ponta, mas vários com chances de medalha. Hoje é normal que todos tenham pelo menos um resultado ruim na primeira parte da competição. Em Kingston, também, dificilmente algum competidor fará apenas boas regatas", avalia Scheidt. "A competição será muito longa e desgastante, sem dia reserva, e exigirá muito do físico. Os três últimos dias é que devem definir a disputa."

Desafio em água doce - Foram quase dois meses de preparação no Lago de Garda, na Itália, antes de seguir para o Canadá. Para buscar o 12º título mundial de sua carreira na classe Laser, Scheidt abriu mão das últimas competições e priorizou o fortalecimento físico. De quebra, aproveitou a semelhança entre Garda e o Lago de Ontário, raia da competição canadense. A decisão não só mostrou-se acertada como foi "imitada" por vários dos principais adversários de Scheidt, entre franceses, australianos e croatas, antecipando o clima acirrado que se verá no Mundial.

"Eu competi em Kingston em 1998. A raia da competição tem condições parecidas com as do Lago de Garda, onde já estou bem adaptado, e isso conta a favor", explica Scheidt. "Depois da Semana Olímpica de Garda, que disputei com o Jean-Baptiste Bernaz e o Nick Thompson, tive a companhia também dos croatas e dos australianos, o que tornou os treinos bem mais intensos."

O australiano Tom Burton, atual líder do ranking mundial da classe, e o croata Tonci Stipanovic são alguns dos principais adversários de Scheidt em Kingston. Outros nomes fortes estão na disputa: o holandês Nicholas Heiner, campeão mundial de 2014; o cipriota Pavlos Kontides, medalha de prata no Mundial de 2013 e na Olimpíada de 2012; e o alemão Philipp Buhl, vencedor de três etapas da Copa do Mundo nesta temporada. O brasileiro Bruno Fontes também briga pelo título.

ZDL - Juliana Leite
   
Postado em 18/5/2015
Assunto: Robert Scheidt é confirmado no Pan de Toronto
  Maior atleta olímpico brasileiro disputará sua quinta medalha na competição, a partir de 13 de julho

Apenas quatro dias após o Mundial de Laser de Kingston, no Canadá, disputado entre 29 de junho e 8 de julho, Robert Scheidt vai a Toronto, a cerca de 260 km de distância, para buscar sua quinta medalha em Jogos Pan-Americanos. Conforme a divulgação da Confederação Brasileira de Vela nesta segunda-feira (18), Scheidt foi confirmado na equipe brasileira no Pan de 2015. O intervalo curto entre as duas principais competições do ano será um desafio, mas nada que intimide o velejador.

"Com tão pouco tempo entre uma e outra competição, não haverá condições para uma recuperação plena. Mas certamente o esforço valerá a pena. Sinto muito orgulho de voltar a representar o Brasil no Pan. Na minha última participação, em 2007, estava em campanha olímpica na Star, por isso não pude fazer uma boa preparação. Agora o foco é todo na Laser, e estou muito confiante", destaca Scheidt.

Assim como nas Olimpíadas, onde soma cinco medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze) entre as classes Laser e Star, a trajetória de Scheidt nos Jogos Pan-Americanos é vencedora. O brasileiro foi ao pódio em todas as edições de que participou, sempre na Laser: ouro em Mar del Plata/1995, Winnipeg/1999 e Santo Domingo/2003, prata no Rio de Janeiro/2007.

"Tenho ótimas memórias da competição. Foi no Pan de 1995 que conquistei minha primeira medalha de ouro em nível mundial. Foi emocionante", lembra Scheidt, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

A confirmação de Scheidt como representante da classe Laser no Pan de Toronto coroa o seu retorno ao pódio, após um período de afastamento das competições, em março, devido a uma lesão no joelho esquerdo. O velejador ganhou a medalha de bronze na etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, na França, em abril, e a prata na Semana Olímpica de Garda, na Itália, no dia 10 deste mês.

No retrospecto dos dois últimos anos, o velejador também foi o melhor do País na classe. Depois de uma temporada perfeita em 2013, com destaque para a conquista do 11º Mundial de Laser, em Omã, Scheidt acumulou outros quatro pódios importantes em 2014: ouro na Copa Brasil, na Semana Olímpica de Garda e no Sudeste Brasileiro de Laser, prata na etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela. Além disso, foi o quinto colocado no Mundial de Vela de Santander.

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 11/5/2015
Assunto: Scheidt finaliza preparação para Mundial de Laser com vitória
  Vencedor da Semana Olímpica de Garda, maior atleta olímpico brasileiro fará último período de treinos com adversários que estão treinando na Itália, antes da viagem para o Canadá

A fase final de preparação para o Mundial de Laser de Kingston, no Canadá, é promissora para Robert Scheidt. O velejador reencontrou o caminho do pódio, com a medalha de bronze na etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, no final de abril, e a vitória na Semana Olímpica de Vela, neste domingo (10). Scheidt aproveitará a boa fase para os últimos treinos na Itália, ao lado de adversários que também estão velejando em Garda, antes de enfrentar o seu principal objetivo nesta temporada, a partir de 29 de junho.

Último desafio antes do Mundial, a Semana Olímpica de Garda foi disputada próxima ao local onde Scheidt mora, na Itália, entre os dias 7 e 10. A competição reuniu alguns dos principais rivais do brasileiro, como o inglês Nick Thompson, o francês Jean-Baptiste Bernaz e o compatriota Bruno Fontes.

Scheidt venceu cinco das dez regatas disputadas. "O campeonato terminou da melhor forma possível. Ganhei a medal race e levei o título. O dia foi espetacular, com ventos fortíssimos", comemorou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. O velejador terminou a competição com apenas 19 pontos perdidos, contra 40 do vice-líder, o francês Jean Baptiste, e 43 do inglês Nick Thompson, que completou o pódio. "O resultado mostra que aos poucos estou voltando à forma física ideal para brigar pelo título do Mundial, em Kingston."

Recuperado de uma lesão no joelho que o afastou das competições em março, Scheidt ganhou mais confiança após a medalha de bronze na etapa francesa da Copa do Mundo de Vela. "Consegui velejar em alto nível, sempre entre os primeiros, e brigando por medalha até o fim. Isso é algo muito positivo para o meu momento atual", analisou o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Agora, a meta é evoluir fisicamente, melhorando a resistência, já que o brasileiro pode ter que enfrentar um desafio duplo no Canadá, com a disputa do Pan-Americano de Toronto apenas quatro dias após o Mundial de Kingston, caso seja confirmado na equipe brasileira. "Nesta semana, vou aproveitar a presença de outros velejadores que estão por aqui, em Garda, para intensificar os treinos", reforçou Scheidt.

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 26/4/2015
Assunto: Robert Scheidt é bronze na Copa do Mundo em Hyères
  Maior atleta olímpico brasileiro fecha competição com o quarto lugar na medal race, neste domingo (26)

Recuperado de uma lesão no joelho esquerdo que o afastou das competições, Robert Scheidt voltou ao pódio da Copa do Mundo, em Hyères, reafirmando-se como um dos maiores nomes da vela no mundo. O velejador ficou com o quarto lugar na medal race, disputada neste domingo (26) na raia francesa, suficiente para conquistar a medalha de bronze. O australiano Tom Burton foi o vencedor, e o inglês Nick Thompson ficou com a prata.

O vento soprou forte na raia francesa neste domingo (26), com rajadas de até 20 nós (37 km/h), tornando a decisão da Copa do Mundo ainda mais emocionante. Na classe Laser, os dez melhores velejadores da competição disputaram uma medal race rápida. Scheidt, precisando de apenas três pontos para alcançar o então terceiro colocado, o australiano Tom Burton, teve problemas na largada, mas soube aproveitar o vento e foi recuperando posições ao longo da prova, até ficar com o quarto lugar.

"Tive uma penalidade logo antes da largada, por isso fiquei em último durante toda a primeira perna da prova. Mas consegui me recuperar a tempo de chegar em quarto lugar. Terminar em terceiro lugar, vindo de uma lesão, é um grande resultado", explicou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. O brasileiro também comemorou a conquista da esposa, Gintare Scheidt, que ficou com a prata na Laser Radial.

A etapa francesa da Copa do Mundo apostou num formato mais enxuto, com apenas 8 regatas na fase classificatória e 40 velejadores na raia, entre os melhores do mundo na classe Laser. A competição é o primeiro evento deste ano analisado pelo conselho técnico da CBVela no processo de escolha da equipe olímpica brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Ainda estão na lista a etapa de Weymouth da Copa do Mundo, na Austrália, o evento-teste olímpico no Rio de Janeiro, a Semana Internacional de Vela do Rio e os Mundiais de classe.

"Estou bem satisfeito com a minha semana em Hyères. Consegui velejar em alto nível, sempre entre os primeiros, e brigando por medalha até o fim. Isso é algo muito positivo para o meu momento atual", analisou o velejador, patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "E sei que ainda tenho espaço para evoluir nas próximas competições, isso é o melhor."

O próximo desafio de Scheidt é a Semana Olímpica de Garda, disputada entre 12 e 17 de maio "no quintal de casa", na Itália. Será a última etapa de preparação antes do seu principal objetivo na temporada, o Mundial de Laser de Kingston, no Canadá, a partir de 29 de junho.

Classificação final

1. Tom Burton (AUS) - 49 pontos perdidos (2+[33]+3+2+11+5+1+21+4)
2. Nick Thompson (GBR) - 57 pp (8+[36]+9+6+6+13+3+2+10)
3. Robert Scheidt (BRA) - 66 pp (9+6+7+17+5+11+[22]+3+8)
4. Jesper Stalheim (SWE) - 69 pp ([33]+4+15+4+26+2+8+5+6)
5. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 69 pp (1+13+16+9+4+10+[26]+4+12)
6. Nicholas Heiner (NED) - 79 pp (5+[24]+4+5+1+17+18+7+22)
7. Tonci Stipanovic (CRO) - 89 pp (3+[8]+6+8+3+8+6+41+14)
8. Charlie Buckingham (USA) - 97 pp (7+[31]+19+18+8+14+9+20+2)
9. Andy Maloney (NZL) - 98 pp (12+9+18+7+10+3+21+[25]+18)
10. Juan Ignacio Maegli Aguero (GUA) - 103 pp (14+[25]+8+16+12+22+4+11+16)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 25/4/2015
Assunto: Scheidt disputa o pódio da Copa do Mundo em Hyères neste domingo
  Maior atleta olímpico brasileiro encerrou a fase classificatória em sexto lugar, com apenas 3 pontos de desvantagem para o terceiro colocado

Robert Scheidt está muito próximo do pódio da Copa do Mundo em Hyères. O velejador vai para a medal race, regata com pontos dobrados, neste domingo (26), em sexto lugar na classificação. Ainda assim, tem apenas três pontos de desvantagem para o terceiro colocado, o australiano Tom Burton.

O desafio será grande, já que a prova decisiva vale pontos dobrados, e Scheidt terá em seu caminho, além de Burton, o croata Tonci Stipanovic, líder da competição e campeão europeu, e Nicholas Heiner, campeão mundial, em quinto lugar na disputa, entre outros. A etapa francesa da Copa do Mundo aposta num formato mais enxuto, com apenas 8 regatas na fase classificatória e 40 velejadores na raia, entre os melhores do mundo na classe Laser.

Os dez competidores que seguem para a medal race foram definidos neste sábado (25). Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star, foi apenas 22º na primeira regata. Mas a recuperação veio com o 3º lugar na segunda prova. A decisão poderá ser acompanhada ao vivo no site da competição, swc.ffvoile.fr, a partir das 11 horas (6 horas no Brasil).

Scheidt conta com o patrocínio do Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, e com os apoios de COB e CBVela.

Classificação após oito regatas e um descarte

1. Tonci Stipanovic (CRO) - 42 pontos perdidos (3+8+6+8+3+8+6+[33])
2. Nick Thompson (GBR) - 47 pp (8+[36]+9+6+6+13+3+2)
3. Tom Burton (AUS) - 55 pp (2+[33]+3+2+11+5+1+31)
4. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 57 pp (1+13+16+9+4+10+[26]+4)
5. Nicholas Heiner (NED) - 57 pp (5+[24]+4+5+1+17+18+7)
6. Robert Scheidt (BRA) - 58 pp (9+6+7+17+5+11+[22]+3)
7. Jesper Stalheim (SWE) - 63 pp ([33]+4+15+4+26+2+8+5)
8. Andy Maloney (NZL) - 80 pp (12+9+18+7+10+3+21+[25])
9. Juan Ignacio Maegli Aguero (GUA) - 87 pp (14+[25]+8+16+12+22+4+11)
10. Charlie Buckingham (USA) - 95 pp (7+[31]+19+18+8+14+9+20)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 25/4/2015
Assunto: Scheidt tem dia decisivo na Copa do Mundo em Hyères, neste sábado
  Maior atleta olímpico brasileiro foi 5º e 11º nas regatas do terceiro dia de disputas e está em quinto lugar

O último dia da fase classificatória da Copa do Mundo em Hyères será decisivo para Robert Scheidt. O velejador precisa de dois bons resultados nas regatas de sábado (25) para chegar à medal race com chances de brigar pelo pódio. Scheidt é o quinto colocado, com 38 pontos perdidos, apenas 6 de desvantagem para o terceiro colocado, o holandês Nicholas Heiner. O líder é o australiano Tom Burton.

"Ainda estou bem próximo do terceiro colocado. Tenho mais duas regatas antes da medal race, para tentar diminuir essa diferença de pontos para os três primeiros na disputa, e chegar à medal race com chances de pódio. Essa é a ideia", destacou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "A previsão é de que o vento esteja um pouco mais forte amanhã (sábado), o que deve dar mais velocidade às regatas."

O terceiro dia de disputas em Hyères foi difícil para Scheidt. Após ficar com o quinto lugar na primeira regata desta sexta-feira (24), o velejador foi apenas o 11º na segunda prova. "O vento estava muito fraco. E poderia até ter ido melhor na segunda regata, mas cometi um erro bobo na última perna de caí de sétimo para décimo primeiro", lamentou o velejador, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Mas o balanço da competição, até agora, é positivo. "O joelho vem reagindo muito bem", contou Scheidt, que passou um período afastado das competições devido a uma lesão no joelho esquerdo. "Poderia ter ido melhor, ao longo da semana, mas estou satisfeito com minha performance, de modo geral. Ainda estou no grupo principal, entre os melhores velejadores, continuo na briga."

Entre os prováveis competidores da Laser nos Jogos Pan Americanos de Toronto, Scheidt é o único no Top 10 em Hyères. O americano Charlie Buckingham é o 12º, o guatemalteco Juan Maegli é o 15º, o argentino Julio Alsogaray é o 21º, o canadense Robert Davis está em 34º e o também brasileiro Bruno Fontes aparece logo na sequência, em 35º.

Os dez melhores colocados na etapa de Hyères da Copa do Mundo, após as regatas deste sábado, disputam o título da competição na medal race, no domingo (26), valendo pontos dobrados.

Classificação após seis regatas e um descarte

1. Tom Burton (AUS) - 23 pontos perdidos (2+[33]+3+2+11+5)
2. Tonci Stipanovic (CRO) - 28 pp (3+[8]+6+8+3+8)
3. Nicholas Heiner (NED) - 32 pp (5+[24]+4+5+1+17)
4. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 37 pp (1+13+[16]+9+4+10)
5. Robert Scheidt (BRA) - 38 pp (9+6+7+[17]+5+11)
6. Andy Maloney (NZL) - 41 pp (12+9+[18]+7+10+3)
7. Nick Thompson (GBR) - 42 pp (8+[36]+9+6+6+13)
8. Jesper Stalheim (SWE) - 51 pp ([33]+4+15+4+26+2)
9. Karl-Martin Rammo (EST) - 58 pp (4+[28]+13+11+2+28)
10. Philipp Buhl (ALE) - 63 pp (19+[34]+21+13+9+1)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 25/4/2015
Assunto: Scheidt sobe para o quarto lugar na Copa do Mundo em Hyères
  Maior atleta olímpico brasileiro foi 7º e 17º nas regatas desta quinta-feira (23) e segue entre os melhores na classe Laser

Robert Scheidt subiu uma posição na etapa francesa da Copa do Mundo de Vela e segue na briga por medalha na Laser. O velejador foi 7º e 17º nas regatas desta quinta-feira (23). Com o descarte do pior resultado, está em quarto lugar. O novo líder é o australiano Tom Burton.

O segundo dia de competição na raia francesa começou com ventos de 6 a 9 nós na primeira regata, chegando a 13 nós à tarde. Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star, fez duas provas de recuperação. "Não tive boas largadas, mas consegui subir algumas posições, ao longo das disputas", observou. "Agora, preciso ir bem nos próximos dias para chegar à medal race ainda com chances de medalha."

A etapa de Hyères da Copa do Mundo tem mais quatro regatas previstas para a classe Laser, até sábado. Os dez melhores colocados disputam o título da competição na medal race, no domingo (26), valendo pontos dobrados.

Diferente em relação às outras etapas, a raia da Laser reúne apenas 40 barcos, entre eles os melhores do mundo na classe: o australiano Tom Burton (1º), o inglês Nick Thompson (2º), o croata Tonci Stipanovic (4º), o francês Jean-Baptiste Bernaz (5º). Scheidt, terceiro melhor do ranking mundial, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela, enfrenta também o compatriota Bruno Fontes (10º).

Classificação após quatro regatas e um descarte

1. Tom Burton (AUS) - 7 pontos perdidos (2+[33]+3+2)
2. Nicholas Heiner (NED) - 14 pp (5+[24]+4+5)
3. Tonci Stipanovic (CRO) - 17 pp (3+[8]+6+8)
4. Robert Scheidt (BRA) - 22 pp (9+6+7+[17])
5. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 23 pp (1+13+[16]+9)
6. Jesper Stalheim (SWE) - 23 pp ([33]+4+15+4)
7. Nick Thompson (GBR) - 23 pp (8+[36]+9+6)
8. Kristian Ruth (NOR) - 26 pp (20+[22]+5+1)
9. Karl-Martin Rammo (EST) - 28 pp (4+[28]+13+11)
10. Andy Maloney (NZL) - 28 pp (12+9+[18]+7)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 25/4/2015
Assunto: Scheidt estreia em quinto lugar na Copa do Mundo em Hyères
  Maior atleta olímpico brasileiro foi nono e sexto colocado nas regatas desta quarta-feira (22), na raia francesa

Robert Scheidt mostrou que está pronto para brigar pelo título da etapa francesa da Copa do Mundo de Vela. O velejador fez um nono e um sexto lugares nas regatas desta quarta-feira (22), em Hyères, e assumiu a quinta posição na disputa da Laser. O líder é o croata Filip Jurisic.

"Fizemos a primeira regata com vento um pouco fraco, em torno de 8 nós, o que levou a uma disputa mais tática, estratégica. Na segunda regata, com o vento chegando a 13 nós, consegui subir algumas posições. Ainda não estou 100%, pelo tempo que fiquei sem treinar, mas foi uma boa estreia", analisou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. A disputa francesa marca o retorno do velejador após um período de afastamento das competições, durante o qual se recuperou de uma lesão sofrida no joelho direito.

A etapa de Hyères da Copa do Mundo será mais curta, com oito regatas, duas por dia, na série classificatória. Os dez melhores colocados disputam o título da competição na medal race, no domingo (26), valendo pontos dobrados.

Diferente em relação às outras etapas, a raia da Laser reúne apenas 40 barcos, entre eles os melhores do mundo na classe: o australiano Tom Burton (1º), o inglês Nick Thompson (2º), o croata Tonci Stipanovic (4º), o francês Jean-Baptiste Bernaz (5º). Scheidt, terceiro melhor do ranking mundial, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela, enfrenta também o compatriota Bruno Fontes (10º).

Classificação após duas regatas

1. Filip Jurisic (CRO) - 7 pontos perdidos (6+1)
2. Tonci Stipanovic (CRO) - 11 pp (3+8)
3. Sam Meech (NZL) - 13 pp (11+2)
4. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 14 pp (1+13)
5. Robert Scheidt (BRA) - 15 pp (9+6)
6. Mathias Mollatt (NOR) - 20 (13+7)
7. Andy Maloney (NZL) - 21 pp (12+9)
8. Pavlos Kontides (CYP) - 26 pp (23+3)
9. Alessio Spadoni (ITA) - 27 pp (15+12)
10. Milijov Dukic (MNE) - 29 pp (24+5)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 21/4/2015
Assunto: Scheidt de volta: velejador estreia quarta na etapa de Hyères
  Recuperado de lesão no joelho, maior atleta olímpico brasileiro faz "aquecimento" para o Mundial de Laser

Robert Scheidt está de volta à água após um período de descanso forçado. Em março, o velejador sofreu uma lesão no joelho direito, durante os treinos, foi submetido a uma artroscopia no menisco, e ficou afastado das competições. Recuperado, Scheidt disputa a partir desta quarta-feira (22) a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, em ritmo de aquecimento para o Mundial de Laser de Kingston, no Canadá.

"Fiz uma boa recuperação e voltei aos treinos na semana passada. Certamente não estarei 100% na disputa em Hyères, devido ao tempo que precisei ficar parado", explicou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Mas a vontade de voltar é muito grande, e estou bem animado para a competição."

A etapa de Hyères da Copa do Mundo será mais curta, com oito regatas, duas por dia, na série classificatória. Os dez melhores colocados disputam o título da competição na medal race, no domingo (26), valendo pontos dobrados.

A disputa na raia francesa faz parte da preparação de Scheidt para o Mundial de Laser de Kingston, Canadá, seu principal objetivo nesta temporada, disputado entre 29 de junho e 8 de julho. Antes, o velejador encara ainda a Semana Olímpica de Garda, "no quintal de casa", entre 12 e 16 de maio.

"O desafio é grande. Este ano é pré-olímpico, com muitas competições importantes e intervalos curtos entre uma e outra. Montei a minha preparação pensando principalmente no Mundial e no Pan de Toronto, que começa apenas quatro dias depois do final das disputas em Kingston", destacou Scheidt, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Não haverá tempo para uma recuperação completa, mas o esforço com certeza valerá a pena."

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 31/1/2015
Assunto: Robert Scheidt encerra Copa do Mundo em Miami em sexto lugar
  Próxima competição do brasileiro, maior atleta olímpico do País, será em Palma de Mallorca, em março

"Foi um dia em que nada deu certo", assim Robert Scheidt definiu o último dia de disputa da classe Laser na Copa do Mundo em Miami, neste sábado (31). O multicampeão entrou na medal race mais agressivo, para brigar por mais um pódio na competição, mas pagou pela ousadia com uma punição por largar escapado e terminou em sexto lugar na classificação geral. O campeão foi o alemão Philipp Buhl.

Depois da primeira fase consistente, Scheidt sofreu com os ventos fracos e rondados, condição climática favorável aos velejadores menos técnicos, transformando a raia em loteria. "Tirando o Nick Thompson e o Philipp Buhl, foi uma competição com pontuação altíssima. Todos tivemos dificuldades com o vento muito variável, o que não ajuda atletas mais conservadores como eu", analisou o brasileiro, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "No geral foi uma semana irregular para mim, pois comecei muito bem e fui caindo."

O próximo desafio de Scheidt é o Trofeo Princesa Sofia, em março, em Palma de Mallorca, na Espanha. "Consegui tirar uma boa velocidade do barco na medal race, disputando com os primeiros colocados. Com certeza, se não fosse a largada escapada, teria ido melhor. Isso é o que me deixa confiante, saber que estou velejando bem, com boas condições físicas e com rapidez. Agora é foco total em Mallorca", reforçou o velejador, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Classificação final

1. Philipp Buhl (GER) - 59 pp (7+2+11+4+4+2+[34]+15+3++1+10)
2. Nick Thompson (GBR) - 62 pp (6+1+4+10+1+10+1+5+[12]+10+14)
3. Matthew Wearn (AUS) - 74 pp (7+7+1+1+2+20+4+12+16+[30]+4)
4. Andy Maloney (NZL) - 90 pp (4+1+10+3+18+[29]+24+7++11+6+6)
5. Julio Alsogaray (ARG) - 97 pp (5+19+2+5+7+3+[46]+1+22+31+2)
6. Robert Scheidt (BRA) - 105 pp (2+4+2+2+1+27+17+8+20+[39]+22)
7. Charlie Buckingham (USA) - 106 pp (13+12+6+[24+10+14+5+3+28+11+8)
8. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 110 pp (8+[55]+12+11+25+8+10+6+1+17+12)
9. Bruno Fontes (BRA) - 110 pp (1+3+20+6+15+7+2+18+[31]+20+18)
10. Pavlos Kontides (CYP) - 111 pp (1+15+17+3+6+9+18+22+[39]+4+16)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 30/1/2015
Assunto: Regatas desta sexta definem destino de Scheidt na Copa do Mundo
  Maior atleta olímpico brasileiro, quarto colocado com seis pontos atrás do terceiro, precisa de bons resultados para seguir na briga por medalha

Robert Scheidt antecipará o clima de decisão da Copa do Mundo em Miami, para esta sexta-feira (30). As últimas regatas da fase final da competição podem confirmar ou descartar as chances de pódio do multicampeão, seis pontos atrás do terceiro colocado, o australiano Matthew Wearn. Os dez melhores velejadores brigam pelo título no sábado (31), na medal race, prova mais curta, disputada próxima da praia em Biscayne Bay e com pontuação dobrada.

A disputa desta sexta-feira reúne pelo menos cinco medalhistas em Mundiais ou Olimpíadas. Além de Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star, o cipriota Pavlos Kontides foi vice-campeão mundial da Laser em 2013 e vice-campeão olímpico em 2012. O líder em Miami, Nick Thompson, tem no currículo a prata no Mundial de 2011 e o bronze em 2014, enquanto o vice-líder Philipp Buhl foi bronze no Mundial de 2013. Terceiro colocado, Matthew Wearn tem como melhor resultado a prata no Mundial de Laser Radial de 2012.

Altos e baixos - Scheidt avaliou seu desempenho como regular, nesta quinta-feira (29). O velejador foi 8º e 20º nas duas regatas do dia. "Fiz a primeira prova regular. Já na segunda, adotei uma tática muito conservadora, mas deveria ter arriscado um pouco mais. O vento entrou mais pelos lados extremos da raia e tive de fazer uma regata de recuperação", resumiu o brasileiro, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Mas com as condições variáveis dos últimos dias em Miami, muita coisa ainda pode mudar nesta sexta-feira. O importante é fazer o melhor possível para permanecer na zona de medalha na medal race."

Classificação após nove regatas e um descarte

1. Nick Thompson (GBR) - 38 pp (6+1+4+10+1+10+1+5+[12])
2. Philipp Buhl (GER) - 48 pp (7+2+11+4+4+2+[34]+15+3)
3. Matthew Wearn (AUS) - 50 pp (7+7+1+1+2+[20]+4+12+16)
4. Robert Scheidt (BRA) - 56 pp (2+4+2+2+1+[27]+17+8+20)
5. Julio Alsogaray (ARG) - 64 pp (5+19+2+5+7+3+[46]+1+22)
6. Bruno Fontes (BRA) - 72 pp (1+3+20+6+15+7+2+18+[31])
7. Andy Maloney (NZL) - 78 pp (4+1+10+3+18+[29]+24+7+11)
8. Rutger Van Schaardenburg (NED) - 81 pp (8+[55]+12+11+25+8+10+6+1)
9. Charlie Buckingham (USA) - 87 pp (13+12+6+[24+10+14+5+3+28)
10. Pavlos Kontides (CYP) - 91 pp (1+15+17+3+6+9+18+22+[39])

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 29/1/2015
Assunto: Scheidt cai para a terceira posição em dia difícil na Copa do Mundo
  Bicampeão olímpico iniciou a fase final da competição com 27º e 17º lugares nas regatas desta quarta-feira (28)

O vento foi o protagonista no início da fase final da Copa do Mundo em Miami. Muito rondado, com variações de até 20 graus em poucos minutos, atrapalhou as estratégias dos velejadores mais técnicos e equilibrou a disputa. Após encerrar a etapa classificatória com um primeiro lugar, Robert Scheidt fez 27º e 17º nas regatas desta quarta-feira (28), e caiu para a terceira posição geral. Seis pontos atrás do australiano Matthew Wearn, novo líder da competição, segue na disputa pelo pódio.

"Infelizmente, não consegui 'ler' bem o vento e prever o que iria acontecer. A primeira prova foi a mais difícil, não tive um bom desempenho", lamentou Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Fiz uma boa largada na segunda regata, mas as condições estavam desfavoráveis, com o vento variando demais e fui perdendo posições."

Com as regatas do dia transformadas em autênticas loterias, os resultados desta quarta-feira acirraram ainda mais a briga pelo título da Copa do Mundo em Miami. O australiano Matthew Wearn também tropeçou na primeira regata, com um 20º lugar, está a apenas um ponto do vice-líder, o inglês Nick Thompson e, como Scheidt, não pode mais errar. Já o brasileiro, ainda com chances de alcançar o primeiro lugar, vê o alemão Philipp Buhl se aproximar, com apenas dois pontos a mais na classificação.

"Estou bem próximo dos líderes e com boas condições de brigar pelo primeiro lugar porque todo mundo errou. Mas teremos mais quatro regatas antes da prova final, e preciso aproveitar bem as chances nesses próximos dias, velejando o melhor possível", destacou Scheidt, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. A etapa de Miami da Copa do Mundo termina no sábado (31) para a classe Laser, com os dez melhores velejadores em disputa pelo título na Medal Race, valendo pontos dobrados.

Classificação após sete regatas e um descarte

1. Matthew Wearn (AUS) - 22 pp (7+7+1+1+2+[20]+4)
2. Nick Thompson (GBR) - 23 pp (6+1+4+[10]+1+10+1)
3. Robert Scheidt (BRA) - 28 pp (2+4+2+2+1+[27]+17)
4. Philipp Buhl (GER) - 30 pp (7+2+11+4+4+2+[34])
5. Bruno Fontes (BRA) - 34 pp (1+3+[20]+6+15+7+2)
6. Julio Alsogaray (ARG) - 41 pp (5+19+2+5+7+3+[46])
7. Nicholas Heiner (NED) - 45 pp (3+5+8+7+15+[51]+7)
8. Pavlos Kontides (CYP) - 51 pp (1+15+17+3+6+9+[18])
9. Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 51 pp (3+5+5+1+[36]+12+25)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 28/1/2015
Assunto: Scheidt assume a liderança da Copa do Mundo de Vela em Miami
  Maior atleta olímpico brasileiro vai para a fase final da competição com três pontos de vantagem sobre o vice-líder, Matthew Wearn

O multicampeão Robert Scheidt encerrou a fase classificatória da Copa do Mundo em Miami com os resultados mais consistentes da competição. Disputou cinco regatas sempre entre os cinco primeiros colocados. Nesta terça-feira (27), Scheidt venceu uma das provas, foi segundo e terceiro nas outras duas e assumiu a liderança na classe Laser, com três pontos de vantagem sobre o vice-líder, o australiano Matthew Wearn. Os cinquenta melhores velejadores serão reagrupados na flotilha ouro a partir desta quarta-feira (28), início da fase final, na disputa pelo título.

Depois da chuva na estreia, o segundo dia de disputas na raia de Biscayne Bay começou com céu claro e vento entre 12 e 15 nós, alcançando rajadas de 19 nós (35 km/h) no período da tarde. "Tive um desempenho parecido nas três regatas. Fiz boas largadas, montei a primeira boia entre os cinco primeiros e fui ganhando posições", resumiu Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Consegui 'ler' bem o vento muito rondado e suas variações. Velejei rápido e de forma consistente."

Com a regularidade na primeira etapa, Scheidt entra na fase final com vantagem sobre os adversários, uma vez que apenas o pior resultado será descartado e seus adversários trazem pontuação mais elevada da primeira fase. A flotilha ouro agrupará os cinquenta melhores velejadores da competição, tornando a disputa ainda mais acirrada a partir desta quarta-feira (28). "Preciso manter a velocidade para chegar à medal race com chances de medalha", lembra o brasileiro, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "A previsão é de ventos mais fracos e variáveis nos próximos dias, o que torna as regatas mais técnicas e estratégicas."

Classificação após cinco regatas e um descarte

1. Robert Scheidt (BRA) - 8 pp (2+[4]+2+3+1)
2. Matthew Wearn (AUS) - 11 pp ([7]+7+1+1+2)
3. Nick Thompson (GBR) - 12 pp (6+1+4+[10]+1)
4. Jean Baptiste Bernaz (FRA) - 14 pp (3+5+5+1+[37])
5. Philipp Buhl (GER) - 18 pp (7+2+[11]+5+4)
6. Andy Maloney (NZL) - 19 pp (4+1+10+4+[18])
7. Julio Alsogaray (ARG) - 19 pp (5+[19]+2+5+7)
8. Nicholas Heiner (NED) - 24 pp (3+5+8+8+[15])
9. Pavlos Kontides (CYP) - 25 pp (1+15+[17]+3+6)
10. Bruno Fontes (BRA) - 25 pp (1+3+[20]+6+15)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 27/1/2015
Assunto: Scheidt estreia em terceiro lugar na Copa do Mundo de Vela em Miami
  Maior atleta olímpico brasileiro foi segundo e quarto colocado nas duas regatas desta segunda-feira, em Biscayne Bay

A chegada de uma tempestade à Flórida fez da estreia da Copa do Mundo de Vela em Miami um dia de disputas extremas, como definiu Robert Scheidt. O multicampeão foi segundo e quarto colocado nas duas regatas disputadas nesta segunda-feira (26) na raia de Biscayne Bay, sob chuva e ventos fortes. Em seu primeiro desafio em 2015, assumiu o terceiro lugar na classificação geral, com 6 pontos perdidos, atrás de Bruno Fontes, com quatro, e do neozelandês Andy Maloney, com cinco.

Scheidt iniciou a disputa velejando na flotilha azul da Laser, a classe mais numerosa, com 120 barcos, e contou com uma "ajuda" do compatriota Bruno Fontes na primeira regata. "Houve um momento, na segunda perna da prova, em que não dava para enxergar nada através da chuva, não consegui encontrar as marcas. Finalmente o Bruno viu um pouco de cor fora daquela massa cinza, eu fui com ele naquela direção, e nós dois tivemos um grande ganho", conta o velejador, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

Apesar da trégua da chuva, no período da tarde, os ventos alcançaram rajadas de 30 nós (55 km/h), exigindo mais do físico dos competidores. "A segunda prova poderia ter sido melhor, não fiz uma disputa especial", admite Scheidt, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. "Mas não era preciso. Foi uma boa média, estou contente com o segundo e o quarto lugar na estreia. Ainda tem muita coisa para acontecer."

A competição em Biscayne Bay segue o formato dos eventos olímpicos, com onze regatas para a classe Laser, divididas entre as fases classificatória e final, e descarte do pior resultado. Os dez melhores velejadores disputam o título no sábado (31), na medal race, valendo pontos dobrados.

Classificação após duas regatas

1. Bruno Fontes (BRA) - 4 pontos perdidos (1+3)
2. Andy Maloney (NZL) - 5 pp (4+1)
3. Robert Scheidt (BRA) - 6 pp (2+4)
4. Nick Thompson (GBR) - 7 pp (6+1)
5. Jean Baptiste Bernaz - 8 pp (3+5)
6. Nicholas Heiner (NED) - 8 pp (3+5)
7. Philipp Buhl (GER) - 9 pp (7+2)
8. Juan Bisio (ARG) - 10 pp (6+4)
9. Alex Mills-Barton (GBR) - 12 pp (10+2)
10. Matthew Wearn (AUS) - 14 pp (7+7)

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 26/1/2015
Assunto: Copa do Mundo de Vela em Miami é primeiro desafio de Scheidt
  Competição reúne os melhores velejadores do mundo, em campanha olímpica, a partir desta segunda-feira (26) em Biscayne Bay

Robert Scheidt volta à água nesta segunda-feira (26) para sua estreia na temporada 2015. Primeiro grande teste do ano pré-olímpico, a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela reunirá mais de 800 velejadores de 63 países, em dez classes olímpicas e três paralímpicas, na raia de Biscayne Bay, na Flórida. A Laser tem a flotilha mais numerosa, com 120 barcos e alguns dos mais fortes adversários de Scheidt, como o australiano Tom Burton, o croata Tonci Stipanovic e o também brasileiro Bruno Fontes.

"O nível está altíssimo, como devem ser todas as principais competições deste ano, um ano-chave, com seletivas para formação das equipes olímpicas em cada país. O clima será sempre de mundial, a partir de agora. O Tom Burton está de volta, o Tonci Stipanovic também. Os holandeses vêm muito fortes, como o Rutger Van Schaardenburg, e o Bruno Fontes está em ótima fase", lembra Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.

Vice-campeão da etapa de Miami da Copa do Mundo em 2014, após uma disputa acirrada com o croata Stipanovic, o vencedor, Scheidt já vem treinando na raia de Biscayne Bay há uma semana. "Houve problemas com a chegada dos barcos da Europa. O meu atrasou e tive de treinar até sábado (24) com um barco alugado. Mas o equipamento chegou a tempo para a competição", conta o brasileiro, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela. O barco de Robert estava na Itália, onde o velejador reside. "Estou muito animado para o primeiro evento do ano e confiante em um bom desempenho. O mais importante será não cometer erros na primeira fase e manter a regularidade."

A competição em Biscayne Bay segue o formato dos eventos olímpicos, com dez regatas para a classe Laser, divididas entre as fases classificatória e final, e descarte do pior resultado. Os dez melhores velejadores disputam o título no sábado (31), na medal race, valendo pontos dobrados.

Local da Comunicação - Juliana Leite
   
Postado em 19/1/2015
Assunto: Scheidt encara Mundial de Laser e Pan-Americano em ano pré-olímpico
  Maior atleta olímpico brasileiro terá temporada de competições importantes, como preparação final para os Jogos Rio 2016

A temporada 2015 promete ser intensa para o multicampeão Robert Scheidt. Em busca da sexta medalha olímpica, o velejador terá duas competições em sequência no Canadá, como destaque do calendário. De 29 de junho a 8 de julho, disputa o Mundial de Laser em Kingston. Apenas quatro dias depois, segue para os Jogos Pan-Americanos de Toronto.

"Como é um ano pré-olímpico, 2015 terá competições muito fortes. O Mundial de Laser é o meu principal objetivo nesta temporada, vou brigar pelo 12º título na classe. Já o Pan-Americano é uma oportunidade importante de preparação. Terei muito pouco tempo entre as duas competições, cada uma com uma dinâmica própria, e precisarei dosar bastante o treinamento", destaca Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas (dois ouros, duas pratas e um bronze) e 14 títulos mundiais, entre Laser e Star. "Terei de ser cauteloso entre treinos e competições para me preservar, fisicamente."

Primeira parada: Miami - Segundo no ranking mundial da classe Laser, Robert Scheidt inicia a temporada em Miami, na etapa norte-americana da Copa do Mundo de Vela. O velejador, patrocinado por Banco do Brasil, Rolex e Deloitte, com os apoios de Audi, COB e CBVela, viaja para os Estados Unidos nesta terça-feira (20), onde finalizará o treinamento. A competição deve reunir alguns dos principais adversários de Scheidt, também em campanha olímpica, entre os dias 26 e 31.

Calendário 2015

26 a 31/1 - segunda etapa da Copa do Mundo de Vela, Miami (EUA)
30/3 a 04/4 - Trofeo Princesa Sofía, Mallorca (ESP)
12 a 17/5 - Semana Olímpica de Garda (ITA)
29/6 a 08/7 - Mundial de Laser, Kingston (CAN)
12 a 19/7 - Jogos Pan-Americanos de Toronto (CAN)
05 a 22/8 - Evento-Teste para os Jogos do Rio/2016, Rio de Janeiro (BRA)
05 a 15/12 - Copa Brasil, Rio de Janeiro (BRA)

Local da Comunicação - Juliana Leite